quintessa – Paula Leite https://homolog.quintessa.org.br My WordPress Blog Thu, 15 Sep 2022 13:10:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.2 Quintessa e Pipe Social lançam a maior base de negócios de impacto do Brasil https://homolog.quintessa.org.br/2022/09/15/quintessa-e-pipe-social-lancam-a-maior-base-de-negocios-de-impacto-do-brasil/ https://homolog.quintessa.org.br/2022/09/15/quintessa-e-pipe-social-lancam-a-maior-base-de-negocios-de-impacto-do-brasil/#respond Thu, 15 Sep 2022 13:10:24 +0000 http://blog.quintessa.org.br/?p=1879 O Quintessa, aceleradora de impacto, e a Pipe Social, plataforma de fomento a programas de impacto socioambiental, lançam a Base de Impacto, o maior banco de startups de impacto do país, que conta com mais de 5 mil negócios mapeados. O objetivo é aumentar a oferta de benefícios aos empreendedores e ampliar a sua conexão com o mercado, facilitando a curadoria para que empresas, investidores, institutos, fundações e outros atores trabalhem junto com startups para desenvolver soluções para nossos grandes desafios socioambientais e sua agenda ESG.

O tema adquiriu grande relevância especialmente nos últimos dois anos no país, e cada vez  mais o que era considerado um nicho tornou-se transversal no mercado.  Dessa forma, as duas organizações que são referência no setor uniram esforços para fomentar negócios de impacto socioambiental positivo. “Faz muito sentido respondermos com ainda mais robustez à demanda por geração de inteligência de mercado a partir de dados com qualidade e ainda mais eficácia nas conexões realizadas entre agentes como grandes empresas, investidores e governos de um lado e empreendedores que oferecem soluções do outro”, afirma Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa.

A Pipe Social é referência em tecnologia e análise de dados do setor, responsável pelas  três edições do Mapa de Negócios de Impacto, maior pesquisa nacional deste mercado. O Quintessa é reconhecido por desenvolver programas de aceleração e de inovação aberta focados em impacto positivo, oferecendo diversas oportunidades para o desenvolvimento dos negócios e conexão com grandes empresas.

As oportunidades vão desde conexões comerciais para fazer negócios com grandes corporações até programas de aceleração, mentorias, eventos, premiações, acesso a conteúdos – incluindo a ampliação da visibilidade por meio da exposição na vitrine para buscas públicas. As empresas continuarão com suas operações independentes, executando os serviços já anteriormente ofertados.

Além disso, os empreendedores cadastrados na plataforma poderão receber convites exclusivos: mais de 60% das últimas seleções realizadas pelo Quintessa para seus parceiros (empresas, investidores, institutos) foram feitas por meio de convites diretos para os empreendedores mapeados em sua base (com mais de 4 mil negócios), sem a abertura de chamadas públicas. Assim, o cadastro garante acesso a essas oportunidades.

“Ao longo dos nossos 13 anos de atuação, o Quintessa passou a desempenhar o papel de orquestrador e conector dentro do mercado, unindo empreendedores, grandes empresas e outros atores para gerarem impacto positivo de forma integrada. O lançamento da Base de Impacto amplifica esse movimento, trazendo tecnologia e a inteligência de dados para potencializar e facilitar a experiência desses públicos”, diz Anna.

Juntas, as duas organizações já conectaram startups com parceiros como Ambev, Facebook (Meta), Grupo Fleury, Natura, Fundo Vale, BID Lab, Itaú BBA, Braskem, Fundação Boticário, Instituto BRF, Fundação Lemann, Grupo NotreDame, Oi Futuro, banco BV, Globo, Vedacit, Fundação Tide Setubal, Instituto Arapyaú, CPFL, Beneficiência Portuguesa.

Para Mariana Fonseca, co-fundadora da Pipe.Social,  a Base de Impacto é uma oportunidade para otimizar esforços, quantificar e qualificar melhor o ecossistema. “A união da base consolidada da Pipe, que  superou  5 mil cadastros no último ano, com o nome bastante conhecido do Quintessa no mercado e a diversidade de programas que ele oferece é uma chance de amplificar e otimizar oportunidades para quem interessa: os empreendedores na ponta”,  afirma.

Para fazer parte da Base de Impacto, os empreendedores devem realizar o cadastro do seu negócio no site!

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Câmara promove homenagem pelo Dia do Empreendedorismo Feminino https://homolog.quintessa.org.br/2021/11/19/camara-promove-homenagem-pelo-dia-do-empreendedorismo-feminino/ Fri, 19 Nov 2021 17:38:15 +0000 http://blog.quintessa.org.br/?p=962 Nossa diretora Anna de Souza Aranha foi uma das homenageadas da sessão solene da Câmara de Deputados realizada hoje (19 de Novembro), em comemoração ao Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino.

A homenagem recebida pela Anna é um reconhecimento pela contribuição do Quintessa, empreendido por ela e Gabriela Bonotti Carpinelli, para o ecossistema do empreendedorismo de impacto. Ela teve oportunidade de falar no plenário e destacou a situação da mulher empreendedora no nosso país. Confira!

“Acredito que essa data é mais que um dia de homenagens, é importante para reforçarmos a importância do assunto. Cada vez mais as mulheres estão empreendendo, mas mesmo sendo maioria da população, apenas 5% tem acesso a capital de risco. Por isso, essa causa é mais que um dever moral de todos e uma questão de justiça social. Quanto mais investirmos no empreendedorismo feminino, mais estamos investindo no crescimento econômico do nosso país”.

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Quintessa, aceleradora de impacto referência na área, apresenta novo posicionamento, frentes de atuação e marca https://homolog.quintessa.org.br/2021/09/03/quintessa-aceleradora-de-impacto-referencia-na-area-apresenta-novo-posicionamento-frentes-de-atuacao-e-marca/ Fri, 03 Sep 2021 16:49:51 +0000 http://blog.quintessa.org.br/?p=879 Com mais de 250 negócios impulsionados, empresa se torna ecossistema de soluções para desafios sociais e ambientais relevantes no país 

O Quintessa, aceleradora de impacto pioneira no Brasil, apresenta essa semana seu novo posicionamento. O lançamento consolida suas frentes de atuação, marcadas pela maturidade e profundidade adquiridas em seus doze anos de experiência, justamente neste momento em que o tema ESG é cada vez mais reconhecido como relevante. Quando surgiu, o termo “negócios de impacto” nem existia no Brasil – e o Quintessa participou ativamente da definição do assunto, bem como se tornou referência na área.

O Quintessa já impulsionou o crescimento de mais de 250 negócios de impacto e mapeou mais de 5 mil startups, sendo hoje referência na temática de inovação com impacto positivo. A empresa reforça seu propósito em fazer com que os desafios sociais e ambientais do país possam ser superados por meio de uma nova forma de fazer negócios.

Com a bagagem adquirida ao trabalhar com grandes parceiros como Braskem, Ambev, Fundação Lemann e Instituto BRF, além de startups e empreendedores que hoje são cases emblemáticos do setor, como Boomera, Hand Talk, 4YOU2, Courri, Escola do Mecânico e Vitalk, e a parceria de mais de 60 mentores renomados, incluindo o fundador Leo Figueiredo, o Quintessa deixa de se posicionar apenas como ‘aceleradora de negócios de impacto’ e passa a ser uma ‘aceleradora de impacto’. A mudança, que à primeira vista pode parecer sutil, não é. 

Ela marca a evolução do modelo para ser um ecossistema de soluções para os desafios sociais e ambientais centrais e o principal parceiro de startups, grandes empresas, institutos, fundações e investidores que estão comprometidos em transformar o país por meio de iniciativas inovadoras e empreendedoras. Além de abranger os públicos com os quais trabalha, a evolução revela o foco na solução dos desafios relevantes, passando a aceleração a ser vista como uma das soluções possíveis – complementar aos programas de CVC, implementação de pilotos, cocriação de soluções e outros formatos que têm executado.

“Com o boom do termo ESG nos últimos meses, há o risco do olhar para as práticas empresariais sob a lente do impacto positivo, que deve ser genuíno e profundo, se tornar superficial e meramente midiático, impulsionado apenas por uma leitura de oportunidade de mercado”, afirma Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa. “Quando nós começamos, há 12 anos, éramos até vistos como um grupo de lunáticos, falando em unir lucro e impacto positivo, repensar o papel das empresas e ter uma atuação humana e consciente. Vivenciamos o nascimento do setor de negócios de impacto, bem como dos movimentos de aceleração, inovação aberta, venture capital, ESG etc, sempre muito atentos e críticos para garantir nosso protagonismo com uma atuação consistente. Nossos primeiros anos foram dedicados a consolidar cases concretos, que comprovassem que este era um caminho possível, o que realizamos por meio de nossos programas de aceleração próprios. Nos últimos cinco anos, passamos a apoiar parceiros e grandes empresas a inovarem com impacto. Agora, consolidamos nossas expertises e visão sistêmica sobre o setor nos apresentando como um ecossistema de soluções”.

Gabriela Bonotti, diretora do Quintessa, complementa: “Mais do que consolidar nosso pioneirismo e experiência, sentimos a necessidade de reforçar a nossa essência e nosso compromisso inalienável com o impacto positivo. Nos apresentamos como o principal parceiro para apoiar as empresas e organizações comprometidas, para valer, com impacto positivo e uma nova forma de fazer negócios, atuando na sua jornada de transição e evolução nessa direção.”

Ecossistema de soluções

As três frentes de atuação do Quintessa (Empresas, Negócios de Impacto e Parcerias), acontecem de forma integrada, unindo pessoas, soluções e organizações. 

Negócios de impacto: Programas para empreendedores em diferentes estágios de maturidade (Validação, Ida a Mercado, Tração e Escala) focados em estruturar a gestão, impulsionar o crescimento e captar investimento para negócios de impacto.

Empresas: Iniciativas para empresas comprometidas com uma nova forma de fazer negócios, apoiando sua jornada de transição e crescimento nessa direção. Conectam empresas e startups de impacto e desenvolvem soluções por meio da inovação aberta, indo da concepção estratégica da iniciativa, à curadoria das startups e execução dos programas.

Parcerias: Iniciativas que trazem abordagens inovadoras para a geração de impacto positivo. Criam soluções para institutos, fundações, family offices, investidores e demais organizações do ecossistema se relacionarem com startups e suas soluções de impacto.

As frentes de atuação são reflexo de uma escuta atenta às demandas do mercado e de uma postura propositiva: “Começamos executando nosso próprio programa, entendemos que as empresas precisavam de suporte para qualificar seus programas de inovação aberta, depois entendemos que havia um gap também na concepção estratégica destes programas… Nossas frentes de atuação têm origem na intensa escuta do mercado e na visão crítica que trazemos propondo soluções relevantes para mudar o jogo. Criamos programas focados em startups de impacto de variados estágios e com distintos focos – do viés de investimento ao de venture philanthropy, do viés de desenvolvimento de ecossistema ao focado em resultados em novos negócios. Ao ouvir empreendedores, empresas, investidores e entender profundamente seu olhar, conseguimos garantir consistência na proposta de valor das nossas iniciativas”, diz Anna.

Além de consolidar a atuação mais abrangente, o ano também foi marcado pelo crescimento do Quintessa, tendo aumentado a quantidade de novos parceiros clientes e dobrado a quantidade de pessoas no time, de 12 para 27.

O Quintessa tem diversas metodologias proprietárias, características por serem baseadas em profundidade e personalizadas para garantir a assertividade para cada parceiro e startup. Outro aspecto de destaque é sua equipe de gestores e mentores, que possuem vasta experiência, além de uma rede qualificada de investidores e potenciais clientes para conectar a todos.

“Ainda assim, além do ‘o que’ entregamos, o que mais ouvimos de diferencial é sobre o ‘como’ entregamos, a nossa forma de atuar: profunda, intensa, baseada em parcerias verdadeiras, humana e acolhedora, questionadora e propositiva, com soluções de ponta a ponta, comprometida com resultados relevantes, indo do estratégico ao operacional”, complementa Anna.

“Nosso intuito é liderar as pautas de desenvolvimento social e ambiental, fazendo a integração entre lucro e impacto. Queremos estimular pessoas e negócios a potencializar iniciativas de impacto positivo e agir em prol da realidade que queremos construir. O que mais gostamos é apostar naqueles que empreendem para transformar a realidade do país de forma genuína”, afirma Gabriela.

Nova marca

Para enfatizar a transformação, apresenta novo logo, relembrando a origem do nome Quintessa – o quinto elemento,  a “quintessência”, depois da terra, do ar, do fogo e da água. 

Desenvolvida pela MiLLHOUSE MKT, de Luiz Tastaldi, o que eram três cores mescladas na logo, agora são cinco cores sólidas, que expressam um universo em si: terra, água, fogo, ar e o quinto elemento, a quintessência. Uma palavra que simboliza aquilo que é invisível, mas que traz sentido e conecta todos. Aquilo que cada vez mais tem mais valor. O significado é buscar ir além do conhecimento técnico e do que é explícito – e ter atenção ao invisível e às relações intangíveis que estão por trás e dão vida aos negócios.

 

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Ouse dar potência à humanidade que existe em você https://homolog.quintessa.org.br/2021/06/03/ouse-dar-potencia-a-humanidade-que-existe-em-voce/ Thu, 03 Jun 2021 15:49:49 +0000 http://blog.quintessa.org.br/?p=781 O que a gente precisa é de gente humana, inconformada, corajosa — e disposta a agir

“ESG”, felizmente, chegou ao mainstream. Cada vez mais há recursos para fundos de investimento de impacto. Contornada por diversos conceitos distintos (como Empresas B, capitalismo consciente, capitalismo de stakeholders, negócios de impacto, entre outros), a ideia de que não basta se satisfazer apenas com o lucro e retorno financeiro gerado chegou.

A ideia de que é preciso olhar além – seja mitigando riscos, adotando práticas alinhadas aos aspectos sociais, ambientais e de governança, ou resolvendo desafios sociais e ambientais a partir da sua atividade principal – começou a furar a bolha. Mas, se ela ainda não chegou para você, por que olhar para ela?

Há três vertentes para racionalizar a resposta. A primeira: pela dor, medo de perder, constrangimento de regulamentações e exigências de consumidores, colaboradores e investidores. A segunda: pela conveniência, inteligência, oportunidade em ganhar ainda mais — fundamentada pelos estudos que demonstram o retorno de investimentos sustentáveis superior aos tradicionais. A terceira, pelo amor, pela convicção, pela consciência – que é a que vou explorar aqui, dada que as demais já foram embasadas antes.

Acho que além das argumentações racionais, às quais estamos viciados como sociedade, há um motivo maior e mais simples. Porque faz sentido. Porque é necessário. Porque se não, não estaremos vivos para podermos operar da forma como operávamos antes. A crise ambiental que vivemos é também uma crise social – seja porque nós somos uma das espécies afetadas por ela, seja porque somos a espécie que está causando ela.

Há algum tempo, como professora no MBA da FIAP, fiz com diversas turmas um exercício muito simples — estimulava a pessoa a refletir sobre seus valores pessoais, entender o quanto estavam alinhados às suas práticas diárias no trabalho e então propor novas práticas ou reforçar outras para poder garantir um maior alinhamento. Tendo visto mais de quase 200 respostas ao exercício, fiquei chocada em ver que elas todas iam para caminhos comuns.

Exemplifico: ouvir o cliente e vender algo que lhe fosse de fato útil, sem ter que vender algo que está vinculado à sua meta, mas que sabe que é ruim para o cliente.

Ter mais espaços de escuta com o time e poder compartilhar aprendizados com outros. Poder unir mais o lado pessoal e profissional, sendo mais transparente sobre o que pensa e sente no ambiente de trabalho. E tantas outras, mais ou menos sofisticadas, nessa linha.

Minha reflexão foi de que parecia que a resposta estava apenas em não atrapalhar as pessoas para que elas pudessem expressar seus valores e sua humanidade, o que já traziam naturalmente dentro de si, sem esbarrar em regras e políticas que impedissem isso.

Quando falamos sobre ESG, acho que há (ou deveria haver) essa mesma reflexão por trás. Podemos pensar de uma forma racional sobre o eixo de “diversidade”, mas não há uma abordagem mais natural, orgânica, humana, na qual podemos chegar nesse eixo simplesmente pensando “não parece estranho que alguns grupos de pessoas não consigam alcançar as mesmas oportunidades que chegam a outros, de forma mais equânime?”.

A mesma coisa para a questão ambiental. Podemos olhar para um eixo ambiental a partir de frames, métodos e políticas, mas também podemos chegar a uma ideia de ação refletindo “não parece justo que eu ajude a regenerar o ecossistema do qual estou extraindo água do lençol freático, pensando que a população local não deveria ser prejudicada pela minha empresa?”. Ou mesmo dentro do viés de “se eu posso beneficiar os pequenos fornecedores que atuam na minha cadeia de valor, convertendo isso em fidelização, produtividade ou qualidade do produto, não parece um desperdício não fazer isso?”.

Algumas ideias que às vezes consideramos geniais e fora da caixa são muitas vezes óbvias, apenas não vistas por termos nos viciado tanto a um certo modo de pensar, enxergar, fazer negócios, que ficam escondidas por trás de nossos pontos cegos.

Este é um trecho da coluna de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no Um Só Planeta

LEIA O TEXTO COMPLETO NO UM SÓ PLANETA

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A importância dos rituais de fim de ano para fortalecer a cultura do negócio https://homolog.quintessa.org.br/2020/12/03/rituais-de-fim-de-ano-cultura/ Thu, 03 Dec 2020 20:43:13 +0000 http://blog.quintessa.org.br/?p=625 Com o crescimento do Quintessa nos últimos anos e acompanhando também a pauta de gestão de pessoas nos negócios que aceleramos, cada vez mais vemos a importância da criação e manutenção de uma cultura como elemento necessário para o crescimento sustentável de um negócio.

Aqui no Quintessa esse tema tem bastante peso no dia a dia e especialmente no final do ano alguns rituais aparecem para reforçar e fortalecer ainda mais a nossa cultura, que vamos compartilhar neste texto.

Imersão de time

A imersão é o momento em que saímos do escritório para debatermos assuntos importantes, em um tempo de qualidade e sem distrações da correria do dia a dia, e termos uma integração e criar laços entre o time de forma mais descontraída.

Em 2020, nesse cenário de isolamento social, realizamos as duas imersões de forma online, enviando um kit para a casa de cada um, com elementos para serem utilizados durante as dinâmicas e discussões e com “mimos” para que cada um se sentisse cuidado.

No meio do ano, escolhemos um tema chave para discussão, que foi a nossa cultura, e trocamos sobre como cada um estava pessoalmente no contexto de pandemia. E no final do ano construímos o planejamento estratégico do próximo ano.

Leia mais: Gestão de pessoas e cultura: dicas para negócios de impacto

Feedback 360º

Não há dúvidas de que o feedback é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento pessoal e muito se fala sobre boas práticas para dar e receber feedbacks de forma construtiva, prática e transparente.

Aqui no Quintessa, tendo uma cultura que preza pela colaboração, participação e autonomia, utilizamos o Feedback 360º para fazer isso de forma horizontal.

Como funciona? Cada pessoa escolhe outras 5-8 pessoas com quem teve mais contato e trabalhou junto ao longo do ano para receber feedbacks delas, além de cada um também fazer sua autoavaliação. Assim, tanto líderes e liderados trocam feedbacks, como também os pares.

Essa avaliação não é com base essencialmente em metas e indicadores de desempenho, mas em como aquela pessoa exerceu os cinco valores do Quintessa: 

  • Entregar o melhor
  • Olhar humano, ser parceiro e ter cuidado com o outro
  • Coragem para fazer diferente
  • Ser coerente com o que penso, sinto e faço
  • Só é sustentável se for prazeroso

Remuneração e bônus

Nossa cultura também é orientada a resultados e por isso utilizamos a remuneração variável como ritual para reforçar esse aspecto, além de ser uma forma de compartilhar com cada um do time os méritos e resultados alcançados pela organização no ano.

Nesse texto falamos sobre a implementação de diferentes modelos de remuneração variável,  e nós utilizamos o bônus como forma de não só incentivar nossos valores de excelência na entrega, como um incentivo ao olhar coletivo:  a liberação do bônus para todos os colaboradores é condicionada ao atingimento de metas coletivas, o que ajuda a garantir que todos estão trabalhando em uma mesma direção. 

O quanto cada um recebe está ligado ao desempenho individual e contribuição para essas metas coletivas e individuais, tanto em termos de resultados como em termos comportamentais (alinhado aos nossos valores, que comentamos anteriormente).

Planejamento estratégico e participação

O planejamento estratégico é a base para direcionar os objetivos da empresa naquele ano e no longo prazo.

Para conectar o planejamento à prática, nós utilizamos a ferramenta do OKR, que por si só já é uma forma de orientar o time para um olhar de resultados e fazer todos caminharem para objetivos comuns, como falamos nesse texto.

Porém, mais importante que o planejamento em si é a sua construção e implementação, o que pode fazer muita diferença na cultura e forma de trabalhar. Aqui no Quintessa, o ritual de construção do planejamento estratégico incentiva nossas crenças de autonomia e participação, pois é construído de forma aberta entre todos.

Geralmente abrimos um espaço para cada um sugerir quais são os objetivos que considera mais relevantes para o próximo ano, por exemplo: ampliar o impacto gerado, aumentar vendas, criar novas frentes de negócio, cultura, diversidade…

Com todos os temas sugeridos, votamos e compreendemos aqueles que têm maior alinhamento entre todos do time. Cada objetivo fica com um ou mais responsáveis, que detalharão melhor ele e definirão os KRs atrelados a ele. Voltamos novamente ao time todo, para que haja uma validação coletiva dos Objetivos e KRs do ano seguinte. Ao final, levamos para validação do Conselho Quintessa, que oficializa a definição.

Com o crescimento do time, o desafio de ter espaços de co-construção aumenta. Nesse ano de 2020, com o time maior e muitas novas possibilidades que surgiram ao longo do ano, fizemos uma dinâmica de pitchs. Cada colaborador ou grupo de pessoas pôde propor um projeto para o ano de 2021, apresentando um pitch que respondeu às seguintes perguntas: Por que esse projeto é relevante para o Quintessa? Por que deve ser feito em 2021? Quais são as ações necessárias? Quais os recursos e orçamento do projeto?

Após um dia de apresentações, votamos nos pitchs e definimos também quais deveriam se tornar objetivos do ano e quais deveriam ser projetos à parte. Pós pitchs, mesclamos ambientes de definição da diretoria, do Conselho, de subgrupos de trabalho e momentos com todo o time reunido – de forma que o processo permanecesse participativo, mas também fosse eficiente e com uma governança alinhada ao espaço de decisão de cada um. Um bom elemento a ser considerado é a diferenciação da participação e da decisão, podendo desenhar uma governança que acolha todo o time, sem perder a qualidade da decisão.

Confraternização de final de ano

Para além do time interno, o trabalho do Quintessa como aceleradora envolve também uma relação muito próxima com nossos mentores e empreendedores, por isso uma confraternização entre todas as partes também é um ritual que faz parte da nossa cultura, para celebrar o que construímos juntos e promover espaços de trocas entre todos.

Neste momento de isolamento social, fizemos o nosso encontro online e enviamos um kit de happy hour na casa de cada um, com cervejas e petiscos, para não perdermos a comemoração. Utilizamos uma ferramenta online que simula um ‘speed dating’ e pudemos proporcionar muitas trocas e fazer todo mundo se conhecer, mesmo que virtualmente.

É claro que a cultura deve ser reforçada com rituais ao longo de todo o ano, com feedbacks, acompanhamento de metas, etc. Mas acreditamos que o final de ano é uma ótima oportunidade para colocar em prática o cuidado com as pessoas e as práticas de gestão e governança participativas, elementos que são imprescindíveis para o nosso crescimento. 

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