O quinto episódio do Ponto de Ebulição está disponível. Anna de Souza Aranha, co-CEO do Quintessa, recebe, Lucas Machado Rocha, diretor de projetos da Fundação Lemann e Erica Graziela, secretária municipal na Secretaria Municipal de Educação de Domingos Mourão no Piauí. O episódio conta como foi a implementação das estratégias pedagógicas inovadoras para equidade na aprendizagem com objetivo reduzir e prevenir as lacunas de aprendizagem na educação pública brasileira, e em sua primeira edição, especificamente nos anos finais (6-9º ano) e em Língua Portuguesa e Matemática. O impusiONar é uma iniciativa realizada pelo Quintessa e Instituto Reúna, que tem como financiadores Fundação Lemann, Imaginable Futures e BID Lab com o objetivo de reduzir e prevenir as lacunas na educação pública brasileira. Conectando e capacitando secretarias de educação, educadores, empresas de tecnologia educacional e organizações implementadoras. Atualmente, o programa piloto já está em operação em sete redes municipais de educação, formando mais de 250 professores e impactando cerca de 9 mil alunos, abrangendo diversos estados do Brasil, com destaque para o Nordeste.
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2ª Temporada – Episódio #5 | Inspirando mudanças sistêmicas na Educação: O Início do ImpulsiONar | Parte 01
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Quintessa lança estudo sobre o ecossistema dos negócios de impacto no Brasil
O Quintessa – Aceleradora de Impacto referência no Brasil – acaba de lançar a 4ª edição do Guia 2.5, um estudo das iniciativas que desenvolvem e investem em negócios de impacto no Brasil. Em relação às edições anteriores, a nova versão do Guia registrou um aumento de 34% na quantidade de organizações mapeadas.
Desde 2015, quando lançou a primeira edição, o Guia saltou de 11 organizações mapeadas para 58 em 2023. As iniciativas listadas também cresceram 106%, passando de 34 (2017) para 70 (2023). O material completo está disponível no site: Acesse agora
A escolha do nome Guia 2.5 faz alusão ao “setor 2.5”, termo que faz referência aos “negócios de impacto”, por reunirem características típicas do segundo setor (formado por empresas privadas, marcado pela sustentabilidade financeira e geração de lucro) e do terceiro setor (formado por organizações sem fins lucrativos, marcado pelo foco em gerar impacto socioambiental positivo).
O Guia 2.5 traz um estudo feito com base em pesquisa realizada pelo Quintessa com representantes de cada uma das iniciativas mapeadas, e é apresentado em quatro capítulos:
- Apoio oferecido pelas iniciativas;
- Caracterização das iniciativas e negócios apoiados;
- Caracterização das organizações;
- Interesses das organizações.
Há grandes destaques em torno das análises realizadas.
1) Há um significativo crescimento quantitativo, com mais organizações e iniciativas.
- Quando analisadas as linhas do tempo, marcando o ano em que as organizações foram criadas, o auge do surgimento de novas organizações foi de 2011 a 2020.
- Quando analisadas as iniciativas, marcando o ano em que foram fundadas ou que começaram a atuar com negócios de impacto, até 2018, haviam 44 iniciativas existentes. De 2019 até 2022, o número foi para 70. A quantidade de oferta de suporte para os empreendedores de negócios de impacto cresceu 63% nos últimos 4 anos.
2) Há uma especialização das iniciativas oferecidas pelas organizações: diversas organizações oferecem mais de uma iniciativa, tangibilizando sua atuação por meio de programas com finalidades e diferenciais específicos.
3) Há uma expressiva diversificação no suporte oferecido pelo ecossistema, com maior variedade nos tipos de apoio oferecidos, estágios de negócios contemplados e na distribuição do alcance geográfico das iniciativas pelo Brasil e exterior.
- O suporte via Recurso Filantrópico dobrou comparado à última edição (de 9 para 18). Este tipo de recurso é essencial na composição do espectro de capital que pode ser acessado pelos empreendedores, complementando os bolsos de empréstimos e aportes de venture capital, por exemplo, por ser um capital paciente e estruturante, adequado para contextos de alta inovação e risco.
- Mantém-se a caracterização da edição anterior de existirem mais iniciativas focadas nos estágios mais avançados de negócios, principalmente quando falamos do foco em Aporte Financeiro, onde o foco em mitigação de risco é maior. Contudo, é significativo o aumento de oportunidades para o estágio de ideação, o primeiro dentro da jornada empreendedora, um importante avanço para que as inovações demandadas pelo mercado possam ser supridas no médio prazo.
- Apesar da distribuição das sedes das iniciativas não ser proporcional no Brasil, com concentração no Sudeste, cerca de 66% (46 de 70) das iniciativas dão apoio a negócios de todos estados do Brasil, sem restrição territorial. Assim, quando somado o foco regional de iniciativas, os estados com maior oferta de suporte são Pará, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul os mais mencionados.
- Ao comparar a quantidade de iniciativas exclusivas para um ou mais estados da região com o número de organizações sediadas no local, a região Norte possui a maior proporção, com um grande número de organizações de fora da região que possuem iniciativas especializadas com foco em negócios localizados em estados do Norte. Nota-se que iniciativas com foco local priorizam apoiar negócios regionais em seus estágios iniciais.
- Enquanto a maioria (75%) das iniciativas focadas em Aporte Financeiro seleciona com base em Setores-Alvo, a maioria das iniciativas focadas em Desenvolvimento não apresenta essa característica na seleção dos negócios de impacto (53%). Os setores mais mencionados são: Gestão de resíduos, Energia e biocombustíveis e Florestas e uso do solo. Outros setores possuem considerável menção, como Educação; Água e saneamento; Empregabilidade, empreendedorismo e geração de renda; Serviços financeiros; Equidade e inclusão; e Saúde.
4) Há mudanças nas características das organizações que realizam as iniciativas, com fontes de receita advindas de organizações privadas (empresas, institutos e fundações) e menor foco em contrapartida dos empreendedores, bem como maior presença de iniciativas realizadas por grandes empresas.
- Organizações passaram a se sustentar menos a partir da cobrança dos empreendedores e mais a partir do subsídio de organizações privadas (empresas, institutos e fundações), revelando uma mudança no modelo de negócio das organizações do setor. A mudança também reflete o crescimento de grandes empresas como organizações realizadoras das iniciativas.
- Cerca de 70% das organizações possuem mais de uma fonte de entrada financeira.
- Destaca-se como positiva a alta quantidade de iniciativas gratuitas (32, ou seja, 46%), de grande importância para os empreendedores, que costumam ter desafios de sustentabilidade financeira antes do ganho de robustez de seus negócios.
5) Diversidade ainda é uma questão em evolução, tanto como critério de seleção dos negócios, quanto da composição dos colaboradores nas iniciativas.
- 29% das iniciativas não olham para o recorte de diversidade em relação ao perfil empreendedor em seus processos seletivos, o que é um significativo valor, dado que perfis de maiorias minorizadas apresentam maior dificuldade e enfrentam maiores barreiras no acesso a iniciativas de suporte e recursos financeiros.
- No que se refere a presença de mulheres no time, a maioria das organizações (65,5%) são predominantemente femininas, possuindo mais que 50% de mulheres no time. Por outro lado, a maioria delas (48%) possuem menos de 24,99% da equipe formada por pessoas negras. Assim, as organizações possuem proporções baixas de representatividade em relação à população do Brasil, no que se refere à proporção de pessoas negras.
6) Aspectos de desenvolvimento do setor são importantes para as organizações, como disseminação do conceito e conteúdo, recurso financeiro (capital paciente e de fomento), fomento a redes e conexões, e advocacy.
- As iniciativas apresentam como demanda recursos financeiros (para manter e expandir a iniciativa, bem como para oferecer auxílio financeiro para os empreendedores beneficiados), carecendo de acesso a capital paciente e estruturante para viabilizar o desenvolvimento do pipeline de negócios maduros. Assim, aparece em grande quantidade desafios relacionados ao modelo de negócio e sustentabilidade financeira das iniciativas.
Além do estudo, o Guia 2.5 oferece uma plataforma digital e interativa para os empreendedores, com teste para facilitar a busca por iniciativas e detalhamento aprofundado acerca de cada uma, e conhecer de forma mais ampla atores do setor. Uma sessão destinada à Amazônia traz um mapeamento detalhado das organizações que atuam no desenvolvimento da região. O levantamento é baseado na publicação ‘Caminhos para a Amazônia’, resultado da colaboração entre a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e o Quintessa.
A nova edição do Guia 2.5 foi co-realizada com a Pipe Social, plataforma com a visão de mapear e fomentar o pipeline de negócios de impacto socioambiental no Brasil, na parceria com a Base de Impacto. Foi patrocinado pelo Cubo Itaú, Fundo Vale, Instituto Helda Gerdau e Instituto Sabin. A edição também tem o patrocínio da “Coalizão pelo Impacto”, iniciativa que atua no fortalecimento do ecossistema de apoio aos negócios de impacto em seis cidades brasileiras e que mapeou organizações de apoio em Belém/PA, Fortaleza/CE, Brasília/DF, Paranaguá/PR, Porto Alegre/RS e Campinas/SP.
“O Guia 2.5 é uma ferramenta completa para ajudar a trazer mais eficiência ao ecossistema, garantindo que empreendedores de negócios de impacto acessem e escolham as iniciativas mais adequadas para receberem suporte e investimento. Essa 4ª edição mostra o aumento, diversificação e qualificação das iniciativas, bem como uma maior entrada de grandes empresas, institutos e fundações na agenda de negócios de impacto”, destaca Anna de Souza Aranha, co-CEO do Anna de Souza Aranha.
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4ª Edição do Guia 2.5
O Guia 2.5 é o principal estudo sobre o ecossistema de apoio aos negócios de impacto e plataforma de conexão dos empreendedores com as organizações do setor 2.5 que estão focadas em seu desenvolvimento e aporte financeiro.
A plataforma é voltada especialmente para empreendedores e foi idealizada pelo Quintessa, em 2015, com o objetivo de trazer clareza acerca do suporte existente para o crescimento de seus negócios de impacto e facilitar a sua conexão com organizações do setor.
Com isso, o Guia empodera o(a) empreendedor(a), qualificando sua decisão e facilitando o acesso ao mercado e ao suporte que precisa.
A plataforma centraliza as informações acerca das iniciativas em um único local, explicitando o que cada uma oferece, seus diferenciais, critérios de seleção e detalhes sobre a organização.
Ainda, traz eficiência ao ecossistema, com um melhor direcionamento de empreendedores de negócios de impacto às organizações – garantindo que acessem as iniciativas mais adequadas para seu estágio de negócio e necessidades.
O estudo traz análises das iniciativas de forma agregada, revelando as principais características e tendências do ecossistema que desenvolve e investe em negócios de impacto.
Com sua primeira edição em 2015, o Guia já teve mais de 1.600 downloads do estudo e mais de 46 mil acessos na plataforma.
A quarta edição, de 2023, foi co-realizada com a Pipe Labo, por meio da parceria na Base de Impacto, e mostra a evolução mais robusta do ecossistema de impacto até aqui, impulsionada pelo aumento, diversificação e qualificação das iniciativas, bem como pela entrada de grandes empresas, institutos e fundações na agenda de negócios de impacto.
Conecte-se e aprenda sobre o setor 2.5 : Acesse o estudo
O Guia 2.5 é patrocinado pela Coalizão Pelo Impacto, Cubo Itaú, Fundo Vale, Instituto Helda Gerdau e Instituto Sabin.
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100+ Labs Brasil: Colaboração e Inovação Sustentável na Amazônia
No dia 5 de setembro, quando celebramos o Dia da Amazônia, é essencial refletirmos sobre as ações que estão sendo implementadas para preservar e proteger o ecossistema da floresta que é essencial para a vida no planeta terra.
Nos últimos anos, à medida que empresas, governos e diversos atores multisetoriais estão olhando para a pauta de desenvolvimento sustentável – a Amazônia ganhou e ganha cada vez mais notoriedade nos espaços de discussão.
Atualmente, existem inúmeros projetos, ações, investimentos e iniciativas que têm buscado, de forma colaborativa, preservar a biodiversidade existente na região e promover ações efetivas que contribuam para o desenvolvimento sustentável da região.
Neste contexto, vamos usar neste texto o exemplo do programa 100+ Labs Brasil, uma colaboração entre a Ambev, PPA, USAID, executada pelo Quintessa em parceria com PepsiCo e Unilever, e com o apoio da Ball e Valgroup, além do suporte institucional da Libra Branding, Machado Meyer e Pacto Global na edição 2023, que tem com objetivo impulsionar a implementação de pilotos de soluções que geram impactos socioambientais positivos e que apoiem as organizações a alcançarem suas metas de sustentabilidade por meio de nove eixos temáticos: agricultura sustentável, embalagem circular, mudanças climáticas, gestão de água, ecossistema empreendedor, amazônia, diversidade e inclusão, consumo consciente e responsabilidade ambiental.
Recorte Amazônia:
Nas últimas duas edições, o programa atraiu mais de 100 negócios inscritos no eixo Amazônia. As iniciativas que vão desde o turismo sustentável e inclusão produtiva de populações locais e tradicionais da Amazônia, refletem a biodiversidade presente na região. Os negócios são em sua maioria empreendidos por mulheres e possuem sede na região Norte.
Na edição de 2022 do 100+ Labs Brasil, um dos casos de sucesso foi com a Urucuna, negócio de inovação da sociobio economia que resulta em produtos de bem-estar e serviços da natureza.
O projeto do piloto não apenas reflete a essência do programa, mas também ilustra como a colaboração e a inovação podem se unir para criar soluções sustentáveis na Amazônia. A startup utilizou metodologia de co-criação em parceria com os habitantes de Maués visando não apenas desenvolver um produto autêntico, mas também agregar valor às tradições locais e à biodiversidade região.
O resultado foi a criação de um protótipo de vela de massagem, cuidadosamente formulado com ingredientes da sociobiodiversidade de Maués. Esta vela foi embalada com materiais artesanais feitos a partir do cipó ingá pelas habilidosas artesãs da Associação de Artesãos Unidos para Vencer (AAUV). Além disso, o projeto da Urucuna não se limitou à criação de produtos, também empreendeu um mapeamento abrangente do potencial bioeconômico da região.
Oficinas e espaços para a troca de conhecimentos foram oferecidos, abordando tópicos que variaram desde inovação e desenvolvimento de produtos, criatividade e precificação. O projeto da Urucuna se tornou um exemplo de como é possível unir tradição, inovação e sustentabilidade, enriquecendo tanto a comunidade local quanto o cenário global da conservação da Amazônia.
Em um esforço conjunto, o programa e seus parceiros estão moldando um futuro com soluções sustentáveis para a Amazônia. E enquanto as edições do programa avançam e as soluções amadurecem, a esperança é que estejamos no caminho certo para garantir que a Amazônia continue a prosperar por muitos anos.
Quer saber mais sobre outros projetos que participam do 100+Labs e conhecer os aprendizados e resultados de um programa referência em inovação aberta para sustentabilidade no Brasil. Faça download do case completo: https://conteudos.quintessa.org.br/case-aceleradora-ambev
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Quintessa lança a 2ª Temporada do podcast Ponto de Ebulição
Durante a primeira temporada, o podcast discutiu dilemas, desafios e boas práticas no campo da sustentabilidade nas grandes empresas. Agora, busca ampliar o repertório de soluções, aprendizados e insights práticos no âmbito da filantropia. Nesta segunda temporada o Quintessa explora a temática; “Potencializando impacto através da filantropia estratégica; Como institutos e fundações podem unir forças com negócios de impacto para impulsionar mudanças significativas.”
O podcast mantém o seu formato descontraído e envolvente, sendo um espaço para aprender e refletir a partir da experiência de quem atua e tem prática nos assuntos. Conduzido por Anna de Souza Aranha, sócia e diretora do Quintessa, que recebe lideranças e especialistas que vão apontar, a partir das suas experiências, caminhos propositivos para as empresas trilharem em suas jornadas de impacto positivo.
A segunda temporada do Ponto de Ebulição prevê seis episódios, transmitidos semanalmente, às quartas-feiras, em áudio e vídeo, por plataformas como YouTube e Spotify.Roteiros: Paula Cayoni, com participação da Anna Aranha
Edição e gravação: Wen Produtora -

2ª Temporada – Episódio #4 | Soluções de negócios de Impacto para desenvolver territórios
No quarto episódio do Ponto de Ebulição, Anna de Souza Aranha, recebe Tatiane Torres, gerente de produtos da Lemobs e Gabriele Candido, coordenadora de impacto social do IBRF para falar sobre “Soluções de negócios de Impacto para desenvolver territórios”. O enredo do episódio e os exemplos práticos são ilustrados pelo Ecco Comunidades, iniciativa do IBRF em parceria com o Quintessa que teve foco reduzir a perda e desperdício de alimentos e promover o desenvolvimento territorial a partir da implementação de soluções de negócios de impacto em alguns dos municípios com presença da BRF.
Realização Quintessa | www.quintessa.org.br -

2ª Temporada – Episódio #3 | Capital Filantrópico para desenvolver negócios de impacto
A segunda temporada do Ponto de Ebulição chega em sua metade. Durante os dois primeiros episódios focamos em falar sobre os conceitos que têm permeado a temática da atuação filantrópica mais estratégica.
O terceiro episódio é o primeiro caso prático desta temporada – e para conduzir essa conversa Anna de Souza Aranha, recebe Beatriz Johannpeter, diretora do instituto familiar Helda Gerdau e Jorge Júnior, fundador e CEO da Trampay. Juntos, eles compartilham suas perspectivas no episódio intitulado “Capital Filantrópico para desenvolver negócios de impacto” , como foi a participação na jornada de Venture Philanthropy do Quintessa destacando as transformações-chave que ocorreram antes e depois do programa. -

2ª Temporada – Episódio #2 | Blended Finance o potencial do capital filantrópico em catalisar o capital comercial
No segundo episódio da temporada, Anna de Souza Aranha, recebe Bruno Aranha especialista em investimento com ampla e diversificada experiência profissional em Sustentabilidade e Fernanda Camargo idealizadora e sócia fundadora da Wright Capital Wealth Management para falar sobre “Blended Finance, o potencial do capital filantrópico em catalisar o capital comercial”.
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2ª Temporada – Episódio #1 | O que é Venture Philanthropy e como ele compõe o portfólio de tipos de capital
No episódio de abertura da segunda temporada do Ponto de Ebulição, podcast do Quintessa, Anna de Souza Aranha, co-CEO do Quintessa recebe Célia Cruz, diretora executiva do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE) e Greta Salvi, diretora Brasil da Latimpacto para falar sobre “O que é venture philanthropy e como ele compõe o portfólio de tipos de capital”.
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Episódio #09 | COP27 e o futuro da agenda sustentável no Brasil
Para finalizar o ano de 2022 e encerrar a primeira temporada do Ponto de Ebulição, gravamos um episódio especial para falarmos sobre o futuro da agenda sustentável no Brasil, diante do novo cenário político e com os avanços e compromissos que aconteceram na COP27. Anna de Souza Aranha, conversou com Kamila Camilo, que é uma jovem liderança destaque em espaços globais de discussão sobre impacto e também é diretora de operações da Impact Beyond, e o Marcos Coronato, editor executivo do Um Só Planeta.