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  • Quintessa mapeia 192 startups para resolver questão energética no Brasil

    Quintessa mapeia 192 startups para resolver questão energética no Brasil

    O Brasil enfrenta a sua pior crise hídrica dos últimos 91 anos. O cenário se deve muito em decorrência das mudanças climáticas, que se intensifica pelos números recordes de desmatamento e queimadas e queima de combustíveis fósseis, além, é claro, da falta de chuva, deixando reservatórios das hidrelétricas vazios. Somado isso ao aumento da demanda de energia na retomada econômica do país, e mundial, estamos cada vez mais próximos de viver novamente apagões energéticos.

    Pensando neste cenário, o Quintessa realizou um estudo que traz 194 startups brasileiras que podem ajudar a resolver a questão energética do país.

    Aceleradora de impacto pioneira no Brasil, o Quintessa já impulsionou o crescimento de mais de 250 startups de impacto e mapeou mais de 4,5 mil, sendo que 190 destas têm grande potencial em atuar em três frentes urgentes e necessárias: uso de fontes renováveis, eficiência energética, monitoramento e gerenciamento de energia.

    Grande parte das startups mapeadas têm capacidade de auxiliar a indústria privada e setores públicos na melhor utilização de recursos energéticos, na oferta de energias renováveis, além de ajudar a entender possíveis e melhores cenários. 

    São 100 startups com foco em energia solar, o que demonstra a força e crescente demanda por essa fonte e pela necessidade de diversificação da matriz brasileira, ainda muito dependente da fonte hidrelétrica, como mostra o levantamento da ANEEL/ABISOLAR, de 2021:

    Além de ser uma fonte limpa, a energia solar também gera impacto social, sendo geradora dos chamados ‘empregos verdes’ e se apresentando como uma alternativa em termos de acesso e viabilidade para quem ainda não a têm, e também para a grande parte dos brasileiros que está sendo impactada com o aumento da conta de luz. É o caso da Revolusolar, que instala placas fotovoltaicas em comunidades cariocas, e a  Litro de Luz, que está levando energia para muitas comunidades remotas no Brasil e já faz parcerias com diferentes empresas.

    Já no campo da energia eólica, que representa quase 10% da matriz brasileira, foi encontrada somente uma startup, mas alguns negócios que oferecem assinatura de energia limpa incluem a eólica entre as fontes possíveis.

    20% das startups estão focadas em eficiência energética, ou seja, em otimizar a geração de energia utilizando menos recursos naturais ou custos. Alguns exemplos são soluções que se acoplam a chuveiros para aquecer a água gastando menos energia, ou como a Energia das Coisas, que monitora todos os equipamentos eletrônicos e propõe planos para economia de energia. Neste mesmo sentido, há 21 (11%) especializadas em gerenciamento de energia para empresas ou indústrias, que conseguem entender as necessidades e apresentar as melhores soluções em energia limpa.

    Outro exemplo é a startup Lemon Energia, que desenvolveu um sistema que conecta PMEs e geradoras de energia eólica, solar ou de biogás. Desta forma, é possível que comércios e donos de estabelecimentos contratem eletricidade diretamente de um fornecedor, assim permitindo negociar preços mais baixos e ainda sabendo que consumirá energia de uma fonte limpa.

    Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, explica a importância de a indústria olhar para Startups que possam contribuir com problemas que possam resolver muitos dos problemas energéticos do país. “Milhares de pessoas estão envolvidas em projetos que buscam soluções para muitos problemas da sociedade e do meio ambiente e com a eficiência energética não é diferente, essas 192 startups podem oferecer oportunidades de melhora em gargalos de sustentabilidade que grandes empresas possuem, sendo potenciais parceiras de negócios e fornecedoras para aquelas que, na linha de atuação ESG [ambiental, social e governança], fizeram compromissos em redução de emissão de gases que afetam as mudanças climáticas – além de auxiliarem na redução de custos a médio prazo”, diz Aranha.

    O estudo do Quintessa também demonstra que há Startups com este intuito espalhadas pelo Brasil, mas, a maioria está no Sudeste, especificamente em São Paulo (40%), seguido de Minas Gerais (15%) e Rio de Janeiro (10%). Esse padrão é comum para qualquer segmento, dado que a região concentra a maior base de startups e empresas do país, além de concentrar a maior parte da produção de energia. Vale o destaque para Minas Gerais, que concentra 20% da produção de energia solar do Brasil, e por isso conta com mais da metade das startups do estado neste segmento (15 no total).

    Ainda neste viés de estudos, a Agência Internacional de Energia produziu relatório em outubro de 2020 afirmando que os investimentos em projetos energéticos descarbonizados devem triplicar em dez anos para (alcançar) a neutralidade de carbono em 2050, ou seja, o tema não poderia estar mais próximo da COP 26.

    “Mais do que aumentar a capacidade produtiva e resolver os problemas de energia de suas companhias, os empresários precisam entender a importância disso tudo perante a sociedade. Buscar alternativas aos combustíveis fósseis e hidrelétrico não é uma opção, é uma obrigação de todos”, afirma a diretora do Quintessa.

  • Programa Impulsionar: Secretarias municipais de educação buscam soluções inovadoras para prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática

    Programa Impulsionar: Secretarias municipais de educação buscam soluções inovadoras para prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática

    Startups de todo o Brasil podem se inscrever para participarem da iniciativa

    Secretarias municipais de educação, participantes do Programa Impulsionar, iniciaram as publicações de editais públicos para a contratação de soluções que atuam com redução e prevenção de defasagens de aprendizagem em Português e Matemática entre os estudantes do 6º ao 9º anos do ensino público. As secretarias de  Bonito (PE), Cabrobó (PE), Domingos Mourão (PI), Guaramiranga (CE), Igarassu (PE), Santa Maria (RS) e Volta Redonda (RJ) estão sendo apoiadas pelo Programa ImpulsiONar, que tem como financiadores Fundação Lemann, Imaginable Futures, BID Lab, e como parceiros técnicos Quintessa e Instituto Reúna. 

    O programa conecta redes de educação, organizações de apoio e edtechs, e tem como objetivo promover a equidade e qualidade de aprendizagem entre os estudantes do ensino público, por meio do desenvolvimento, implementação e multiplicação de soluções pedagógicas e digitais. 

    Segundo o UNICEF (2020), 97,3% das crianças e jovens de 4 a 17 anos frequentam a escola, mas não aprendem: a cada 100 crianças, só metade sabe ler aos 8 ou 9 anos, e 7 em cada 10 estudantes concluem o Ensino Médio com níveis insuficientes em português e matemática (Todos Pela Educação, 2019). Esse cenário é reflexo de um dos principais desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro: a defasagem de aprendizagem, ou seja, o acúmulo de habilidades não desenvolvidas ou parcialmente desenvolvidas por um estudante ao longo de seus anos escolares. 

    Se defasagem já era um problema crítico, com a pandemia, se acentuou ainda mais, sobretudo para públicos mais vulneráveis: segundo o UNICEF (2020), estima-se que 5,1 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à Educação em 2020, e os impactos da pandemia levaram a quedas de 19% na aprendizagem de Matemática e 13% de Língua Portuguesa, em São Paulo (Seduc-SP, 2020).

    É diante desse cenário que surge o Programa ImpulsiONar, que apoiará as secretarias participantes na seleção de até sete edtechs com soluções que contribuam com a prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática; uma edtech para cada secretaria municipal de educação da iniciativa.

    Para superar esse desafio, as Secretarias buscam soluções tecnológicas de apoio aos professores e estudantes. Recursos que podem auxiliar no desenvolvimento das habilidades de Língua Portuguesa e Matemática, apoiar na elaboração de instrumentos avaliativos e análises de dados e plataformas de gestão que permitam o acompanhamento do desempenho dos estudantes.

    Durante 9 meses, as startups receberão suporte especializado de uma consultoria jurídica para apoiá-las em processos de compra pública, apoio de uma consultoria de mensuração de resultados para comprovação da eficácia da solução, e a partir de  R$100 mil para implementação da solução nas escolas do Programa, com acompanhamento semanal do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil. As edtechs se envolverão em comunidades de prática com educadores, estudantes e outros profissionais do setor, para tornar o seu produto mais aderente para contratação pelo setor público;  e participarão de uma aceleração com o Quintessa, com diagnóstico individual de seu negócio para identificação dos seus desafios prioritários, suporte individual de um gestor do Quintessa e mentorias personalizadas em pautas de gestão, além ainda de acesso a especialistas em educação e suporte para aprimorar o modelo B2G do seu negócio.

    O programa, além de proporcionar que soluções inovadoras sejam relevantes em apoiar secretarias de educação e suas escolas na prevenção e redução de defasagens, marca uma inovação para o setor público. Os gestores públicos se ampararam em modalidades jurídicas que permitem um processo de teste de soluções a partir do Marco Legal das Startups (Lei Complementar nº 182, de 1º de junho de 2021) e modelo de chamadas públicas como o PitchGov, ampliando o diálogo entre os setores. Foi a primeira vez que a modalidade do Marco Legal das Startups foi utilizada por órgãos da administração direta, o que promete ser um “divisor de águas” para possibilitar a contratação dessas soluções e de implementação de inovações para a melhoria dos serviços públicos.

    “A cada dia vemos novos exemplos de como a tecnologia é uma grande aliada da educação, em especial para ajudar a reverter o quadro de defasagem de aprendizagem dos estudantes brasileiros. Estamos animadas com essa grande etapa do Programa impulsiONar pela colaboração entre startups, secretarias de educação e educadores para enfrentar, juntos, o desafio da defasagem”, diz Lucas Rocha, gerente de inovação da Fundação Lemann.

    Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil e parceira da iniciativa, comenta: “O programa é uma grande oportunidade para edtechs. Ele foca na dor de entrar, implementar e escalar soluções educacionais dentro do setor público. Elas terão suporte financeiro e especializado em aceleração, educação, compras públicas e mensuração de resultados. Isso tudo de forma integrada com o suporte pedagógico que os professores e educadores das secretarias já estarão recebendo. As edtechs são essenciais por trazerem suas soluções já desenvolvidas e que podem ser escaladas para apoiar os professores na mudança do cenário da educação pública.”

    As inscrições poderão ser feitas por startups de todo Brasil, por meio do site https://programaimpulsionar.com.br. É necessário verificar o prazo de inscrição no edital de cada Secretaria.

    Para seguir com a inscrição, é importante que as startups já estejam em estágio operacional e que possuam uma solução pronta para implementação. Mais detalhes sobre os editais, tipos de soluções procuradas, critérios de seleção e funcionamento do programa estão disponíveis no site.

    Serviço:
    Inscrições: a partir de 22 de novembro. O prazo de inscrição deve ser verificado no edital de cada Secretaria
    Como: Via internet, pelo https://programaimpulsionar.com.br
    Abrangência: Startups de todo o Brasil
    Seleção: Dezembro a Março
    Implementação das soluções: A partir de março

    Sobre a Fundação Lemann
    A Fundação Lemann acredita que um Brasil feito por todos e para todos é um Brasil que acredita no seu maior potencial: gente. Isso só acontece com educação de qualidade e com o apoio a pessoas que querem resolver os grandes desafios sociais do país. Nós realizamos projetos ao lado de professores, gestores escolares, secretarias de educação e governos por uma aprendizagem de qualidade. Também apoiamos centenas de talentos, lideranças e organizações que trabalham pela transformação social. Tudo para ajudar a construir um país mais justo, inclusivo e avançado. Saiba mais em: fundacaolemann.org.br. Siga-nos nas redes: Twitter, Instagram, Facebook e LinkedIn

    Sobre a Imaginable Futures
    A Imaginable Futures é uma empresa global de investimento filantrópico que acredita no poder do aprendizado para desbloquear o potencial humano e, nesse sentido, se propõe a fornecer a cada educando a oportunidade e as ferramentas necessárias para imaginar e concretizar um futuro melhor. Ao adotar uma abordagem de sistemas para resolver desafios complexos de educação, a Imaginable Futures trabalha em parceria com vários setores da sociedade para impulsionar a trajetória de estudantes de todas as idades.

    Com o sólido compromisso de estabelecer alianças locais e cocriar com aqueles a quem servimos, a Imaginable Futures capacita educandos, famílias e comunidades para se tornarem agentes de mudança do futuro. A Imaginable Futures, que tem administração global e operações locais no Brasil, Quênia e Estados Unidos, investiu US $200 milhões em mais de 125 parceiros na África, América Latina e América do Norte, bem como na Índia, com nossa organização irmã Omidyar Network India. A Imaginable Futures é um empreendimento do Grupo Omidyar. Visite imaginablefutures.com e siga-nos em @imaginablefut

    Sobre o BID Lab
    O BID Lab é o laboratório de inovação do Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, a principal fonte de desenvolvimento, financiamento e know-how para melhorar a vida na América Latina e no Caribe. O objetivo do BID Lab é impulsionar a inovação para a inclusão na região, mobilizando financiamento, conhecimento e conexões para co-criar soluções capazes de transformar a vida de populações vulneráveis afetadas por fatores econômicos, sociais ou ambientais. Desde 1993, o Laboratório do BID aprovou mais de US$ 2 bilhões em projetos implantados em 26 países da América Latina e Caribe. 

    Sobre o Quintessa
    O Quintessa é um ecossistema de soluções empreendedoras e inovadoras para os desafios sociais e ambientais centrais do país. Desde 2009, trabalha pela integração estratégica entre impacto positivo e resultado financeiro, atuando junto a empreendedores de negócios de impacto, grandes empresas, investidores, institutos e fundações para promover as agendas de inovação, impacto positivo e ESG. O Quintessa já identificou e mapeou mais de 5 mil startups e impulsionou mais de 250 startups de impacto de destaque em áreas como educação, saúde, meio ambiente, cidades sustentáveis e inclusão.

    www.quintessa.org.br

    Sobre o Instituto Reúna
    O Instituto Reúna é uma organização sem fins lucrativos criada para garantir a qualidade e consistência na educação básica. Partindo do desafio de implementar a Base Nacional Comum Curricular, o Reúna desenvolve, junto de uma rede ampla de parceiros, serviços técnico-pedagógicos em quatro frentes de atuação: formação, material didático, currículo e avaliação. Cada uma dessas iniciativas apoia o sistema educacional a garantir a aprendizagem de qualidade a que todos os alunos brasileiros têm direito.

  • Programa Impulsionar: Secretarias municipais de educação buscam soluções inovadoras para prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática

    Programa Impulsionar: Secretarias municipais de educação buscam soluções inovadoras para prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática

    Startups de todo o Brasil podem se inscrever para participarem da iniciativa

    Secretarias municipais de educação, participantes do Programa Impulsionar, iniciaram as publicações de editais públicos para a contratação de soluções que atuam com redução e prevenção de defasagens de aprendizagem em Português e Matemática entre os estudantes do 6º ao 9º anos do ensino público. As secretarias de  Bonito (PE), Cabrobó (PE), Domingos Mourão (PI), Guaramiranga (CE), Igarassu (PE), Santa Maria (RS) e Volta Redonda (RJ) estão sendo apoiadas pelo Programa ImpulsiONar, que tem como financiadores Fundação Lemann, Imaginable Futures, BID Lab, e como parceiros técnicos Quintessa e Instituto Reúna. 

    O programa conecta redes de educação, organizações de apoio e edtechs, e tem como objetivo promover a equidade e qualidade de aprendizagem entre os estudantes do ensino público, por meio do desenvolvimento, implementação e multiplicação de soluções pedagógicas e digitais. 

    Segundo o UNICEF (2020), 97,3% das crianças e jovens de 4 a 17 anos frequentam a escola, mas não aprendem: a cada 100 crianças, só metade sabe ler aos 8 ou 9 anos, e 7 em cada 10 estudantes concluem o Ensino Médio com níveis insuficientes em português e matemática (Todos Pela Educação, 2019). Esse cenário é reflexo de um dos principais desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro: a defasagem de aprendizagem, ou seja, o acúmulo de habilidades não desenvolvidas ou parcialmente desenvolvidas por um estudante ao longo de seus anos escolares. 

    Se defasagem já era um problema crítico, com a pandemia, se acentuou ainda mais, sobretudo para públicos mais vulneráveis: segundo o UNICEF (2020), estima-se que 5,1 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à Educação em 2020, e os impactos da pandemia levaram a quedas de 19% na aprendizagem de Matemática e 13% de Língua Portuguesa, em São Paulo (Seduc-SP, 2020).

    É diante desse cenário que surge o Programa ImpulsiONar, que apoiará as secretarias participantes na seleção de até sete edtechs com soluções que contribuam com a prevenção e redução de defasagens em Língua Portuguesa e Matemática; uma edtech para cada secretaria municipal de educação da iniciativa.

    Para superar esse desafio, as Secretarias buscam soluções tecnológicas de apoio aos professores e estudantes. Recursos que podem auxiliar no desenvolvimento das habilidades de Língua Portuguesa e Matemática, apoiar na elaboração de instrumentos avaliativos e análises de dados e plataformas de gestão que permitam o acompanhamento do desempenho dos estudantes.

    Durante 9 meses, as startups receberão suporte especializado de uma consultoria jurídica para apoiá-las em processos de compra pública, apoio de uma consultoria de mensuração de resultados para comprovação da eficácia da solução, e a partir de  R$100 mil para implementação da solução nas escolas do Programa, com acompanhamento semanal do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil. As edtechs se envolverão em comunidades de prática com educadores, estudantes e outros profissionais do setor, para tornar o seu produto mais aderente para contratação pelo setor público;  e participarão de uma aceleração com o Quintessa, com diagnóstico individual de seu negócio para identificação dos seus desafios prioritários, suporte individual de um gestor do Quintessa e mentorias personalizadas em pautas de gestão, além ainda de acesso a especialistas em educação e suporte para aprimorar o modelo B2G do seu negócio.

    O programa, além de proporcionar que soluções inovadoras sejam relevantes em apoiar secretarias de educação e suas escolas na prevenção e redução de defasagens, marca uma inovação para o setor público. Os gestores públicos se ampararam em modalidades jurídicas que permitem um processo de teste de soluções a partir do Marco Legal das Startups (Lei Complementar nº 182, de 1º de junho de 2021) e modelo de chamadas públicas como o PitchGov, ampliando o diálogo entre os setores. Foi a primeira vez que a modalidade do Marco Legal das Startups foi utilizada por órgãos da administração direta, o que promete ser um “divisor de águas” para possibilitar a contratação dessas soluções e de implementação de inovações para a melhoria dos serviços públicos.

    “A cada dia vemos novos exemplos de como a tecnologia é uma grande aliada da educação, em especial para ajudar a reverter o quadro de defasagem de aprendizagem dos estudantes brasileiros. Estamos animadas com essa grande etapa do Programa impulsiONar pela colaboração entre startups, secretarias de educação e educadores para enfrentar, juntos, o desafio da defasagem”, diz Lucas Rocha, gerente de inovação da Fundação Lemann.

    Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil e parceira da iniciativa, comenta: “O programa é uma grande oportunidade para edtechs. Ele foca na dor de entrar, implementar e escalar soluções educacionais dentro do setor público. Elas terão suporte financeiro e especializado em aceleração, educação, compras públicas e mensuração de resultados. Isso tudo de forma integrada com o suporte pedagógico que os professores e educadores das secretarias já estarão recebendo. As edtechs são essenciais por trazerem suas soluções já desenvolvidas e que podem ser escaladas para apoiar os professores na mudança do cenário da educação pública.”

    As inscrições poderão ser feitas por startups de todo Brasil, por meio do site https://programaimpulsionar.com.br. É necessário verificar o prazo de inscrição no edital de cada Secretaria.

    Para seguir com a inscrição, é importante que as startups já estejam em estágio operacional e que possuam uma solução pronta para implementação. Mais detalhes sobre os editais, tipos de soluções procuradas, critérios de seleção e funcionamento do programa estão disponíveis no site.

    Serviço:
    Inscrições: a partir de 22 de novembro. O prazo de inscrição deve ser verificado no edital de cada Secretaria
    Como: Via internet, pelo https://programaimpulsionar.com.br
    Abrangência: Startups de todo o Brasil
    Seleção: Dezembro a Março
    Implementação das soluções: A partir de março

    Sobre a Fundação Lemann
    A Fundação Lemann acredita que um Brasil feito por todos e para todos é um Brasil que acredita no seu maior potencial: gente. Isso só acontece com educação de qualidade e com o apoio a pessoas que querem resolver os grandes desafios sociais do país. Nós realizamos projetos ao lado de professores, gestores escolares, secretarias de educação e governos por uma aprendizagem de qualidade. Também apoiamos centenas de talentos, lideranças e organizações que trabalham pela transformação social. Tudo para ajudar a construir um país mais justo, inclusivo e avançado. Saiba mais em: fundacaolemann.org.br. Siga-nos nas redes: Twitter, Instagram, Facebook e LinkedIn

    Sobre a Imaginable Futures
    A Imaginable Futures é uma empresa global de investimento filantrópico que acredita no poder do aprendizado para desbloquear o potencial humano e, nesse sentido, se propõe a fornecer a cada educando a oportunidade e as ferramentas necessárias para imaginar e concretizar um futuro melhor. Ao adotar uma abordagem de sistemas para resolver desafios complexos de educação, a Imaginable Futures trabalha em parceria com vários setores da sociedade para impulsionar a trajetória de estudantes de todas as idades.

    Com o sólido compromisso de estabelecer alianças locais e cocriar com aqueles a quem servimos, a Imaginable Futures capacita educandos, famílias e comunidades para se tornarem agentes de mudança do futuro. A Imaginable Futures, que tem administração global e operações locais no Brasil, Quênia e Estados Unidos, investiu US $200 milhões em mais de 125 parceiros na África, América Latina e América do Norte, bem como na Índia, com nossa organização irmã Omidyar Network India. A Imaginable Futures é um empreendimento do Grupo Omidyar. Visite imaginablefutures.com e siga-nos em @imaginablefut

    Sobre o BID Lab
    O BID Lab é o laboratório de inovação do Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, a principal fonte de desenvolvimento, financiamento e know-how para melhorar a vida na América Latina e no Caribe. O objetivo do BID Lab é impulsionar a inovação para a inclusão na região, mobilizando financiamento, conhecimento e conexões para co-criar soluções capazes de transformar a vida de populações vulneráveis afetadas por fatores econômicos, sociais ou ambientais. Desde 1993, o Laboratório do BID aprovou mais de US$ 2 bilhões em projetos implantados em 26 países da América Latina e Caribe. 

    Sobre o Quintessa
    O Quintessa é um ecossistema de soluções empreendedoras e inovadoras para os desafios sociais e ambientais centrais do país. Desde 2009, trabalha pela integração estratégica entre impacto positivo e resultado financeiro, atuando junto a empreendedores de negócios de impacto, grandes empresas, investidores, institutos e fundações para promover as agendas de inovação, impacto positivo e ESG. O Quintessa já identificou e mapeou mais de 5 mil startups e impulsionou mais de 250 startups de impacto de destaque em áreas como educação, saúde, meio ambiente, cidades sustentáveis e inclusão.

    www.quintessa.org.br

    Sobre o Instituto Reúna
    O Instituto Reúna é uma organização sem fins lucrativos criada para garantir a qualidade e consistência na educação básica. Partindo do desafio de implementar a Base Nacional Comum Curricular, o Reúna desenvolve, junto de uma rede ampla de parceiros, serviços técnico-pedagógicos em quatro frentes de atuação: formação, material didático, currículo e avaliação. Cada uma dessas iniciativas apoia o sistema educacional a garantir a aprendizagem de qualidade a que todos os alunos brasileiros têm direito.

  • Fusões com negócios de impacto revelam maturidade das startups e avanço de novos negócios integrados à ESG

    Fusões com negócios de impacto revelam maturidade das startups e avanço de novos negócios integrados à ESG

    No primeiro semestre deste ano, o ecossistema brasileiro de startups realizou 134 M&As (fusões e aquisições), e os investimentos de empresas nas startups têm crescido. Companhias como o Magalu, que adquiriu 22 startups nos últimos 18 meses, mostram como o investimento ou a compra desse tipo de empresa é uma estratégia cada vez mais presente para acelerar a inovação nas grandes corporações, seja para oferta de novos produtos e serviços, aumento de eficiência e celeridade na solução de desafios ou para entrada em novos mercados, entre outros motivos.

    Com a relevância crescente do tema ESG, os investimentos, fusões e aquisições movimentaram o campo das startups de impacto positivo. 

    Além disso, a movimentação também é impulsionada pela ampliação da prática de inovação aberta e pelo fato das startups estarem integradas à agenda de novos negócios das corporações, complementando e trazendo inovação para seu portfólio de produtos e serviços. 

    Vimos recentemente a startup Eduqo ser 100% adquirida pela Arco Educação por R$ 30 milhões, após quadruplicar de tamanho na pandemia com seu sistema digital de gestão de aprendizagem personalizada. A Arco já havia adquirido em 2020 a startup de impacto Nave à Vela, que leva a cultura maker e o currículo de inovação e desenvolvimento de competências socioemocionais para as escolas, mas não teve o valor divulgado. 

    As duas startups foram aceleradas pelo Quintessa, aceleradora pioneira no ecossistema de impacto. O Quintessa também revelou outros casos, como o da Boomera, que é referência em gestão de resíduos e economia circular, e que teve 50% adquiridos pela Ambipar em junho deste ano. A Ambipar não abriu o valor investido, mas noticiou grande sinergia com o trabalho de transformação dos resíduos plásticos pós-consumo em matéria-prima e com a rede de mais de 500 cooperativas de catadores e 8 mil cooperados da startup.

    Ainda no segmento de economia circular, temos o caso da GrowPack, que desenvolveu uma tecnologia para embalagens biodegradáveis feitas a partir de resíduos agrícolas, e que recebeu aporte da Ambev como capital semente e compromisso de comprar seus produtos em grande quantidade, trazendo tração comercial e escala na esteira das metas de sustentabilidade da gigante de bebidas.

    No meio financeiro, não só as fintechs estão nos holofotes. O Nubank anunciou um aporte na {Parças}, startup que ensina programação para ex-detentos e pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social com o objetivo de inclusão no mercado de trabalho. Parte dos compromissos com diversidade do banco digital, a expectativa da startup é de que em 15 anos todas as penitenciárias brasileiras sejam uma célula de transformação e qualificação profissional.

    No mundo das healthtechs, a Notre Dame anunciou um investimento de R$ 10 milhões na NeuralMed, startup que oferece soluções para otimizar o tempo de atendimento e a assertividade das decisões médicas por meio de Inteligência Artificial. Temos ainda o caso da Techbalance, startup que desenvolve soluções para a prevenção, cuidado e acompanhamento de risco de quedas e lesões, que recebeu R$ 2 milhões da Shift, empresa especializada em tecnologia para medicina diagnóstica e preventiva. 

    É certo que os investimentos e aquisições envolvendo startups de impacto tiveram um boom no último ano, “Mas, já havia um movimento acontecendo por conta da ampliação da prática da inovação aberta e pelo amadurecimento da visão das empresas para a sustentabilidade e para novos negócios mais inovadores e conectados ao futuro”_, aponta Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa. “Em 2018, a E-moving, startup de aluguel de bicicletas elétricas, recebeu aporte da Movida, trazendo para o portfólio da empresa de aluguéis de carros uma solução sustentável, e em 2019, a Courri, que é pioneira na logística urbana com bicicletas, foi adquirida pelo grupo B2W (Lojas Americanas), trazendo uma solução mais eficiente e limpa para sua operação, por exemplo”.

    Esse movimento mostra que as startups estão atingindo um bom nível de maturidade, explica Anna. “Para receber investimento, elas precisam estar preparadas para um processo de diligência e avaliação. O que temos visto não são casos isolados, e sim um movimento relevante do mercado, que está reconhecendo a parceria com as startups de impacto como uma grande oportunidade de negócio”, afirma.

    O Quintessa já mapeou mais de 4 mil startups de impacto no Brasil e tem se mostrado um celeiro dos grandes cases do setor no Brasil. Das startups mencionadas nos casos recentes de M&As e investimentos, apenas a GrowPack não faz parte do portfólio da aceleradora, já a Ambev, investidora da startup, é parceira do Quintessa no programa de aceleração corporativa.

    Para Anna, há diversos caminhos para se implementar de forma unificada as agendas de inovação e sustentabilidade, e o histórico já mostra que a conexão com startups de impacto por meio de inovação aberta, programas de aceleração, contratação de suas soluções, investimentos e aquisições têm trazido grandes resultados, promovendo inovação, novos negócios e acelerando as metas e compromissos em ESG das empresas. 

    “Com o avanço das agendas de inovação, novos negócios e ESG dentro das grandes empresas, a tendência é que os M&As de impacto também cresçam. Por isso, é importante preparar os empreendedores dos negócios de impacto para isso, como temos feito nos últimos anos, e facilitar e qualificar sua conexão com as grandes companhias que vem trabalhando na transformação para a nova realidade que desejamos construir”, conclui a executiva.

  • Instituto BRF anuncia startups selecionadas para o programa Ecco Comunidades

    Instituto BRF anuncia startups selecionadas para o programa Ecco Comunidades

    Oito negócios que possuem soluções inovadoras para a redução da perda e desperdício de alimentos participarão do programa

    O Instituto BRF, responsável pelos investimentos sociais da BRF, em parceria com o Quintessa e o Prosas, selecionou oito startups de impacto socioambiental para fazerem parte da primeira edição do Ecco Comunidades. O programa tem como objetivo apoiar soluções que atuam na redução de perdas e desperdícios de alimentos, além de promover o desenvolvimento territorial a partir da aceleração e implementação de suas soluções em cinco municípios onde a empresa está presente: Dourados (MS), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).  

    Na última etapa da seleção, o Pitch Day, 13 empreendedores(as) apresentaram para integrantes do Instituto BRF, da BRF, OSCs (organizações da sociedade civil) e atores locais, as suas soluções para a redução da perda e desperdício de alimentos. Os candidatos eram startups em estágio operacional e com soluções prontas para implementação ou que fossem facilmente adaptadas.

    De acordo com a FAO (A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), cerca de um terço do alimento no mundo é desperdiçado e 14% é perdido antes mesmo de chegar ao comércio. Entendendo as especificidades da perda e desperdício na cadeia produtiva e de consumo do Brasil e a necessidade de reduzir a perda e desperdício de alimentos, foi criado o programa Ecco Comunidades. 

    “O Instituto BRF trabalha desde 2012 para promover o desenvolvimento e a inclusão nas localidades onde a empresa está presente. Com o Ecco Comunidades, queremos promover impacto social positivo por meio da inovação, ampliando nossos esforços para combater o desperdício de alimentos e promover segurança alimentar em parceria com a sociedade civil. O programa faz parte de uma série de ações do Instituto BRF e da empresa que tiveram início com a plataforma que batizou a iniciativa, o Ecco, Especialista de Consumo Consciente que educa e sensibiliza para esse desafio global”, diz Bárbara Azevedo, gerente do Instituto BRF. 

    A turma formada possui soluções para diversos elos da cadeia de alimentos: Já Entendi, ManejeBem e Sumá atuam com a capacitação de pequenos produtores da agricultura; Connecting Food e Whywaste propõem soluções para a redução do desperdício em comércios; Eats For You e Gastronomia Periférica promovem geração de renda a partir do aproveitamento de alimentos; e a Lemobs promove a gestão da alimentação escolar. 

    As oito startups selecionadas participarão de um programa de aceleração no qual, ao longo de 4 meses, participarão de workshops em grupo e receberão apoio individualizado de um gestor do Quintessa e de executivos da BRF para atuar nos desafios estratégicos de cada negócio. Ao final dessa etapa, estarão elegíveis para serem selecionadas para a segunda fase do programa, durante a qual poderão implementar suas soluções nos territórios de atuação da BRF. 

    Cada iniciativa receberá até R$90 mil e terá, ao longo de 4 meses, o apoio do Quintessa na implementação dos pilotos e das OSCs locais com atuação relevante nos territórios para que possam acompanhar e apoiar o desenvolvimento dos projetos, trazendo legitimidade e articulação local.

    Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil e parceira da iniciativa, comenta: “a iniciativa mostra o potencial de colocarmos a inovação como lente para a geração de impacto positivo, reunindo diversos atores para lidar com esta temática complexa. Durante a seleção identificamos diversas startups de impacto com alto potencial e as oito selecionadas revelam a qualidade das soluções”.

    Conheça as oito startups: 

     

    Negócio Descrição Site Local da sede
    Connecting Food Implementam um sistema de redistribuição de alimentos excedentes para Organizações da Sociedade Civil auxiliando setores da alimentação a diminuir custos com resíduos e gerar impacto social. https://connectingfood.com/ SP
    Eats For You ESG Foodtech que funciona como um Marketplace de comida caseira – oferecem alimentação de qualidade gerando renda formal por meio da inclusão produtiva e fomento do empreendedorismo. https://www.eatsforyou.com.br/ SP
    Gastronomia Periférica Negócio social que visa transformação por meio do desenvolvimento técnico e humano. Tem a missão de alimentar pessoas de comida e conhecimento, na mesma proporção. https://gastronomiaperiferica.com.br/ SP
    Já Entendi Capacitação profissional online e offline com metodologia especializada para pessoas de baixa escolaridade. www.jaentendi.com.br PR
    Lemobs Transformação digital das cidades com soluções de impacto. Oferecem gestão da alimentação escolar com foco na saúde nutricional dos alunos, redução de desperdícios e agricultura familiar. https://lemobs.com.br/ RJ
    ManejeBem Geram inteligência para o desenvolvimento de comunidades rurais familiares. Ajudam a estruturar a cadeia produtiva agrícola, através da promoção da inteligência para a tomada de decisão no campo e da geração de produtos rentáveis com responsabilidade social, por meio da coleta de dados sócio-agroambientais. http://www.manejebem.com.br/ SC
    Sumá Estruturam cadeias e qualificam agricultores e cooperativas para o fornecimento de alimentos por meio de contratos de compra programada e entrega fracionada em seus territórios de atuação. appsuma.com.br SC
    Whywaste Utilizam bigdata e inteligência artificial para ajudar o varejo/atacado a reduzirem suas perdas com produtos próximos ao vencimento. https://www.whywaste.com.br RJ

     

  • ESG na Prática: Quintessa lança iniciativa focada em conectar grandes empresas e startups de impacto

    ESG na Prática: Quintessa lança iniciativa focada em conectar grandes empresas e startups de impacto

    Nova edição da Plataforma Negócios pelo Futuro tem foco em soluções de startups que impulsionam a adoção de práticas ambientais, sociais e de governança nas empresas

    Está no ar uma nova edição da Plataforma Negócios Pelo Futuro, iniciativa do Quintessa que conecta marcas (empresas, institutos e fundações) aos negócios de impacto para que, juntos, protagonizem a construção de uma nova realidade possível.

    Cada vez mais se fala no termo ESG, uma tendência que veio para ficar.  Existem diferentes abordagens do termo, como na adequação de critérios de investimento, na criação de novos produtos e serviços, na revisão de projetos de filantropia corporativa, e na adoção de práticas na operação da empresa. 

    A tendência crescente do conceito ESG tem mobilizado grandes empresas na adoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança e a aceleradora vê na inovação aberta e na conexão com as startups de impacto um caminho eficaz para que as empresas cumpram estes compromissos. 

    Na segunda edição da Plataforma Negócios pelo Futuro, o Quintessa vai conectar grandes empresas e soluções inovadoras de startups de impacto, para que, por meio de parcerias e contratações de suas soluções, impulsionem a adoção de práticas ESG na sua operação.

    As startups trarão soluções para os principais desafios das empresas nos pilares: Ambiental (como gestão de resíduos, eficiência energética, redução de emissão de carbono e eficiência hídrica); Social (como promoção de diversidade e inclusão no time, promoção de saúde e educação aos colaboradores e fornecedores); e Governança (como gestão de indicadores de sustentabilidade, transparência e combate à corrupção).

    Esta segunda edição, denominada “ESG na Prática”, é realizada em parceria com a Alvarez & Marsal, via BizHub.

    As empresas podem fazer parte por meio de três categorias: participante, apoiadora e patrocinadora. A aceleradora está agora focada em convidar empresas para estas duas últimas.

    As apoiadoras e patrocinadoras participarão da definição dos desafios prioritários dentro dos três pilares, da seleção das startups e dos três Eventos, compostos por apresentações de pitchs das startups, banca, e realização de speed dating com os empreendedores das startups, em encontros individuais para conexão direta, de forma que firmem parcerias e gerem valor mútuo. Além disso, terão sua marca posicionada durante toda a divulgação dos Eventos.

    A iniciativa acontecerá entre Abril e Agosto deste ano, sendo uma oportunidade para quem deseja ingressar na temática ou complementar a atuação de seus programas de inovação aberta já existentes.

    “Há 12 anos trabalhamos junto às startups de impacto, tendo hoje uma rede de mais de 4 mil que já identificamos e nos relacionamos – tendo acelerado e implementado pilotos com centenas delas. Neste momento do mercado, é nosso papel facilitarmos a conexão entre estes dois atores e oferecermos nossas metodologias e expertise para potencializar esse processo. Essa é uma ação que une diversas marcas em uma mesma iniciativa, sendo complementar aos Programas em Parceria proprietários que desenvolvemos com Braskem, CPFL, Facebook, entre outros, sempre focados em inovação aberta para geração de negócios e impacto positivo”, diz Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa.

    Para quem está se introduzindo no assunto, vale conferir este texto recente que o Quintessa publicou sobre como startups de impacto podem impulsionar a agenda de sustentabilidade e práticas ESG nas grandes empresas.

    Na primeira edição da Plataforma, o foco foi impulsionar soluções dos negócios de impacto que colaboravam diretamente para a redução dos danos causados pela COVID-19. Foram mobilizados R$ 650 mil junto à Península e Provence Capital, dois destacados family offices, para apoiar a implementação de soluções em geração de emprego, microcrédito e moradia de três negócios de impacto: Parças Development School, Programa Vivenda e Fundo Periferia Empreendedora.

    Para participar ou ser uma empresa apoiadora da iniciativa,  acesse mais informações em www.negociospelofuturo.com.br.