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  • Conexão ESG – Agenda ESG e a integração com os negócios de impacto

    Conexão ESG – Agenda ESG e a integração com os negócios de impacto

    O estudo “CONEXÃO ESG –  Agenda ESG e a Integração com os Negócios de Impacto” é uma leitura entre a oferta dos negócios de impacto e a demanda das grandes empresas.

    Sua tese é de que negócios de impacto podem ser aliados estratégicos para impulsionar a agenda ESG de grandes empresas, ofertando soluções, expertise e rede de relacionamento para que atinjam suas metas.  

    O levantamento revela as oportunidades e os gaps do ecossistema, estimulando e trazendo eficiência para que grandes empresas e negócios de impacto aprofundem e ampliem suas relações como clientes-fornecedores e parceiros de negócios, de forma a gerar mais impacto positivo e mitigar impactos negativos.

    ​O estudo nasce a partir da quarta edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, que acompanha a evolução do pipeline de negócios de impacto positivo, realizado pelo Quintessa e pela Pipe Social, via Base de Impacto. 


    O que você vai encontrar


    01 | Visão das grandes empresas

    • ​Evolução da agenda ESG e dos setores da economia
    • Temáticas de atuação e demanda
    • Maturidade da agenda de inovação e sustentabilidade
    • Inovação aberta


    02 | Visão dos negócios de Impacto

    • Setores da agenda ESG
    • ​Desafios e Soluções
    • Cases
    • Histórico
    • ​Evolução da agenda ESG e dos setores da economia
    • Temáticas de atuação e demanda
    • Maturidade da agenda de inovação e sustentabilidade
    • Inovação aberta


    03 | Oferta e demanda

    • Cruzamentos de grandes empresas e negócios de impacto
    • Análise acerca dos estágios de maturidade dos negócios

    04 | Tendências 

    • Oportunidades
    • Pontos de atenção

  • Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental

    Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental

    O levantamento, realizado a cada dois anos desde 2017, é composto por perfil do empreendedor e dos negócios; panorama das finanças dos negócios mapeados (acesso a recursos financeiros); modelos de negócio; tecnologias emergentes; e cases de soluções de impacto socioambiental. Esse conjunto de dados analíticos traça uma radiografia completa do ecossistema, compondo a maior pesquisa nacional de negócios de impacto. 

    O download pode ser feito no link www.mapa2023.pipelabo.com

    A edição 2023 conta com o patrocínio da Coalizão pelo Impacto, do Cubo Itaú ESG, Fundo Vale, Instituto Helda Gerdau e Instituto Sabin. A iniciativa do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental é resultado da união da Pipe.Social e do Quintessa – protagonistas no ecossistema de impacto nacional – que formam a Base de Impacto: responsável por aumentar a oferta de benefícios aos empreendedores, ampliando a conexão com os mercados. 

    Os negócios que resolvem problemas sociais e ambientais compõem um modelo em franca expansão no Brasil: o empreendedorismo de impacto. Com a proposta de contribuir para a transformação positiva da sociedade, essas empresas atuam com produtos e serviços que endereçam respostas – tecnológicas, inovadoras e com base em ciência – para desafios contemporâneos nas áreas de inclusão produtiva, saúde, habitação, educação e serviços financeiros, entre outros. Com um ecossistema mais maduro, os negócios de impacto sobreviveram à pandemia de covid-19 e seguem ampliando os faturamentos, influenciando a criação de mecanismos financeiros de captação de recursos e alimentando novos setores como das Economias Verde e Prateada, além de mercados emergentes como o de Carbono. 

    Para analisar os movimentos e as tendências, a Pipe.Social e o Quintessa apresentam a quarta edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, que reúne a leitura de 1.011 empresas nacionais e mais de 11 mil empreendedores. O estudo contou com o suporte de 66 organizações espalhadas pelo país, que apoiam os empreendedores e ajudaram a mapear as soluções.

    Segundo Mariana Fonseca, cofundadora da Pipe.Social e coordenadora da pesquisa, o Mapa 2023 revela que os negócios de impacto socioambiental demonstram, da última edição para cá, mais qualificação e assertividade nos conceitos, nas demandas, oportunidades e nos pedidos de ajuda. “Inclusive, parte deles já se destaca em faturamento, investimentos e inovação. Há muito que ser feito – sobretudo, no que diz respeito à qualificação de entregas para os empreendedores, fomento à capilaridade, diversidade de suporte pelo país e criação de mecanismos financeiros para diferentes momentos de crescimento dos negócios – mas temos que reconhecer a jornada até aqui, os esforços de empreendedores e organizações desse ecossistema para que o mercado ganhasse força e espaço. Seguimos caminhando, cada vez com bases mais sólidas”, analisa Mariana.

    Análises 2023

    Entre as análises, percepções e os insights coletados pelo mapeamento do mercado de impacto socioambiental, destacam-se a conclusão de que, nos últimos dois anos, houve uma movimentação do ecossistema para dar suporte ao surgimento e crescimento de mais negócios com atuação fora do Sudeste; houve, ainda, aumento expressivo de ações para apoiar negócios voltados a territórios específicos; a pauta climática ganhou corpo com a chegada de capital atrelado ao ESG; novas oportunidades governamentais ligadas ao verde e à agricultura sustentável surgiram; cresceu o número de soluções de financiamento a negócios de impacto em estágios iniciais; e há mais suporte à inclusão e diversidade como solução proposta por negócios. Além disso, o pipeline tem empreendedores mais diversos.  

    Os dados mostram que Soluções Verdes/Green Tech continuam crescendo, sendo que 52% dos negócios atuam no setor. Um potencial brasileiro para esse olhar ambiental que tem se apresentado mais a cada mapeamento. Na sequência estão soluções de Cidadania/Civic Tech, 40%, Educação/Edtechs, com 31%,  Cidades/Smart Cities, com 22%, Saúde/ Healthtech, com 17%, e por fim, 13% Finança/Fintech.

    Na análise, o questionamento sobre as ajudas necessárias para o negócio; as cinco principais são: 41% apontam dinheiro; 20% parcerias e networking; 20% vendas; 18% comunicação; e 17% apoio com time/equipe. Em relação aos Mapas anteriores, há um crescimento nas demandas por ajuda com vendas e estruturação de time/equipe. Sobem, também, os pedidos por ajuda com tecnologia (7% em 2023). “Quanto mais qualificados, mais específicos são os pedidos dos empreendedores. Com exceção do dinheiro, que parece genérico, os demais crescimentos mostram um desejo por propostas de valor claras de ajuda e uma oportunidade para organizações intermediárias. Aceleração, por exemplo, está com 3%, mas boa parte das demandas de ajuda tratam de pautas abordadas e contidas nas propostas de valor de acelerações”, aponta Anna de Souza Aranha, coCEO do Quintessa e coordenadora do Mapa 2023.

    A íntegra do Mapa 2023 está disponível no link: www.mapa2023.pipelabo.com

    METODOLOGIA | O Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental é composto a partir de uma chamada nacional focada em empreendedores que lideram negócios de impacto socioambiental. Entre maio e agosto de 2023, mais de 66 organizações do ecossistema e cinco patrocinadores se mobilizaram para falar diretamente com 2.187 empreendedores. Foram realizados sete eventos de apoio e conexão, que resultaram em 1.036 cadastros com dados autodeclarados e respostas a 65 questões. Os dados coletados foram analisados, tendo por base conceitual o estudo O que são negócios de impacto (Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, com análise da Pipe.Social, 2019). A infografia e os dados destacados no mapeamento têm base final de 1.011 negócios de impacto operacionais.

    As estatísticas foram produzidas a partir do cruzamento de dados coletados em 2023 e da leitura comparativa com as bases de Mapas anteriores (2019 e 2021), tendo uma margem de erro de três pontos percentuais e um nível de confiança de 95% para leituras na amostra geral. No campo qualitativo – por meio de conteúdos digitais disponibilizados por parceiros e organizações nacionais e internacionais de negócios de impacto –, a equipe da Pipe.Social analisou as falas recorrentes e tendências apontadas pelos empreendedores, repercutindo-as via escuta de 14 especialistas (entrevistas em profundidade). Como resultado, a edição 2023 do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental traz uma retrospectiva e movimentações dos últimos dois anos do campo; perfil dos empreendedores e dos negócios de impacto socioambiental brasileiros; tendências e recomendações que emergem do ecossistema.

  • Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental

    Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental

    O levantamento, realizado a cada dois anos desde 2017, é composto por perfil do empreendedor e dos negócios; panorama das finanças dos negócios mapeados (acesso a recursos financeiros); modelos de negócio; tecnologias emergentes; e cases de soluções de impacto socioambiental. Esse conjunto de dados analíticos traça uma radiografia completa do ecossistema, compondo a maior pesquisa nacional de negócios de impacto. 

    O download pode ser feito no link www.mapa2023.pipelabo.com

    A edição 2023 conta com o patrocínio da Coalizão pelo Impacto, do Cubo Itaú ESG, Fundo Vale, Instituto Helda Gerdau e Instituto Sabin. A iniciativa do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental é resultado da união da Pipe.Social e do Quintessa – protagonistas no ecossistema de impacto nacional – que formam a Base de Impacto: responsável por aumentar a oferta de benefícios aos empreendedores, ampliando a conexão com os mercados. 

    Os negócios que resolvem problemas sociais e ambientais compõem um modelo em franca expansão no Brasil: o empreendedorismo de impacto. Com a proposta de contribuir para a transformação positiva da sociedade, essas empresas atuam com produtos e serviços que endereçam respostas – tecnológicas, inovadoras e com base em ciência – para desafios contemporâneos nas áreas de inclusão produtiva, saúde, habitação, educação e serviços financeiros, entre outros. Com um ecossistema mais maduro, os negócios de impacto sobreviveram à pandemia de covid-19 e seguem ampliando os faturamentos, influenciando a criação de mecanismos financeiros de captação de recursos e alimentando novos setores como das Economias Verde e Prateada, além de mercados emergentes como o de Carbono. 

    Para analisar os movimentos e as tendências, a Pipe.Social e o Quintessa apresentam a quarta edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, que reúne a leitura de 1.011 empresas nacionais e mais de 11 mil empreendedores. O estudo contou com o suporte de 66 organizações espalhadas pelo país, que apoiam os empreendedores e ajudaram a mapear as soluções.

    Segundo Mariana Fonseca, cofundadora da Pipe.Social e coordenadora da pesquisa, o Mapa 2023 revela que os negócios de impacto socioambiental demonstram, da última edição para cá, mais qualificação e assertividade nos conceitos, nas demandas, oportunidades e nos pedidos de ajuda. “Inclusive, parte deles já se destaca em faturamento, investimentos e inovação. Há muito que ser feito – sobretudo, no que diz respeito à qualificação de entregas para os empreendedores, fomento à capilaridade, diversidade de suporte pelo país e criação de mecanismos financeiros para diferentes momentos de crescimento dos negócios – mas temos que reconhecer a jornada até aqui, os esforços de empreendedores e organizações desse ecossistema para que o mercado ganhasse força e espaço. Seguimos caminhando, cada vez com bases mais sólidas”, analisa Mariana.

    Análises 2023

    Entre as análises, percepções e os insights coletados pelo mapeamento do mercado de impacto socioambiental, destacam-se a conclusão de que, nos últimos dois anos, houve uma movimentação do ecossistema para dar suporte ao surgimento e crescimento de mais negócios com atuação fora do Sudeste; houve, ainda, aumento expressivo de ações para apoiar negócios voltados a territórios específicos; a pauta climática ganhou corpo com a chegada de capital atrelado ao ESG; novas oportunidades governamentais ligadas ao verde e à agricultura sustentável surgiram; cresceu o número de soluções de financiamento a negócios de impacto em estágios iniciais; e há mais suporte à inclusão e diversidade como solução proposta por negócios. Além disso, o pipeline tem empreendedores mais diversos.  

    Os dados mostram que Soluções Verdes/Green Tech continuam crescendo, sendo que 52% dos negócios atuam no setor. Um potencial brasileiro para esse olhar ambiental que tem se apresentado mais a cada mapeamento. Na sequência estão soluções de Cidadania/Civic Tech, 40%, Educação/Edtechs, com 31%,  Cidades/Smart Cities, com 22%, Saúde/ Healthtech, com 17%, e por fim, 13% Finança/Fintech.

    Na análise, o questionamento sobre as ajudas necessárias para o negócio; as cinco principais são: 41% apontam dinheiro; 20% parcerias e networking; 20% vendas; 18% comunicação; e 17% apoio com time/equipe. Em relação aos Mapas anteriores, há um crescimento nas demandas por ajuda com vendas e estruturação de time/equipe. Sobem, também, os pedidos por ajuda com tecnologia (7% em 2023). “Quanto mais qualificados, mais específicos são os pedidos dos empreendedores. Com exceção do dinheiro, que parece genérico, os demais crescimentos mostram um desejo por propostas de valor claras de ajuda e uma oportunidade para organizações intermediárias. Aceleração, por exemplo, está com 3%, mas boa parte das demandas de ajuda tratam de pautas abordadas e contidas nas propostas de valor de acelerações”, aponta Anna de Souza Aranha, coCEO do Quintessa e coordenadora do Mapa 2023.

    A íntegra do Mapa 2023 está disponível no link: www.mapa2023.pipelabo.com

    METODOLOGIA | O Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental é composto a partir de uma chamada nacional focada em empreendedores que lideram negócios de impacto socioambiental. Entre maio e agosto de 2023, mais de 66 organizações do ecossistema e cinco patrocinadores se mobilizaram para falar diretamente com 2.187 empreendedores. Foram realizados sete eventos de apoio e conexão, que resultaram em 1.036 cadastros com dados autodeclarados e respostas a 65 questões. Os dados coletados foram analisados, tendo por base conceitual o estudo O que são negócios de impacto (Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, com análise da Pipe.Social, 2019). A infografia e os dados destacados no mapeamento têm base final de 1.011 negócios de impacto operacionais.

    As estatísticas foram produzidas a partir do cruzamento de dados coletados em 2023 e da leitura comparativa com as bases de Mapas anteriores (2019 e 2021), tendo uma margem de erro de três pontos percentuais e um nível de confiança de 95% para leituras na amostra geral. No campo qualitativo – por meio de conteúdos digitais disponibilizados por parceiros e organizações nacionais e internacionais de negócios de impacto –, a equipe da Pipe.Social analisou as falas recorrentes e tendências apontadas pelos empreendedores, repercutindo-as via escuta de 14 especialistas (entrevistas em profundidade). Como resultado, a edição 2023 do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental traz uma retrospectiva e movimentações dos últimos dois anos do campo; perfil dos empreendedores e dos negócios de impacto socioambiental brasileiros; tendências e recomendações que emergem do ecossistema.

  • Case Ecco Comunidades: Investimento social e inovação aberta para o desenvolvimento de comunidades

    Case Ecco Comunidades: Investimento social e inovação aberta para o desenvolvimento de comunidades

    O programa tem como objetivo apoiar soluções que atuam na redução de perdas e desperdícios de alimentos, além de promover o desenvolvimento territorial a partir da aceleração e implementação de pilotos em cinco municípios onde a empresa está presente: Dourados (MS), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).  

    As Startups que participaram da fase piloto foram a Já Entendi, que transforma informação em conteúdo acessível a pessoas com baixa escolaridade, a Connecting Food, que redistribui alimentos que seriam desperdiçados para quem necessita, a Whywaste, que promove a gestão de datas de vencimento em estabelecimentos, a Eats For You, que gera renda para cozinheiros amadores e a Lemobs, que promove a gestão da alimentação escolar.

    Elas passaram por três fases: a primeira, o Pitch Day, que partiu de 13 soluções pré-elencadas e seleção de 8 negócios; a segunda, com duração de 4 meses, em que os negócios participaram de workshops para avaliar a aplicabilidade das soluções nos desafios estratégicos apresentados; e a terceira etapa, quando 5 startups tiveram 4 meses para implementar os pilotos com o apoio do Quintessa, Instituto BRF e lideranças de OSCs locais.

    Com a implementação dos pilotos, o Ecco Comunidades gerou 40 conteúdos educativos sobre perda e desperdício de alimentos, distribuiu mais de 3,26 toneladas de alimentos próximos da data de validade, reduziu o desperdício de alimento no prato das crianças em escola pública em mais de 65%,  gerou mais de R$ 34.000 de renda formal para famílias locais, além da aproximação com diversos parceiros externos, entre redes supermercadistas e gestores públicos das localidades, para ações de educação sobre aproveitamento de alimentos e redistribuição para comunidades em situação de vulnerabilidade.

    Desafio: desperdício de alimentos

    De acordo com a FAO (A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), cerca de um terço do alimento no mundo é desperdiçado e 14% é perdido antes mesmo de chegar ao comércio. Entendendo as especificidades da perda e desperdício na cadeia produtiva e de consumo do Brasil e a necessidade de reduzir a perda e desperdício de alimentos, foi criado o programa Ecco Comunidades. 

    “O Instituto BRF trabalha desde 2012 para promover o desenvolvimento e a inclusão nas localidades onde a empresa está presente. Com o Ecco Comunidades, queremos promover impacto social positivo por meio da inovação, ampliando nossos esforços para combater o desperdício de alimentos e promover segurança alimentar em parceria com a sociedade civil. O programa faz parte de uma série de ações do Instituto BRF e da empresa que tiveram início com a plataforma que batizou a iniciativa, o Ecco, Especialista de Consumo Consciente que educa e sensibiliza para esse desafio global”, diz Bárbara Azevedo, gerente do Instituto BRF. 

    Para Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil, a implementação de soluções inovadoras é fundamental para resolver problemas como o desperdício de alimentos. “Programas como o Ecco Comunidades possibilitam colocar em prática a lente da inovação para gerar impacto socioambiental positivo. Em apenas 4 meses já pudemos ver o resultado das soluções implementadas pelas startups, que têm potencial de escala e impacto a longo prazo”, afirma.

    Acesse o material completo aqui

  • 4ª Edição do Guia 2.5

    4ª Edição do Guia 2.5

    O Guia 2.5 é o principal estudo sobre o ecossistema de apoio aos negócios de impacto e plataforma de conexão dos empreendedores com as organizações do setor 2.5 que estão focadas em seu desenvolvimento e aporte financeiro.

    A plataforma é voltada especialmente para empreendedores e foi idealizada pelo Quintessa, em 2015, com o objetivo de trazer clareza acerca do suporte existente para o crescimento de seus negócios de impacto e facilitar a sua conexão com organizações do setor.

    Com isso, o Guia empodera o(a) empreendedor(a), qualificando sua decisão e facilitando o acesso ao mercado e ao suporte que precisa.

    A plataforma centraliza as informações acerca das iniciativas em um único local, explicitando o que cada uma oferece, seus diferenciais, critérios de seleção e detalhes sobre a organização.

    Ainda, traz eficiência ao ecossistema, com um melhor direcionamento de empreendedores de negócios de impacto às organizações – garantindo que acessem as iniciativas mais adequadas para seu estágio de negócio e necessidades.

    O estudo traz análises das iniciativas de forma agregada, revelando as principais características e tendências do ecossistema que desenvolve e investe em negócios de impacto.

    Com sua primeira edição em 2015, o Guia já teve mais de 1.600 downloads do estudo e mais de 46 mil acessos na plataforma.

    A quarta edição, de 2023, foi co-realizada com a Pipe Labo, por meio da parceria na Base de Impacto, e mostra a evolução mais robusta do ecossistema de impacto até aqui, impulsionada pelo aumento, diversificação e qualificação das iniciativas, bem como pela entrada de grandes empresas, institutos e fundações na agenda de negócios de impacto.

    Conecte-se e aprenda sobre o setor 2.5 : Acesse o estudo

    O Guia 2.5 é patrocinado pela Coalizão Pelo Impacto, Cubo Itaú, Fundo Vale, Instituto Helda Gerdau e Instituto Sabin.

  • Mapeamento Caminhos para o Impacto Positivo | Quintessa e ICE

    Mapeamento Caminhos para o Impacto Positivo | Quintessa e ICE

    Publicação lista 9 caminhos para as empresas seguirem e 44 organizações aptas a oferecer expertise para apoiá-las

    De um lado, empresas buscam quem tenha expertise para ajudá-las em iniciativas ligadas aos seus desafios ESG. De outro, consultorias, redes e organizações oferecem esse conhecimento. Porém, nem sempre umas e outras se encontram facilmente. O Quintessa, aceleradora de impacto positivo que é referência em ESG, e o Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), agora se unem para amarrar as duas pontas dessa equação: juntas, criaram o mapeamento “Caminhos para o Impacto Positivo”.

    Ele se propõe a indicar caminhos possíveis de geração de impacto positivo para as empresas por meio de seus produtos, serviços e/ou operações, bem como elencar atores que as auxiliem nessa empreitada. A partir de diferentes possibilidades de atuação, a publicação lista organizações que estão aptas a oferecer suporte e expertise para cada tipo de iniciativa.

    Neste primeiro momento, foram relacionadas 44 organizações que atuam em diferentes caminhos e que já possuem experiência e resultados concretos de implementação. O mapa inclui a ficha técnica de cada organização, o que oferece em cada caminho de atuação, cases de sucesso e contato.

    “Temos visto que muitas vezes os executivos e executivas não sabem por onde começar a gerar impacto positivo ou quais organizações podem apoiá-los nessa jornada. A ideia de criar o material veio justamente para ajudá-los a identificar quais são os caminhos potenciais, em seus distintos níveis de maturidade, e encontrar organizações que ofereçam suporte. Com isso, podemos acelerar o processo de desenvolvimento do mercado, trazendo repertório, transparência de informações e eficiência nas conexões”, aponta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa.

    No total, o mapeamento determina nove caminhos principais que as empresas podem trilhar, os quais englobam e categorizam diversos serviços. Os caminhos são complementares e podem ser seguidos de forma concomitante. As 44 organizações cadastradas estão categorizadas de acordo com as suas especialidades, sendo possível que uma mesma organização esteja habilitada para prestar serviços em caminhos diferentes – 64% delas sinalizou que oferece serviços em mais de um caminho, o que revela sua atuação abrangente.

    Os nove caminhos definidos no mapa para a geração de impacto positivo são:

    • acesso a capital;
    • atuação em rede;
    • comunicação e engajamento;
    • desenvolvimento humano e de cultura organizacional;
    • estratégia de iniciativas e práticas;
    • implementação de iniciativas e práticas;
    • inclusão de impacto positivo na atividade principal;
    • inovação aberta com negócios de impacto;
    • mensuração, reporte e certificação.

    Dois desses caminhos se destacam como especialidade de quase metade das organizações mapeadas: estratégias de iniciativas e práticas (21 organizações) e desenvolvimento humano e de cultura organizacional (20 organizações).

    A análise dos perfis das 44 integrantes do mapeamento mostra ainda que 82% delas possui menos de 49 colaboradores; apenas 23% possui menos de 5 anos de existência; e a grande maioria (86%) trabalha com foco em impacto positivo desde a sua fundação, indicando que elas foram criadas justamente com essa finalidade.

    Uma das contribuições das organizações do mapa foi sinalizar as dificuldades que passam ao lidar com as corporações nesse processo.

    Assim, os principais desafios apontados pelas organizações ao atuarem com as empresas foram: engajamento da alta liderança na agenda, bem como a falta de entendimento dos(as) executivos(as) sobre a integração estratégica entre impacto positivo e geração de resultado financeiro – não enxergando a geração de impacto como um custo. Além disso, foi mencionado o desafio cultural, no sentido dos(as) executivos(as) estarem preparados para uma outra forma de fazer negócios.

    Outro desafio destacado foi a burocracia no processo de contratação pelas empresas. Como a maioria das organizações listadas é de pequeno porte, há uma dificuldade em passar pelos processos de Suprimentos e um alto esforço e tempo dedicados no desenho de propostas adequadas às exigências das empresas.

    Seleção criteriosa

    Para constar no mapeamento, essas organizações precisaram cumprir a uma série de critérios, tais como oferecer um serviço focado em impacto positivo dentro de algum dos nove caminhos há pelo menos três anos, bem como terem ao menos três cases de sucesso.

    A partir de indicações de parceiros e especialistas e pesquisas, foram convidadas 80 organizações para fazer parte da publicação. Desse total, 44 cumpriram todos os requisitos para pertencer ao mapeamento. A expectativa é que, a partir desta primeira edição, novas organizações se identifiquem como aptas para integrar o mapa e se inscrevam para uma próxima edição, que já está prevista, mas ainda sem data de lançamento.”

    A elaboração do mapeamento “Caminhos para o Impacto Positivo” contou com a parceria estratégica da Climate Ventures, IBGC, Pares e Sistema B. A divulgação do material aos públicos de interesse tem o apoio do GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, Instituto Ethos, Pacto Global e CEBDS – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e Capitalismo Consciente.

    “Precisamos de mais exemplos concretos de empresas que avançaram na institucionalização da agenda de impacto socioambiental positivo – seja nas suas atividades de inovação aberta, na formação de seus conselhos ou na própria revisão de seus produtos e serviços. Cada exemplo concreto é indutor para que outras empresas também se mobilizem. Esperamos que esse guia traga argumentos e insumos de base para movimentações, parcerias e projetos inovadores”, afirma Diogo Quitério, coordenador do ICE.

    Entre os especialistas consultados para a identificação de temas, caminhos e organizações a serem mapeadas, estão Aron Belinky, Gustavo Luz, Juliana Vilhena, Luis Fernando Guggenberger, Márcia Soares, Maria Eugênia Buosi, Rachel Sampaio, Ricardo Voltolini, Ricardo Young, Tarcila Ursini e Tatiana Assali.

    Conheça e faça download do material.

  • Case Aceleradora 100+ | Programa de Inovação Aberta Ambev

    Case Aceleradora 100+ | Programa de Inovação Aberta Ambev

    A Ambev é um exemplo de empresa que, ao definir em 2018 suas metas de Sustentabilidade para 2025, criou a Aceleradora 100+.

    Neste material compartilhamos como, em parceria com o Quintessa e a PPA, o programa une sustentabilidade à inovação e busca startups com soluções que possam apoiar a companhia a alcançar essas metas, implementando pilotos que geram resultados para o negócio e impactam positivamente o planeta e a sociedade.

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  • Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias

    Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias

    Os family offices, estruturas que administram o patrimônio de famílias empresárias e pessoas físicas de alta renda, já se aproximaram do ecossistema de empreendedorismo e das startups e são hoje uma alternativa para empreendedores que buscam investimento de venture capital. 

    Agora, começam a se aproximar também do ecossistema de impacto. O report da INEO de 2020 mostrou que as famílias empresárias têm se mostrado cada vez mais engajadas nas temáticas de filantropia, ESG e investimentos de impacto, impulsionadas pelas movimentações do mercado e pela visão das novas gerações que assumem a gestão.

    47% das famílias entrevistadas pretendem alocar entre 1 e 10% de seu portfólio em investimentos de impacto e 12% pretende alocar de 11 a 50%. Além disso, 26% aumentou seu envolvimento com filantropia na pandemia.

    Por outro lado, a pesquisa aponta também os desafios em transformar esse engajamento em prática e investimento de fato: mais de 70% das famílias não conhecem o impacto social e ambiental dos ativos que investem, olhando apenas o retorno financeiro, e 35% dos entrevistados ainda não começaram a estudar o tema.

    O cenário é típico de transição: há intenção de avanço na atuação da temática, mas ainda é o momento de compreender como isso pode acontecer na prática. O lado bom disso é que, não havendo um único caminho correto possível, há diversas maneiras de se engajar e promover esse avanço.

    Enxergamos como essencial o engajamento desse ator dentro do ecossistema de impacto. Nos últimos anos, vimos o engajamento de empresas e governo, mas sabemos que estes segmentos tendem a ser direcionados por metas de curto prazo. As famílias empresárias, com maior autonomia sobre a alocação de seu patrimônio e o olhar para o legado positivo que as gerações têm potencial de gerar, podem trazer um capital estruturante e de longo prazo para compor o setor.

    Além disso, essas famílias costumam poder aportar não apenas recursos, mas apoios não financeiros de alto valor, como conhecimento de negócios (para mentorias) e conexões qualificadas com o mercado, entre outros.

    A publicação “”Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias” te ajuda a entender mais sobre como a lente de inovação nas ações de filantropia, pode ser uma grande aliada do investimento de risco em negócios de impacto, gerando benefícios para as pessoas e o planeta e traz as experiências práticas e aprendizados do Quintessa em aplicar a filantropia para desenvolver o ecossistema de impacto e apoiar negócios em estágio inicial.

    Faça download do material completo.

  • Guia para inovar com impacto | Passo a passo para Inovar com Impacto

    Guia para inovar com impacto | Passo a passo para Inovar com Impacto

    Está no ar o “Guia para inovar com impacto”, uma publicação do Quintessa que apresenta um passo a passo para criar programas de inovação aberta que gerem valor para o negócio e impacto socioambiental positivo.

    Compartilhamos nossa metodologia para apoiar grandes empresas, institutos e fundações a avançarem nesta agenda, detalhando a abordagem dentro de três pilares: novos negócios, sustentabilidade e ESG, e filantropia corporativa e responsabilidade social.

    A publicação tem patrocínio da Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto.

    Faça download aqui

  • Case  Braskem  Labs | Aprendizados e Resultados

    Case Braskem Labs | Aprendizados e Resultados

    O Braskem Labs é um case de sucesso que tangibiliza a visão de que é possível unir inovação aberta e novos negócios com sustentabilidade e impacto positivo. O programa de inovação aberta da Braskem está na sua sétima edição e faz parte da estratégia de Desenvolvimento Sustentável da empresa, se relacionando e fazendo negócios com startups que geram impacto positivo por meio da química e/ou do plástico.

    O Quintessa é parceiro da Braskem desde 2019 na realização do programa. Neste material, compartilhamos a estrutura, os aprendizados e os resultados que fazem do Braskem Labs uma das referências em iniciativas de inovação aberta e impacto positivo. Faça download do material abaixo.