Qual o papel da inovação no desenvolvimento de territórios? No episódio do Ponto de Ebulição desta semana, Anna de Souza Aranha recebe Mariana Almeida, superintendente da Fundação Tide Setubal, e Gustavo Fuga, fundador e CEO da startup 4YOU2 para contar um pouco sobre como unir a potência dos negócios de impacto e a potencial dos territórios locais pode contribuir com desenvolvimento humano, econômico e urbano do território.
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Episódio #05 | Investimento estratégico de empresas em start-ups: M&As e CVC
O investimento estratégico de empresas em start-ups por meio de estruturas de CVC (Corporate Venture Capital) ou M&As (a sigla para mergers and acquisitions, fusões e aquisições em português) não é novidade no ecossistema da inovação, mas têm ganhado cada vez mais espaço nas pautas estratégicas de impacto positivo e sustentabilidade. Para contar como funciona na prática, Anna de Souza Aranha recebe no Ponto de Ebulição: André Biselli, que empreendeu por muitos anos a Courri, startup de logística sustentável, e que vendeu o negócio para a Americanas S/A, e Juliana Oizerovici, Head de Novos Negócios e Open Innovation na Raia Drogasil.
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Episódio #02 | O que fazer quando a liderança não está engajada com a pauta ESG?
O que fazer quando a liderança não está engajada com as pautas de desenvolvimento sustentável? Neste episódio do Ponto de Ebulição, Anna de Souza Aranha, conversa com Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem e com Tarcila Ursini, Consultora Especialista em Sustentabilidade e Conselheira independente em grandes empresas de destaque, sobre possíveis caminhos e práticas para que a pauta de sustentabilidade tenha relevância dentro das grandes corporações.
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Mapeamento Caminhos para o Impacto Positivo | Quintessa e ICE
Publicação lista 9 caminhos para as empresas seguirem e 44 organizações aptas a oferecer expertise para apoiá-las
De um lado, empresas buscam quem tenha expertise para ajudá-las em iniciativas ligadas aos seus desafios ESG. De outro, consultorias, redes e organizações oferecem esse conhecimento. Porém, nem sempre umas e outras se encontram facilmente. O Quintessa, aceleradora de impacto positivo que é referência em ESG, e o Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), agora se unem para amarrar as duas pontas dessa equação: juntas, criaram o mapeamento “Caminhos para o Impacto Positivo”.
Ele se propõe a indicar caminhos possíveis de geração de impacto positivo para as empresas por meio de seus produtos, serviços e/ou operações, bem como elencar atores que as auxiliem nessa empreitada. A partir de diferentes possibilidades de atuação, a publicação lista organizações que estão aptas a oferecer suporte e expertise para cada tipo de iniciativa.
Neste primeiro momento, foram relacionadas 44 organizações que atuam em diferentes caminhos e que já possuem experiência e resultados concretos de implementação. O mapa inclui a ficha técnica de cada organização, o que oferece em cada caminho de atuação, cases de sucesso e contato.
“Temos visto que muitas vezes os executivos e executivas não sabem por onde começar a gerar impacto positivo ou quais organizações podem apoiá-los nessa jornada. A ideia de criar o material veio justamente para ajudá-los a identificar quais são os caminhos potenciais, em seus distintos níveis de maturidade, e encontrar organizações que ofereçam suporte. Com isso, podemos acelerar o processo de desenvolvimento do mercado, trazendo repertório, transparência de informações e eficiência nas conexões”, aponta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa.
No total, o mapeamento determina nove caminhos principais que as empresas podem trilhar, os quais englobam e categorizam diversos serviços. Os caminhos são complementares e podem ser seguidos de forma concomitante. As 44 organizações cadastradas estão categorizadas de acordo com as suas especialidades, sendo possível que uma mesma organização esteja habilitada para prestar serviços em caminhos diferentes – 64% delas sinalizou que oferece serviços em mais de um caminho, o que revela sua atuação abrangente.
Os nove caminhos definidos no mapa para a geração de impacto positivo são:
- acesso a capital;
- atuação em rede;
- comunicação e engajamento;
- desenvolvimento humano e de cultura organizacional;
- estratégia de iniciativas e práticas;
- implementação de iniciativas e práticas;
- inclusão de impacto positivo na atividade principal;
- inovação aberta com negócios de impacto;
- mensuração, reporte e certificação.
Dois desses caminhos se destacam como especialidade de quase metade das organizações mapeadas: estratégias de iniciativas e práticas (21 organizações) e desenvolvimento humano e de cultura organizacional (20 organizações).
A análise dos perfis das 44 integrantes do mapeamento mostra ainda que 82% delas possui menos de 49 colaboradores; apenas 23% possui menos de 5 anos de existência; e a grande maioria (86%) trabalha com foco em impacto positivo desde a sua fundação, indicando que elas foram criadas justamente com essa finalidade.
Uma das contribuições das organizações do mapa foi sinalizar as dificuldades que passam ao lidar com as corporações nesse processo.
Assim, os principais desafios apontados pelas organizações ao atuarem com as empresas foram: engajamento da alta liderança na agenda, bem como a falta de entendimento dos(as) executivos(as) sobre a integração estratégica entre impacto positivo e geração de resultado financeiro – não enxergando a geração de impacto como um custo. Além disso, foi mencionado o desafio cultural, no sentido dos(as) executivos(as) estarem preparados para uma outra forma de fazer negócios.
Outro desafio destacado foi a burocracia no processo de contratação pelas empresas. Como a maioria das organizações listadas é de pequeno porte, há uma dificuldade em passar pelos processos de Suprimentos e um alto esforço e tempo dedicados no desenho de propostas adequadas às exigências das empresas.
Seleção criteriosa
Para constar no mapeamento, essas organizações precisaram cumprir a uma série de critérios, tais como oferecer um serviço focado em impacto positivo dentro de algum dos nove caminhos há pelo menos três anos, bem como terem ao menos três cases de sucesso.
A partir de indicações de parceiros e especialistas e pesquisas, foram convidadas 80 organizações para fazer parte da publicação. Desse total, 44 cumpriram todos os requisitos para pertencer ao mapeamento. A expectativa é que, a partir desta primeira edição, novas organizações se identifiquem como aptas para integrar o mapa e se inscrevam para uma próxima edição, que já está prevista, mas ainda sem data de lançamento.”
A elaboração do mapeamento “Caminhos para o Impacto Positivo” contou com a parceria estratégica da Climate Ventures, IBGC, Pares e Sistema B. A divulgação do material aos públicos de interesse tem o apoio do GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, Instituto Ethos, Pacto Global e CEBDS – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e Capitalismo Consciente.
“Precisamos de mais exemplos concretos de empresas que avançaram na institucionalização da agenda de impacto socioambiental positivo – seja nas suas atividades de inovação aberta, na formação de seus conselhos ou na própria revisão de seus produtos e serviços. Cada exemplo concreto é indutor para que outras empresas também se mobilizem. Esperamos que esse guia traga argumentos e insumos de base para movimentações, parcerias e projetos inovadores”, afirma Diogo Quitério, coordenador do ICE.
Entre os especialistas consultados para a identificação de temas, caminhos e organizações a serem mapeadas, estão Aron Belinky, Gustavo Luz, Juliana Vilhena, Luis Fernando Guggenberger, Márcia Soares, Maria Eugênia Buosi, Rachel Sampaio, Ricardo Voltolini, Ricardo Young, Tarcila Ursini e Tatiana Assali.
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Episódio #01 | Geração de Impacto e adoção de boas práticas ESG dão retorno financeiro?
No episódio de estreia do Podcast Ponto de Ebulição, Anna de Souza Aranha recebe Carolina Pecorari, executiva de Sustentabilidade e ESG na Ultragaz e Aron Belinky, consultor Especialista em Sustentabilidade, para uma conversa sobre como as práticas de impacto e ESG adotadas por empresas podem ou não dar retorno financeiro.
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Quintessa lança podcast sobre desafios e aprendizados da pauta ESG nas empresas
O Quintessa, aceleradora de impacto pioneira e referência no trabalho junto a grandes empresas, lança hoje o podcast Ponto de Ebulição, um espaço de reflexão e aprendizado sobre os principais desafios da pauta de inovação sustentável.
Quem conduz as conversas é Anna de Souza Aranha, sócia e diretora do Quintessa. Em tom descontraído e franco, ela recebe lideranças e especialistas que vão apontar, a partir das suas experiências, caminhos propositivos para as empresas trilharem em suas jornadas de impacto positivo. A primeira temporada do Ponto de Ebulição prevê oito episódios, transmitidos semanalmente, às quartas-feiras, a partir de 28 de setembro, em áudio e vídeo, por plataformas como YouTube e Spotify, entre outras.
Em cada episódio, Anna entrevistará dois convidados com vivência prática no tema. A pauta gira em torno dos principais dilemas presentes no dia a dia dos profissionais de sustentabilidade das grandes empresas. No podcast, os entrevistados foram convidados a uma conversa “sem crachá”, podendo tocar em pontos que normalmente envolvem “tabus”.
“Nossa visão é que, para avançarmos nessa temática, precisamos trazer maior repertório de boas práticas e referências de como lidar com esses dilemas”, afirma Anna de Souza Aranha. “Muitas vezes os profissionais das áreas socioambientais ficam reféns dos desafios por se tratar de assuntos na fronteira da inovação. Dessa maneira, queremos apoiá-los nas tomadas de decisão para destravar as ações.”
No episódio de estreia Anna de Souza Aranha, conversou com Carolina Pecorari, executiva de sustentabilidade e ESG na Ultragaz e Aron Belinky, consultor especialista em sustentabilidade, sobre como as práticas de impacto e ESG adotadas por empresas podem ou não dar retorno financeiro.
Os temas dos episódios passam por geração de impacto versus retorno financeiro, formulação de metas ESG, engajamento da liderança, inovação aberta, emissão de dívidas atreladas à metas ESG e greenwashing. Assim, focam tanto em aspectos introdutórios para quem está no início da jornada, bem como discussões técnicas e profundas para quem já tem alguns anos de atuação.
A lista de convidados inclui nomes como Ricardo Young, presidente do conselho do Instituto Ethos; Luiza Vasconcellos, head de Negócios ESG do Itaú BBA; Tarcila Ursini, especialista em sustentabilidade; o pesquisador e consultor Aron Belinky; Maria Eugênia Buosi, cofundadora da Resultante Consultoria Estratégica; Gustavo Fuga, CEO e fundador do negócio de impacto 4YOU2; e Lisa Lieberbaum, gerente de sustentabilidade da Ambev, entre outros.
Você pode acompanhar o podcast do Quintessa no Spotify e também a versão com vídeo no Youtube do Quintessa.
Ouça no Spotify -

Quintessa e Pipe Social lançam a maior base de negócios de impacto do Brasil
O Quintessa, aceleradora de impacto, e a Pipe Social, plataforma de fomento a programas de impacto socioambiental, lançam a Base de Impacto, o maior banco de startups de impacto do país, que conta com mais de 5 mil negócios mapeados. O objetivo é aumentar a oferta de benefícios aos empreendedores e ampliar a sua conexão com o mercado, facilitando a curadoria para que empresas, investidores, institutos, fundações e outros atores trabalhem junto com startups para desenvolver soluções para nossos grandes desafios socioambientais e sua agenda ESG.
O tema adquiriu grande relevância especialmente nos últimos dois anos no país, e cada vez mais o que era considerado um nicho tornou-se transversal no mercado. Dessa forma, as duas organizações que são referência no setor uniram esforços para fomentar negócios de impacto socioambiental positivo. “Faz muito sentido respondermos com ainda mais robustez à demanda por geração de inteligência de mercado a partir de dados com qualidade e ainda mais eficácia nas conexões realizadas entre agentes como grandes empresas, investidores e governos de um lado e empreendedores que oferecem soluções do outro”, afirma Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa.
A Pipe Social é referência em tecnologia e análise de dados do setor, responsável pelas três edições do Mapa de Negócios de Impacto, maior pesquisa nacional deste mercado. O Quintessa é reconhecido por desenvolver programas de aceleração e de inovação aberta focados em impacto positivo, oferecendo diversas oportunidades para o desenvolvimento dos negócios e conexão com grandes empresas.
As oportunidades vão desde conexões comerciais para fazer negócios com grandes corporações até programas de aceleração, mentorias, eventos, premiações, acesso a conteúdos – incluindo a ampliação da visibilidade por meio da exposição na vitrine para buscas públicas. As empresas continuarão com suas operações independentes, executando os serviços já anteriormente ofertados.
Além disso, os empreendedores cadastrados na plataforma poderão receber convites exclusivos: mais de 60% das últimas seleções realizadas pelo Quintessa para seus parceiros (empresas, investidores, institutos) foram feitas por meio de convites diretos para os empreendedores mapeados em sua base (com mais de 4 mil negócios), sem a abertura de chamadas públicas. Assim, o cadastro garante acesso a essas oportunidades.
“Ao longo dos nossos 13 anos de atuação, o Quintessa passou a desempenhar o papel de orquestrador e conector dentro do mercado, unindo empreendedores, grandes empresas e outros atores para gerarem impacto positivo de forma integrada. O lançamento da Base de Impacto amplifica esse movimento, trazendo tecnologia e a inteligência de dados para potencializar e facilitar a experiência desses públicos”, diz Anna.
Juntas, as duas organizações já conectaram startups com parceiros como Ambev, Facebook (Meta), Grupo Fleury, Natura, Fundo Vale, BID Lab, Itaú BBA, Braskem, Fundação Boticário, Instituto BRF, Fundação Lemann, Grupo NotreDame, Oi Futuro, banco BV, Globo, Vedacit, Fundação Tide Setubal, Instituto Arapyaú, CPFL, Beneficiência Portuguesa.
Para Mariana Fonseca, co-fundadora da Pipe.Social, a Base de Impacto é uma oportunidade para otimizar esforços, quantificar e qualificar melhor o ecossistema. “A união da base consolidada da Pipe, que superou 5 mil cadastros no último ano, com o nome bastante conhecido do Quintessa no mercado e a diversidade de programas que ele oferece é uma chance de amplificar e otimizar oportunidades para quem interessa: os empreendedores na ponta”, afirma.
Para fazer parte da Base de Impacto, os empreendedores devem realizar o cadastro do seu negócio no site!


