Categoria: Sobre Nós

  • Conheça os vencedores da Batalha de Pitch do Menos30Fest

    Rede Globo premia empreendedores de impacto com R$ 75 mil 

    O Quintessa é parceiro da Globo pelo segundo ano na Batalha de Pitch do Menos30Fest, festival de educação empreendedora e inovação. Realizamos a curadoria das startups que disputaram R$25 mil em cada dia do festival.

    Com mais de 4 mil startups ativas mapeadas na base Quintessa, pré-selecionamos 22 e, destas, nove foram eleitas para subir no palco do festival e participar da batalha ao vivo, que foi transmitida de forma online.

    Sobre a Batalha

    Cada empreendedor(a) teve quatro minutos para apresentar sua solução de impacto a uma banca, que fez perguntas e comentários ao vivo, e ao público, que decidiu o ganhador em votação online. João Ceridono e Anna Aranha, do Quintessa, participaram como comentaristas.

    Entre os dias 9 e 11 de novembro, três empreendedores levaram o prêmio de R$ 25 mil, totalizando R$ 75 mil ao final do evento. O dinheiro é de uso livre, as startups vencedoras vão poder alocar no que fizer mais sentido para o negócio dar certo. Além do prêmio, os negócios tiveram também toda a alavancagem no sentido de reconhecimento e visibilidade.

    Dia 1 – Tema: Revolução por meio da educação

    No primeiro dia, o vencedor foi Pettrus Nascimento, da Prol Educa startup pernambucana de inclusão por meio da educação. Oferecendo acesso à educação por meio de bolsas de estudos, ajuda famílias que sonham em matricular seus filhos nas melhores escolas particulares do bairro e não têm condições de pagar as mensalidades integrais.

    Os outros dois participantes foram a Signa, representada pela cofundadora Fabíola Borba, e a Carambola, defendida pelo fundador Gustavo Glasser. A primeira cria soluções de aprendizado para deficientes auditivos nas mais diversas áreas, enquanto a segunda desenvolve tecnologia para promover a inclusão de diversidade no mercado de trabalho de tecnologia.

    Assista aos pitchs do primeiro dia neste link – a partir de 01:36:00

    Dia 2 – Tema: Empregabilidade, diversidade e inclusão

    Na quarta-feira o vencedor foi a Trampay. A startup atua com pontos de apoio com água, banheiro e outros itens de necessidades básicas para o dia a dia dos motoboys durante o expediente, além de serviços como seguros, empréstimos e cartões para refeições.

    Também apresentaram seus negócios as empreendedoras Adélia Rodrigues, fundadora da Gastronomia Periférica, escola de gastronomia voltada para integração profissional de moradores da periferia, e Tamila dos Santos, fundadora da Afroimpacto, que trabalha no desenvolvimento empreendedor para pessoas negras.

    Assista aos pitchs do segundo dia neste link – a partir de 01:08:00

    Dia 3 – Tema: O futuro das cidades

    No último dia da batalha, a ganhadora do prêmio de R$ 25 mil foi Simony Cesar, da startup NINA!, uma tecnologia que pode ser integrada a qualquer aplicativo, como de serviços de transporte, para receber denúncias de assédio e violência. A proposta da startup é funcionar como um canal padrão de denúncias entre aplicativos, para, dessa forma, coletar dados, gerar inteligência e influenciar tomadas de decisão nas esferas públicas e privadas.

    Foram mais de 20 mil votos distribuídos entre os participantes, que foram também a Água Camelo, apresentada pelo fundador, Rodrigo Belli, que leva água tratada para uma pessoa por menos de 1 real por mês e a Revolusolar, de Juan Cuervo, que promove o desenvolvimento sustentável de comunidades de baixa renda através da energia solar.

    Assista aos pitchs do terceiro dia neste link – a partir de 00:19:45

    Nos vídeos você também pode assistir toda a programação do festival, que trouxe temas importantes e oficinas de empreendedorismo.

    Fotos: G1/Reprodução

  • Quintessa, aceleradora de impacto referência na área, apresenta novo posicionamento, frentes de atuação e marca

    Quintessa, aceleradora de impacto referência na área, apresenta novo posicionamento, frentes de atuação e marca

    Com mais de 250 negócios impulsionados, empresa se torna ecossistema de soluções para desafios sociais e ambientais relevantes no país 

    O Quintessa, aceleradora de impacto pioneira no Brasil, apresenta essa semana seu novo posicionamento. O lançamento consolida suas frentes de atuação, marcadas pela maturidade e profundidade adquiridas em seus doze anos de experiência, justamente neste momento em que o tema ESG é cada vez mais reconhecido como relevante. Quando surgiu, o termo “negócios de impacto” nem existia no Brasil – e o Quintessa participou ativamente da definição do assunto, bem como se tornou referência na área.

    O Quintessa já impulsionou o crescimento de mais de 250 negócios de impacto e mapeou mais de 5 mil startups, sendo hoje referência na temática de inovação com impacto positivo. A empresa reforça seu propósito em fazer com que os desafios sociais e ambientais do país possam ser superados por meio de uma nova forma de fazer negócios.

    Com a bagagem adquirida ao trabalhar com grandes parceiros como Braskem, Ambev, Fundação Lemann e Instituto BRF, além de startups e empreendedores que hoje são cases emblemáticos do setor, como Boomera, Hand Talk, 4YOU2, Courri, Escola do Mecânico e Vitalk, e a parceria de mais de 60 mentores renomados, incluindo o fundador Leo Figueiredo, o Quintessa deixa de se posicionar apenas como ‘aceleradora de negócios de impacto’ e passa a ser uma ‘aceleradora de impacto’. A mudança, que à primeira vista pode parecer sutil, não é. 

    Ela marca a evolução do modelo para ser um ecossistema de soluções para os desafios sociais e ambientais centrais e o principal parceiro de startups, grandes empresas, institutos, fundações e investidores que estão comprometidos em transformar o país por meio de iniciativas inovadoras e empreendedoras. Além de abranger os públicos com os quais trabalha, a evolução revela o foco na solução dos desafios relevantes, passando a aceleração a ser vista como uma das soluções possíveis – complementar aos programas de CVC, implementação de pilotos, cocriação de soluções e outros formatos que têm executado.

    “Com o boom do termo ESG nos últimos meses, há o risco do olhar para as práticas empresariais sob a lente do impacto positivo, que deve ser genuíno e profundo, se tornar superficial e meramente midiático, impulsionado apenas por uma leitura de oportunidade de mercado”, afirma Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa. “Quando nós começamos, há 12 anos, éramos até vistos como um grupo de lunáticos, falando em unir lucro e impacto positivo, repensar o papel das empresas e ter uma atuação humana e consciente. Vivenciamos o nascimento do setor de negócios de impacto, bem como dos movimentos de aceleração, inovação aberta, venture capital, ESG etc, sempre muito atentos e críticos para garantir nosso protagonismo com uma atuação consistente. Nossos primeiros anos foram dedicados a consolidar cases concretos, que comprovassem que este era um caminho possível, o que realizamos por meio de nossos programas de aceleração próprios. Nos últimos cinco anos, passamos a apoiar parceiros e grandes empresas a inovarem com impacto. Agora, consolidamos nossas expertises e visão sistêmica sobre o setor nos apresentando como um ecossistema de soluções”.

    Gabriela Bonotti, diretora do Quintessa, complementa: “Mais do que consolidar nosso pioneirismo e experiência, sentimos a necessidade de reforçar a nossa essência e nosso compromisso inalienável com o impacto positivo. Nos apresentamos como o principal parceiro para apoiar as empresas e organizações comprometidas, para valer, com impacto positivo e uma nova forma de fazer negócios, atuando na sua jornada de transição e evolução nessa direção.”

    Ecossistema de soluções

    As três frentes de atuação do Quintessa (Empresas, Negócios de Impacto e Parcerias), acontecem de forma integrada, unindo pessoas, soluções e organizações. 

    Negócios de impacto: Programas para empreendedores em diferentes estágios de maturidade (Validação, Ida a Mercado, Tração e Escala) focados em estruturar a gestão, impulsionar o crescimento e captar investimento para negócios de impacto.

    Empresas: Iniciativas para empresas comprometidas com uma nova forma de fazer negócios, apoiando sua jornada de transição e crescimento nessa direção. Conectam empresas e startups de impacto e desenvolvem soluções por meio da inovação aberta, indo da concepção estratégica da iniciativa, à curadoria das startups e execução dos programas.

    Parcerias: Iniciativas que trazem abordagens inovadoras para a geração de impacto positivo. Criam soluções para institutos, fundações, family offices, investidores e demais organizações do ecossistema se relacionarem com startups e suas soluções de impacto.

    As frentes de atuação são reflexo de uma escuta atenta às demandas do mercado e de uma postura propositiva: “Começamos executando nosso próprio programa, entendemos que as empresas precisavam de suporte para qualificar seus programas de inovação aberta, depois entendemos que havia um gap também na concepção estratégica destes programas… Nossas frentes de atuação têm origem na intensa escuta do mercado e na visão crítica que trazemos propondo soluções relevantes para mudar o jogo. Criamos programas focados em startups de impacto de variados estágios e com distintos focos – do viés de investimento ao de venture philanthropy, do viés de desenvolvimento de ecossistema ao focado em resultados em novos negócios. Ao ouvir empreendedores, empresas, investidores e entender profundamente seu olhar, conseguimos garantir consistência na proposta de valor das nossas iniciativas”, diz Anna.

    Além de consolidar a atuação mais abrangente, o ano também foi marcado pelo crescimento do Quintessa, tendo aumentado a quantidade de novos parceiros clientes e dobrado a quantidade de pessoas no time, de 12 para 27.

    O Quintessa tem diversas metodologias proprietárias, características por serem baseadas em profundidade e personalizadas para garantir a assertividade para cada parceiro e startup. Outro aspecto de destaque é sua equipe de gestores e mentores, que possuem vasta experiência, além de uma rede qualificada de investidores e potenciais clientes para conectar a todos.

    “Ainda assim, além do ‘o que’ entregamos, o que mais ouvimos de diferencial é sobre o ‘como’ entregamos, a nossa forma de atuar: profunda, intensa, baseada em parcerias verdadeiras, humana e acolhedora, questionadora e propositiva, com soluções de ponta a ponta, comprometida com resultados relevantes, indo do estratégico ao operacional”, complementa Anna.

    “Nosso intuito é liderar as pautas de desenvolvimento social e ambiental, fazendo a integração entre lucro e impacto. Queremos estimular pessoas e negócios a potencializar iniciativas de impacto positivo e agir em prol da realidade que queremos construir. O que mais gostamos é apostar naqueles que empreendem para transformar a realidade do país de forma genuína”, afirma Gabriela.

    Nova marca

    Para enfatizar a transformação, apresenta novo logo, relembrando a origem do nome Quintessa – o quinto elemento,  a “quintessência”, depois da terra, do ar, do fogo e da água. 

    Desenvolvida pela MiLLHOUSE MKT, de Luiz Tastaldi, o que eram três cores mescladas na logo, agora são cinco cores sólidas, que expressam um universo em si: terra, água, fogo, ar e o quinto elemento, a quintessência. Uma palavra que simboliza aquilo que é invisível, mas que traz sentido e conecta todos. Aquilo que cada vez mais tem mais valor. O significado é buscar ir além do conhecimento técnico e do que é explícito – e ter atenção ao invisível e às relações intangíveis que estão por trás e dão vida aos negócios.

     

  • O Quintessa mudou, evoluiu, cresceu

    O Quintessa mudou, evoluiu, cresceu

    O Quintessa mudou, mas não foi uma mudança de agora.

    Ele começou a mudar quando cada um do time, dos mentores, dos empreendedores, dos parceiros chegou aqui e somou seu repertório: seus sonhos, valores, experiências e conhecimentos. Ele mudou e continuará sempre em constante evolução.

    O Quintessa é composto pela somatória das pessoas que fazem parte dele e da sua história. Pelas nossas escolhas, pelo que nos recusamos a compactuar, pelo que nos propomos a fazer.

    O Quintessa mudou, evoluiu, cresceu. E foram as pessoas que protagonizaram e viabilizaram esse crescimento.

    Há 12 anos parecíamos um grupo de lunáticos falando sobre unir ‘negócios’ e ‘impacto positivo’, repensar o papel das empresas e ter uma atuação humana e consciente. Agora, a realidade mudou.

    Vivemos, resilientes, a atenção com o planeta se tornar uma pauta urgente. O sustentável ser reconhecido como um caminho sem volta, e o social ser a luta de muitos. O que antes era um desejo de alguns, se tornou uma necessidade de todos.

    E quando muitos se movimentam, as transformações ousam e engrandecem. Agora, podemos nos repensar e realizar muito mais.

    Hoje compartilhamos a evolução do Quintessa, de um novo posicionamento e frentes de atuação.

    Mais do que consolidar nosso pioneirismo, maturidade e experiência, sentimos a necessidade de explicitar a nossa essência, reforçar a nossa origem, celebrar nosso grande pacto e o compromisso inalienável com o impacto positivo – e expressar isso na nossa marca.

    Celebramos a evolução de programas de aceleração para sermos agora um ecossistema de soluções. Marcamos a evolução do que foi um instituto de alguns para ser agora uma empresa de todos.

    O que eram três cores mescladas em nossa logo, agora são cinco cores sólidas, que expressam um universo em si: terra, água, fogo, ar e o quinto elemento, a quintessência. Uma palavra que simboliza aquilo que é invisível, mas que traz sentido e conecta todos. Aquilo que cada vez mais tem mais valor. Nos recorda a ir além do conhecimento técnico e do que é explícito – e ter atenção ao invisível e às relações intangíveis que estão por trás e dão vida aos negócios.

    As diferentes frentes de atuação do Quintessa acontecem de forma conectada, unindo pessoas, formando parcerias e gerando impacto positivo. Somos um ecossistema que pulsa na mesma direção, impulsionados pelas nossas convicções.

    O Quintessa “é” através de cada um de nós. Juntos, somos Quintessa.


    Manifesto Quintessa: Sobre dar potência a vidas e negócios de corpo e alma

    Se há algo com o que não queremos mais compactuar, é fingir que está tudo bem. Escolhemos encarar aquilo que nos deixa inconformados e colocar no centro o que realmente importa: as pessoas e o planeta. Escolhemos o compromisso com o impacto positivo.

    Acreditamos que só vale a pena se for genuíno e verdadeiro. Entramos para valer, de coração, com profundidade e intensidade.

    O que nos nutre são as nossas relações e elas formam vínculos tão fortes que podem mudar o mundo e criar uma realidade generosa e digna para todos.

    Corações e mentes em harmonia, arte e ciência de mãos dadas, pessoas em constante evolução. Somos um ecossistema que pulsa na mesma direção.

    Temos a coragem das nossas convicções para ousar contrariar o que parece impossível. Empreendemos porque o que desejamos ver ainda não existe.

    É o ímpeto empreendedor e a humanidade que existe em cada um de nós que nos dão força para criar uma nova forma de fazer negócios.

    Um jeito Quintessa de ser, ver, se relacionar e agir.

    O Quintessa existe para dar potência a vidas e negócios de corpo e alma.

  • Por que ter uma aceleradora parceira nos programas de inovação aberta?

    Por que ter uma aceleradora parceira nos programas de inovação aberta?

    Ao criar uma iniciativa de inovação aberta, algumas empresas preferem realizá-la com um time interno, enquanto outras contam com o apoio de especialistas – aceleradoras e incubadoras – para realizar o programa.

    A escolha entre internalizar a iniciativa ou realizar em parceria depende de diferentes aspectos, e cada um dos caminhos tem suas vantagens e pontos de atenção, especialmente quando adicionamos a lente da sustentabilidade e impacto positivo integrada à inovação, um tema ainda novo para muitas organizações.

    Acreditamos que é mais vantajoso trazer uma aceleradora parceira na maioria dos casos, e neste texto vamos explorar nossa visão sobre essa decisão.

    Uma iniciativa de inovação aberta tem várias etapas

    Antes de entender como e com quem realizar a iniciativa, precisamos enxergar o projeto em algumas etapas. Na metodologia do Quintessa, detalhada no Guia para Inovar com Impacto, realizamos um passo a passo de aprofundamento e definição de estratégia antes de implementar qualquer iniciativa.

    Com essa visão do todo, entendemos que algumas etapas podem ser realizadas internamente, enquanto outras são mais efetivas se realizadas com externos. A contratação de um parceiro pode depender do grau de maturidade da empresa em relação ao tema de inovação e de impacto positivo.

    Por exemplo, para aquelas que já estão mais avançadas nessa jornada e têm a inovação integrada à cultura da empresa, pode fazer sentido internalizar a etapa inicial, em que são mapeados os desafios da empresa a serem endereçados por meio da inovação aberta. Essa é uma entrega que envolve um bom conhecimento sobre a empresa e capacidade de navegar e dialogar com diferentes áreas. Vale destacar que ao optar por internalizar, é preciso garantir que uma pessoa estará dedicada nesta agenda.

    Ao ter uma pessoa dedicada, essa etapa acaba sendo um fluxo contínuo, em que a pessoa/área dedicada recebe demandas de outras áreas e capta desafios constantemente.

    Curadoria de startups e visão de mercado

    Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) avaliou as iniciativas de relacionamento entre grandes empresas e startups na América Latina e revelou que entre as principais dificuldades apontadas pelas empresas para trabalhar com startups estão: identificar negócios que podem gerar valor para a corporação e atrair empreendedores qualificados.

    Uma aceleradora parceira pode solucionar essas dificuldades ao trazer um pipeline de negócios mais robusto e já com uma curadoria, uma visão ampla de mercado para analisar o diferencial, potencial de inovação e de modelo de negócio das startups, além de metodologias de seleção já validadas com diversas startups ao longo da sua experiência. O sucesso da iniciativa não está na quantidade de startups inscritas, mas na qualidade dos negócios e aderência aos desafios da empresa.

    No Quintessa, temos uma base de mais de 4 mil startups de impacto mapeadas, o que agrega muito valor na seleção. Não só abrimos a chamada aberta para inscrições, como convidamos ativamente os empreendedores que já mapeamos para se inscreverem, a partir dos critérios da iniciativa. De 70% a 95% das startups participantes das turmas que formamos nos últimos programas se inscreveram após o nosso convite ativo. Ter uma aceleradora referência e com presença forte no mercado de startups pode fazer a diferença e trazer credibilidade para o programa.

    Ao realizar a etapa de curadoria, vemos que além de trazer uma boa quantidade de inscrições qualificadas, conseguimos trazer eficiência e metodologia para a seleção, sem que a empresa dependa de uma pessoa com pouco tempo disponível para administrar dúvidas e mensagens dos candidatos em redes sociais e e-mails ou desenvolver um método de avaliação.

    Ainda assim, colaboradores que estão dentro da empresa têm uma visão sobre as prioridades e uma melhor articulação entre as áreas. Por isso, mesmo contratando uma aceleradora, é estratégico ter uma pessoa dedicada na seleção, que possa trazer essa visão do todo e um olhar técnico e estratégico ao avaliar as soluções das startups. Em geral, nos programas que realizamos há uma pessoa dedicada parcialmente ao programa, cuidando de outras iniciativas ao mesmo tempo. 

    Diferentes formatos de programas exigem conhecimentos distintos

    No último texto, falamos sobre as diferenças entre os programas de inovação aberta. A execução de cada um deles também demanda expertises diferentes. Por isso, para empresas mais maduras em relação a processos de inovação e no relacionamento com startups, pode fazer sentido internalizar a realização de POCs e implementação de pilotos.

    Já nos programas de aceleração, independente da maturidade da empresa, faz mais sentido contar com um parceiro. A aceleração demanda expertise sobre metodologias de empreendedorismo e gestão alinhadas ao contexto das startups.

    Ainda assim, estar maduro no relacionamento com scale-ups (startups mais avançadas) não significa que terá facilidade em dialogar com startups em estágio de validação (mais iniciais), pois são outras demandas, desafios e formas de agregar valor, e neste caso contar com uma aceleradora pode valer a pena. 

    Integrar inovação e impacto positivo

    Quando falamos em iniciativas que conectam inovação e sustentabilidade/impacto positivo, pode fazer sentido trabalhar com uma aceleradora especializada nesse universo. A falta de experiência pode fazer a agenda não avançar e cair em um ponto cego dos executivos em não conseguir enxergar uma integração entre os dois campos. 

    Já vimos alguns programas darem errado ao igualar “impacto” com os demais critérios de seleção, mas sem detalhar seu significado e sem ter um parceiro especialista na área. Dessa forma, é difícil para a empresa encontrar bons candidatos que resolvam problemas reais de impacto socioambiental. Além de que, avaliar impacto não é algo trivial, por isso é importante ter um parceiro com essa experiência.

    A aceleradora tem o papel de mediação

    Mais um motivo para ter um parceiro externo, que é pouco percebido, é o papel de ‘mediação’ que uma aceleradora pode oferecer. Quando as empresas fazem o processo com time interno, vemos uma certa confusão de papéis: em um dia a empresa está cobrando resultados e propostas como potencial parceiro ou cliente, no outro está apoiando a startup, e por vezes isso pode levar a conflitos de interesses. 

    Ao contar com uma aceleradora externa, a empresa se mantém na cadeira que precisa estar – de potencial parceiro/cliente da startup. A aceleradora faz o papel de mediar essas conexões e de apoiar os empreendedores com a mão-na-massa no dia a dia, inclusive para poderem se preparar com o diálogo com as empresas. Mesmo com a aceleradora, os executivos da empresa se mantêm ainda muito próximos neste apoio e troca de experiências, como falamos neste texto sobre cultura e sobre os motivos para realizar uma iniciativa de inovação aberta.

    Em resumo, os motivos para decidir entre internalizar ou contar com um parceiro podem ser baseados em conhecimento técnico, metodologias para seleção e relacionamento com startups, repertório e experiência com programas similares para lidar com os desafios de implementação, rede de relacionamento já estabelecida com startups, reputação e credibilidade de marca para atrair empreendedores qualificados, tipo de programa que será implementado, maturidade no assunto e cultura da empresa, entre outros.

    Acreditamos que o apoio de uma aceleradora pode ser crucial para o êxito da iniciativa. Falando pela nossa experiência como Quintessa, começamos a apoiar essa relação depois de anos de desenvolvimento de metodologias próprias de aceleração para empreendedores, de preparação para investimento, de mediação do estabelecimento de novas parcerias. Isso nos levou a desenvolver uma metodologia de ponta para o relacionamento de qualidade com as startups, levando aos melhores resultados para os parceiros e startups mais satisfeitas com os programas.

    Sendo uma aceleradora especializada em impacto socioambiental, garantimos a seriedade da pauta, com um know-how estruturado e genuíno no tema ESG e com a maior base de startups de impacto do mercado brasileiro.

    Além disso, ao trabalharmos com diferentes empresas, compartilhamos os aprendizados dos programas, fazendo com que a curva de aprendizado do ecossistema como um todo acelere.

    Este tema faz parte do Guia para Inovar com Impacto, publicação inédita do Quintessa que apresenta um passo a passo para criar programas de inovação aberta que gerem valor para o negócio e impacto socioambiental positivo. Acesse o Guia completo aqui!

    Para entender melhor como o Quintessa pode ser parceiro da sua iniciativa de inovação aberta com impacto positivo, entre em contato conosco: [email protected]

  • Podcast | Hidra Podcast com Anna de Souza Aranha

    Podcast | Hidra Podcast com Anna de Souza Aranha

    Conversas com quem cria – e cresce – na incerteza

    O Hidra Podcast, de Mariana Fonseca e Pedro Hércules, entrevistou a diretora do Quintessa, Anna de Souza Aranha.

    O Hidra número 10 está no ar! E pra vestir a camisa da articulação de jogadas e assistências ninguém melhor que a Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa. O Quintessa é uma das principais aceleradoras de negócios de impacto social e ambiental do país, pelo qual já passaram diversos negócios que são referência para o setor. Eles também tem um programa de captação de investimentos para estes negócios e auxiliam grandes empresas a se aproximarem dos temas ESG (ou, ASG). A conversa foi muito rica e a gente tem certeza que vocês vão curtir. Aperta o play!

  • Ouse dar potência à humanidade que existe em você

    Ouse dar potência à humanidade que existe em você

    O que a gente precisa é de gente humana, inconformada, corajosa — e disposta a agir

    “ESG”, felizmente, chegou ao mainstream. Cada vez mais há recursos para fundos de investimento de impacto. Contornada por diversos conceitos distintos (como Empresas B, capitalismo consciente, capitalismo de stakeholders, negócios de impacto, entre outros), a ideia de que não basta se satisfazer apenas com o lucro e retorno financeiro gerado chegou.

    A ideia de que é preciso olhar além – seja mitigando riscos, adotando práticas alinhadas aos aspectos sociais, ambientais e de governança, ou resolvendo desafios sociais e ambientais a partir da sua atividade principal – começou a furar a bolha. Mas, se ela ainda não chegou para você, por que olhar para ela?

    Há três vertentes para racionalizar a resposta. A primeira: pela dor, medo de perder, constrangimento de regulamentações e exigências de consumidores, colaboradores e investidores. A segunda: pela conveniência, inteligência, oportunidade em ganhar ainda mais — fundamentada pelos estudos que demonstram o retorno de investimentos sustentáveis superior aos tradicionais. A terceira, pelo amor, pela convicção, pela consciência – que é a que vou explorar aqui, dada que as demais já foram embasadas antes.

    Acho que além das argumentações racionais, às quais estamos viciados como sociedade, há um motivo maior e mais simples. Porque faz sentido. Porque é necessário. Porque se não, não estaremos vivos para podermos operar da forma como operávamos antes. A crise ambiental que vivemos é também uma crise social – seja porque nós somos uma das espécies afetadas por ela, seja porque somos a espécie que está causando ela.

    Há algum tempo, como professora no MBA da FIAP, fiz com diversas turmas um exercício muito simples — estimulava a pessoa a refletir sobre seus valores pessoais, entender o quanto estavam alinhados às suas práticas diárias no trabalho e então propor novas práticas ou reforçar outras para poder garantir um maior alinhamento. Tendo visto mais de quase 200 respostas ao exercício, fiquei chocada em ver que elas todas iam para caminhos comuns.

    Exemplifico: ouvir o cliente e vender algo que lhe fosse de fato útil, sem ter que vender algo que está vinculado à sua meta, mas que sabe que é ruim para o cliente.

    Ter mais espaços de escuta com o time e poder compartilhar aprendizados com outros. Poder unir mais o lado pessoal e profissional, sendo mais transparente sobre o que pensa e sente no ambiente de trabalho. E tantas outras, mais ou menos sofisticadas, nessa linha.

    Minha reflexão foi de que parecia que a resposta estava apenas em não atrapalhar as pessoas para que elas pudessem expressar seus valores e sua humanidade, o que já traziam naturalmente dentro de si, sem esbarrar em regras e políticas que impedissem isso.

    Quando falamos sobre ESG, acho que há (ou deveria haver) essa mesma reflexão por trás. Podemos pensar de uma forma racional sobre o eixo de “diversidade”, mas não há uma abordagem mais natural, orgânica, humana, na qual podemos chegar nesse eixo simplesmente pensando “não parece estranho que alguns grupos de pessoas não consigam alcançar as mesmas oportunidades que chegam a outros, de forma mais equânime?”.

    A mesma coisa para a questão ambiental. Podemos olhar para um eixo ambiental a partir de frames, métodos e políticas, mas também podemos chegar a uma ideia de ação refletindo “não parece justo que eu ajude a regenerar o ecossistema do qual estou extraindo água do lençol freático, pensando que a população local não deveria ser prejudicada pela minha empresa?”. Ou mesmo dentro do viés de “se eu posso beneficiar os pequenos fornecedores que atuam na minha cadeia de valor, convertendo isso em fidelização, produtividade ou qualidade do produto, não parece um desperdício não fazer isso?”.

    Algumas ideias que às vezes consideramos geniais e fora da caixa são muitas vezes óbvias, apenas não vistas por termos nos viciado tanto a um certo modo de pensar, enxergar, fazer negócios, que ficam escondidas por trás de nossos pontos cegos.

    Este é um trecho da coluna de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no Um Só Planeta

    LEIA O TEXTO COMPLETO NO UM SÓ PLANETA

  • ESG na Prática: Quintessa lança iniciativa focada em conectar grandes empresas e startups de impacto

    ESG na Prática: Quintessa lança iniciativa focada em conectar grandes empresas e startups de impacto

    Nova edição da Plataforma Negócios pelo Futuro tem foco em soluções de startups que impulsionam a adoção de práticas ambientais, sociais e de governança nas empresas

    Está no ar uma nova edição da Plataforma Negócios Pelo Futuro, iniciativa do Quintessa que conecta marcas (empresas, institutos e fundações) aos negócios de impacto para que, juntos, protagonizem a construção de uma nova realidade possível.

    Cada vez mais se fala no termo ESG, uma tendência que veio para ficar.  Existem diferentes abordagens do termo, como na adequação de critérios de investimento, na criação de novos produtos e serviços, na revisão de projetos de filantropia corporativa, e na adoção de práticas na operação da empresa. 

    A tendência crescente do conceito ESG tem mobilizado grandes empresas na adoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança e a aceleradora vê na inovação aberta e na conexão com as startups de impacto um caminho eficaz para que as empresas cumpram estes compromissos. 

    Na segunda edição da Plataforma Negócios pelo Futuro, o Quintessa vai conectar grandes empresas e soluções inovadoras de startups de impacto, para que, por meio de parcerias e contratações de suas soluções, impulsionem a adoção de práticas ESG na sua operação.

    As startups trarão soluções para os principais desafios das empresas nos pilares: Ambiental (como gestão de resíduos, eficiência energética, redução de emissão de carbono e eficiência hídrica); Social (como promoção de diversidade e inclusão no time, promoção de saúde e educação aos colaboradores e fornecedores); e Governança (como gestão de indicadores de sustentabilidade, transparência e combate à corrupção).

    Esta segunda edição, denominada “ESG na Prática”, é realizada em parceria com a Alvarez & Marsal, via BizHub.

    As empresas podem fazer parte por meio de três categorias: participante, apoiadora e patrocinadora. A aceleradora está agora focada em convidar empresas para estas duas últimas.

    As apoiadoras e patrocinadoras participarão da definição dos desafios prioritários dentro dos três pilares, da seleção das startups e dos três Eventos, compostos por apresentações de pitchs das startups, banca, e realização de speed dating com os empreendedores das startups, em encontros individuais para conexão direta, de forma que firmem parcerias e gerem valor mútuo. Além disso, terão sua marca posicionada durante toda a divulgação dos Eventos.

    A iniciativa acontecerá entre Abril e Agosto deste ano, sendo uma oportunidade para quem deseja ingressar na temática ou complementar a atuação de seus programas de inovação aberta já existentes.

    “Há 12 anos trabalhamos junto às startups de impacto, tendo hoje uma rede de mais de 4 mil que já identificamos e nos relacionamos – tendo acelerado e implementado pilotos com centenas delas. Neste momento do mercado, é nosso papel facilitarmos a conexão entre estes dois atores e oferecermos nossas metodologias e expertise para potencializar esse processo. Essa é uma ação que une diversas marcas em uma mesma iniciativa, sendo complementar aos Programas em Parceria proprietários que desenvolvemos com Braskem, CPFL, Facebook, entre outros, sempre focados em inovação aberta para geração de negócios e impacto positivo”, diz Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa.

    Para quem está se introduzindo no assunto, vale conferir este texto recente que o Quintessa publicou sobre como startups de impacto podem impulsionar a agenda de sustentabilidade e práticas ESG nas grandes empresas.

    Na primeira edição da Plataforma, o foco foi impulsionar soluções dos negócios de impacto que colaboravam diretamente para a redução dos danos causados pela COVID-19. Foram mobilizados R$ 650 mil junto à Península e Provence Capital, dois destacados family offices, para apoiar a implementação de soluções em geração de emprego, microcrédito e moradia de três negócios de impacto: Parças Development School, Programa Vivenda e Fundo Periferia Empreendedora.

    Para participar ou ser uma empresa apoiadora da iniciativa,  acesse mais informações em www.negociospelofuturo.com.br.

  • A importância dos rituais de fim de ano para fortalecer a cultura do negócio

    A importância dos rituais de fim de ano para fortalecer a cultura do negócio

    Com o crescimento do Quintessa nos últimos anos e acompanhando também a pauta de gestão de pessoas nos negócios que aceleramos, cada vez mais vemos a importância da criação e manutenção de uma cultura como elemento necessário para o crescimento sustentável de um negócio.

    Aqui no Quintessa esse tema tem bastante peso no dia a dia e especialmente no final do ano alguns rituais aparecem para reforçar e fortalecer ainda mais a nossa cultura, que vamos compartilhar neste texto.

    Imersão de time

    A imersão é o momento em que saímos do escritório para debatermos assuntos importantes, em um tempo de qualidade e sem distrações da correria do dia a dia, e termos uma integração e criar laços entre o time de forma mais descontraída.

    Em 2020, nesse cenário de isolamento social, realizamos as duas imersões de forma online, enviando um kit para a casa de cada um, com elementos para serem utilizados durante as dinâmicas e discussões e com “mimos” para que cada um se sentisse cuidado.

    No meio do ano, escolhemos um tema chave para discussão, que foi a nossa cultura, e trocamos sobre como cada um estava pessoalmente no contexto de pandemia. E no final do ano construímos o planejamento estratégico do próximo ano.

    Leia mais: Gestão de pessoas e cultura: dicas para negócios de impacto

    Feedback 360º

    Não há dúvidas de que o feedback é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento pessoal e muito se fala sobre boas práticas para dar e receber feedbacks de forma construtiva, prática e transparente.

    Aqui no Quintessa, tendo uma cultura que preza pela colaboração, participação e autonomia, utilizamos o Feedback 360º para fazer isso de forma horizontal.

    Como funciona? Cada pessoa escolhe outras 5-8 pessoas com quem teve mais contato e trabalhou junto ao longo do ano para receber feedbacks delas, além de cada um também fazer sua autoavaliação. Assim, tanto líderes e liderados trocam feedbacks, como também os pares.

    Essa avaliação não é com base essencialmente em metas e indicadores de desempenho, mas em como aquela pessoa exerceu os cinco valores do Quintessa: 

    • Entregar o melhor
    • Olhar humano, ser parceiro e ter cuidado com o outro
    • Coragem para fazer diferente
    • Ser coerente com o que penso, sinto e faço
    • Só é sustentável se for prazeroso

    Remuneração e bônus

    Nossa cultura também é orientada a resultados e por isso utilizamos a remuneração variável como ritual para reforçar esse aspecto, além de ser uma forma de compartilhar com cada um do time os méritos e resultados alcançados pela organização no ano.

    Nesse texto falamos sobre a implementação de diferentes modelos de remuneração variável,  e nós utilizamos o bônus como forma de não só incentivar nossos valores de excelência na entrega, como um incentivo ao olhar coletivo:  a liberação do bônus para todos os colaboradores é condicionada ao atingimento de metas coletivas, o que ajuda a garantir que todos estão trabalhando em uma mesma direção. 

    O quanto cada um recebe está ligado ao desempenho individual e contribuição para essas metas coletivas e individuais, tanto em termos de resultados como em termos comportamentais (alinhado aos nossos valores, que comentamos anteriormente).

    Planejamento estratégico e participação

    O planejamento estratégico é a base para direcionar os objetivos da empresa naquele ano e no longo prazo.

    Para conectar o planejamento à prática, nós utilizamos a ferramenta do OKR, que por si só já é uma forma de orientar o time para um olhar de resultados e fazer todos caminharem para objetivos comuns, como falamos nesse texto.

    Porém, mais importante que o planejamento em si é a sua construção e implementação, o que pode fazer muita diferença na cultura e forma de trabalhar. Aqui no Quintessa, o ritual de construção do planejamento estratégico incentiva nossas crenças de autonomia e participação, pois é construído de forma aberta entre todos.

    Geralmente abrimos um espaço para cada um sugerir quais são os objetivos que considera mais relevantes para o próximo ano, por exemplo: ampliar o impacto gerado, aumentar vendas, criar novas frentes de negócio, cultura, diversidade…

    Com todos os temas sugeridos, votamos e compreendemos aqueles que têm maior alinhamento entre todos do time. Cada objetivo fica com um ou mais responsáveis, que detalharão melhor ele e definirão os KRs atrelados a ele. Voltamos novamente ao time todo, para que haja uma validação coletiva dos Objetivos e KRs do ano seguinte. Ao final, levamos para validação do Conselho Quintessa, que oficializa a definição.

    Com o crescimento do time, o desafio de ter espaços de co-construção aumenta. Nesse ano de 2020, com o time maior e muitas novas possibilidades que surgiram ao longo do ano, fizemos uma dinâmica de pitchs. Cada colaborador ou grupo de pessoas pôde propor um projeto para o ano de 2021, apresentando um pitch que respondeu às seguintes perguntas: Por que esse projeto é relevante para o Quintessa? Por que deve ser feito em 2021? Quais são as ações necessárias? Quais os recursos e orçamento do projeto?

    Após um dia de apresentações, votamos nos pitchs e definimos também quais deveriam se tornar objetivos do ano e quais deveriam ser projetos à parte. Pós pitchs, mesclamos ambientes de definição da diretoria, do Conselho, de subgrupos de trabalho e momentos com todo o time reunido – de forma que o processo permanecesse participativo, mas também fosse eficiente e com uma governança alinhada ao espaço de decisão de cada um. Um bom elemento a ser considerado é a diferenciação da participação e da decisão, podendo desenhar uma governança que acolha todo o time, sem perder a qualidade da decisão.

    Confraternização de final de ano

    Para além do time interno, o trabalho do Quintessa como aceleradora envolve também uma relação muito próxima com nossos mentores e empreendedores, por isso uma confraternização entre todas as partes também é um ritual que faz parte da nossa cultura, para celebrar o que construímos juntos e promover espaços de trocas entre todos.

    Neste momento de isolamento social, fizemos o nosso encontro online e enviamos um kit de happy hour na casa de cada um, com cervejas e petiscos, para não perdermos a comemoração. Utilizamos uma ferramenta online que simula um ‘speed dating’ e pudemos proporcionar muitas trocas e fazer todo mundo se conhecer, mesmo que virtualmente.

    É claro que a cultura deve ser reforçada com rituais ao longo de todo o ano, com feedbacks, acompanhamento de metas, etc. Mas acreditamos que o final de ano é uma ótima oportunidade para colocar em prática o cuidado com as pessoas e as práticas de gestão e governança participativas, elementos que são imprescindíveis para o nosso crescimento. 

  • Podcast | Como as organizações podem (e devem) transformar a sociedade

    Podcast | Como as organizações podem (e devem) transformar a sociedade

    A diretora do Quintessa, Anna de Souza Aranha, participa do podcast Brothers & Founders, da startup Talent Academy, para falar sobre o setor de negócios de impacto.

    Ouça no Spotify abaixo ou em outras plataformas clicando aqui.

    Já ouviu falar em Setor 2.5 (Dois e Meio)? Unindo características próprias do segundo setor (empresas focadas em geração de lucro) e do terceiro setor (ONGs focadas em gerar impacto positivo), o conceito propõe uma solução para o mito desanimador que muitos de nós escutamos, por muito tempo, de que só se pode ou gerar lucro ou focar em impacto socioambiental, como se fossem contraditórios, incompatíveis.

    Agora, troque o “ou” por “e”: a verdade, felizmente, é que ambas as coisas podem (e devem) coexistir em uma mesma organização, sendo possível colher disso ainda mais frutos: fidelização – de clientes, time, investidores e demais #stakeholders –, melhores resultados e mais #inovação são apenas alguns dos exemplos. Da união de setores já citados, nascem os híbridos “negócios de impacto” – como você talvez tenha visto no nosso último post, temos a maior alegria em afirmar que somos reconhecidos como um.

    Nós já surgimos com um #propósito claro visando impactar positivamente a sociedade por meio da #transformação do mundo do trabalho, mas outra boa notícia é que o seu negócio não precisa ter nascido como um para tornar-se. Para falar então da prioritária pauta #Impacto (tema dos nossos conteúdos em Novembro!), convidamos nesse episódio Anna de Souza Aranha (FGV, Stanford, Singularity): Diretora do Quintessa, maior aceleradora de negócios de impacto do Brasil, dedica-se desde 2012 a estruturar a gestão, impulsionar o crescimento e captar investimento para empresas que resolvem os desafios centrais do nosso país.

    Futuro e papel das empresas. Transformação da mentalidade organizacional. Consumidor como agente ativo e questionador. Posicionamento de marcas. Realização pessoal. Capacidade de pensar a longo prazo. Esses são só alguns dos assuntos que surgiram nesse especial bate-papo. Descubra tudo agora ouvindo o #13 episódio de Brothers & Founders!

  • Palestra | Retorno financeiro e transformações sociais

    Palestra | Retorno financeiro e transformações sociais

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    Palestra de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no evento Laços, em Setembro/2020