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  • Como encontrar startups que geram valor para sua empresa

    Como encontrar startups que geram valor para sua empresa

    Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) avaliou as iniciativas de relacionamento entre grandes empresas e startups na América Latina e revelou que a principal dificuldade apontada pelas empresas para trabalhar com startups é identificar negócios que podem gerar valor para a corporação. Em seguida, aparecem a mudança de cultura e mentalidade para trabalhar com startups e em terceiro, o desafio de atrair empreendedores de qualidade. 

    Fonte: Estudo BID

    O primeiro desafio acontece por falta de uma estratégia bem definida sobre o porquê se relacionar com as startups e para quais desafios a empresa está buscando soluções. Já as outras dificuldades apontadas, como atração de empreendedores qualificados, confiança nos empreendedores e encontrar ideias viáveis, podem ser solucionadas com um processo de seleção bem feito.

    Aqui no Quintessa buscamos direcionar a empresa para que a iniciativa de inovação aberta seja efetiva e assim possamos identificar as startups que resolvam os desafios propostos.  Sendo assim, nosso ponto de partida para conceber uma nova iniciativa é sempre entender a estratégia da empresa, a partir da escuta de executivos(as) de diferentes áreas e análises de materiais. 

    Dessa forma, garantimos que a iniciativa esteja alinhada às prioridades da empresa, e também que tenhamos mais propriedade para buscar startups que realmente irão gerar negócios e resultados. Avaliamos aspectos como o foco da empresa, metas e desafios a longo prazo, novos mercados que desejam entrar, estratégia de sustentabilidade, causas que já apoia, entre outros, e qual público a iniciativa deseja beneficiar (público interno, comunidades do entorno, clientes, fornecedores, etc.).

    Neste texto, vamos explorar como funciona a nossa metodologia de busca e seleção de startups de impacto em programas de inovação aberta, que costuma durar três meses.

    Definindo o recorte de startups:

    A partir da estratégia definida, é preciso entender o recorte de startups que faz sentido a empresa se relacionar, que pode ser setorial (Saúde, Energia, Água, etc.), temático (empregabilidade, equidade de gênero, etc.) ou de soluções para seus desafios em ESG.

    Curadoria e inscrições: 

    Crucial para garantir o sucesso da iniciativa, a etapa de curadoria é onde conseguimos identificar a qualidade dos participantes da iniciativa e a adequação frente às expectativas da empresa. Esta fase  é composta pela busca e identificação das startups. 

    Este estágio exige um momento de preparação, definindo a estratégia de divulgação, os critérios de seleção, criação do regulamento e demais instrumentos de seleção (como formulário de inscrição), e até metas de quantidades de startups inscritas. 

    Este último aspecto depende do recorte de startups escolhido e da quantidade de empreendedores que a empresa deseja selecionar, já que alguns setores possuem muito mais soluções de startups do que outros. No Quintessa, possuímos uma base com mais de 4.5 mil startups mapeadas, o que nos possibilita realizar análises de setores, maturidade dos negócios, identificar gaps e ofertas de soluções.

    No momento de atração das startups para participar do programa, decidimos entre duas estratégias: convites ativos e chamadas abertas.

    A estratégia baseada em convites costuma garantir uma alta qualidade das startups, mas muitas vezes um volume menor de candidatos. Para embasar a qualidade, um dado: 70% a 95% das turmas formadas nos últimos programas que conduzimos, vieram de convites ativos para a nossa base. É importante dizer que apesar de convidarmos ativamente, os empreendedores passam pelas mesmas análises, entrevistas e processos junto ao Quintessa e a empresa parceira.

    Complementar a ela, a estratégia de chamada aberta é baseada na divulgação da oportunidade para o mercado – em que criamos uma identidade, site, divulgamos em mídia, redes sociais e mobilizamos indicações de atores do ecossistema (como outras aceleradoras, incubadoras, investidores). Essa estratégia, apesar de mais longa, garante divulgação da marca e da iniciativa, além de oxigenar com novos candidatos e permitir que se faça um panorama mais amplo de caminhos possíveis.

    Geralmente fazemos uma combinação entre uma chamada aberta ao público e convites direcionados para os empreendedores já mapeados pelo Quintessa, e assim garantimos que os bons nomes que já conhecemos serão avisados da oportunidade. Mas alguns parceiros preferem seguir somente com os convites, especialmente quando o programa envolve a seleção de poucas startups (menos de 5, por exemplo).

    Em ambos casos, nossa recomendação é que a empresa seja específica, transparente e assertiva ao explicar a proposta de valor do programa para os empreendedores. Não parta do princípio que os empreendedores vão querer se inscrever e participar apenas pela força da sua marca – ainda mais se seu foco for trabalhar com startups em estágios mais avançados. Programas de aceleração levam tempo, dedicação e empenho por parte dos empreendedores, e por isso deve ser uma relação de troca e ganha-ganha.

    Vá além do termo “aceleração” e explique o formato do programa, se há apoio individual ou não, se há acesso aos executivos e as áreas da empresa, possibilidade de investimento, etc. É uma forma de você começar a relação demonstrando respeito pelos empreendedores – e entendendo que eles devem ter informações suficientes para decidirem se querem ou não participar e dedicar seu tempo.

    A etapa de Seleção: 

    Após a etapa de busca dos candidatos, vem a seleção. Normalmente ela é baseada na filtragem a partir dos formulários de inscrição, entrevistas individuais e uma banca de seleção final, geralmente um Pitch Day. 

    Uma boa prática é refletir se essa será uma etapa conduzida exclusivamente pelo time que está liderando a iniciativa de inovação aberta ou se cabe abrir para participação e engajamento de mais colaboradores, para que possam ter contato com as startups candidatas e influenciarem o processo embasando os interesses de diferentes áreas. 

    Quais os critérios de seleção? Temos uma régua própria de análise de negócio e de impacto e somamos uma terceira régua, que é a adequação aos desafios do parceiro. Alguns critérios são a análise do perfil do(a) empreendedor(a) (aspectos como brilho nos olhos e abertura para rever premissas), potencial de impacto e relevância da solução, modelo de negócio, tamanho do mercado e potencial de crescimento; e outros dependem do formato e dos objetivos do programa, definidos junto ao parceiro, como o caso da maturidade da startup, o histórico da solução e a viabilidade de implementação. 

    Quantas startups selecionar? Essa resposta vem com uma série de “depende” – tendo que ser adequada ao tamanho, momento, entre outras características da empresa. Ainda assim, como reflexão: quando a empresa já está muito madura em relação ao que deseja de resultado, pode fazer sentido ela trazer uma abordagem de priorização e foco, trabalhando com apenas 1 a 3 startups, se relacionando na profundidade. Quando o(a) executivo(a) ainda não está seguro(a) de qual tipo de startup e solução pode fazer sentido, ou ainda está experimentando, vale a pena conhecer um grupo maior (6-12 startups) com soluções diversas, já que a possibilidade de gerar resultado é maior e menos arriscada.

    Alguns cases do Quintessa:

    Aceleradora 100+ Ambev

    O recorte buscado pela Ambev é de startups setoriais e temáticas, que podem apoiar a empresa a alcançar suas metas de sustentabilidade (gestão da água, mudanças climáticas, embalagem circular, entre outras). A cada ano, são selecionadas até 20 startups para uma fase inicial de aprofundamento, por meio de chamadas abertas, e durante o programa acontece um segundo Pitch Day, em que nove das vinte soluções são implementadas na empresa. Neste caso, o programa é executado pela área de Sustentabilidade, mas os(as) executivos(as) das áreas da Ambev que receberão as soluções implementadas participam ativamente do processo para garantir a viabilidade do projeto, como a área de embalagens e de agro, por exemplo. Veja mais sobre como foi o programa de Inovação Aberta entre Quintessa e Ambev.

    Braskem Labs

    O Braskem Labs é o programa da Braskem que acelera startups com soluções sustentáveis na cadeia da química e do plástico. A busca por startups se divide entre negócios em estágio inicial (que são direcionadas para a iniciativa Ignition) e em estágio de tração e escala (para o programa Scale).

    Dessa forma, o peso dos critérios de seleção é diferente para as duas iniciativas, e no momento do Pitch Day as soluções podem ser avaliadas separadamente – competindo com outras do mesmo nível. Ao todo, apresentamos 40 soluções na etapa final e 20 são selecionadas para os dois programas pela banca de executivos(as) presentes no evento. A estratégia se baseia em chamadas abertas, mas após 8 anos de programa, já acontece de muitos finalistas das edições anteriores serem convidados diretamente e até de participantes do programa Ignition se inscreverem para o Scale após alguns anos. Saiba mais sobre o Braskem Labs.

    Grupo Fleury

    programa Impacta Grupo Fleury é dividido em duas iniciativas com objetivos distintos: ambas buscam soluções para a agenda ESG da empresa; o Soluciona, com o foco em implementar soluções já maduras na companhia, e o Acelera, com foco em acelerar soluções de startups de impacto dentro das temáticas ambientais, sociais e de governança. Para a primeira iniciativa, o Grupo Fleury buscava 3 soluções, e a estratégia adotada foi exclusivamente de convites direcionados às startups, que se inscreveram e passaram por um Pitch Day. Já para o Acelera, optamos junto à empresa por abrir uma chamada com ampla divulgação para o mercado, em busca de 10 selecionadas.

    Aceleradora parceira

    O processo de curadoria e seleção de startups é uma etapa essencial para que o programa de inovação aberta tenha resultados relevantes nas empresas, e contar com uma aceleradora parceira pode trazer muitas vantagens, especialmente quando falamos em conseguir conectar inovação com sustentabilidade. A falta de experiência pode fazer a agenda não avançar e cair em um ponto cego dos executivos em não conseguir enxergar uma integração entre os dois campos. 

    Uma aceleradora parceira pode trazer um pipeline de negócios mais robusto e já com uma curadoria, uma visão ampla de mercado para analisar o diferencial, potencial de inovação e de modelo de negócio das startups, além de metodologias de seleção já validadas com diversas startups ao longo da sua experiência. Vemos isso ao realizar a etapa de curadoria: não é apenas sobre ampliar a quantidade de startups candidatas, mas também sobre trazer eficiência e metodologia para selecionar aquelas que a empresa já conhece – sem depender de um(a) executivo(a) fazer isso sozinho(a), sem experiência na área ou sem tempo disponível para administrar mensagens diretas nas redes sociais.

    Conte com o Quintessa para ser parceiro na criação de uma iniciativa de inovação aberta e/ou realizar uma curadoria de startups para sua empresa se relacionar. Entre em contato!

  • Grupo Fleury anuncia startups que farão parte do programa Impacta para potencializar as ações de ESG da companhia

    Grupo Fleury anuncia startups que farão parte do programa Impacta para potencializar as ações de ESG da companhia

    Clinical Bank, Fleximedical e Vertown foram selecionadas para implantarem seus projetos pilotos e beneficiar áreas sociais e ambientais da empresa 

    Sustentabilidade e inovação sempre foram pautas importantes para o Grupo Fleury e, com o avanço da companhia e a necessidade de expandir os serviços prestados ao alavancar os efeitos positivos sobre a sociedade atual, três startups foram selecionadas para potencializar as metas ESG (em português, Meio Ambiente, Social e Governança) da empresa, por meio do programa Impacta, que tem como primeira fase o Soluciona, voltado à implantação de pilotos por startups de relevância. Em parceria com o Quintessa, aceleradora de impacto, foi possível eleger a Clinical Bank, a Fleximedical e a Vertown para participarem do projeto. 

    Além de buscar aprimoramento interno para as diretrizes ESG e contribuir para o desenvolvimento e crescimento de negócios de impacto, o projeto se baseia em duas vertentes: implementação de pilotos de startups maduras, focados nos desafios atrelados à emissão de debêntures – e aceleração de startups em estágio de validação e ida a mercado com soluções para as metas ESG de longo prazo. 

    Cada uma das selecionadas atuará em uma frente do Grupo Fleury, beneficiando áreas específicas da empresa e contribuindo para o ecossistema de saúde. Dessa forma, a Clinical Bank passa a oferecer crédito para serviços médicos aos pacientes do Saúde iD. A Fleximedical amplia a atuação do Projeto Acesso por meio de unidades móveis de saúde (vans e caminhões adaptados). E a Vertown integra e otimiza o gerenciamento da cadeia de resíduos nas áreas de facilities e sustentabilidade. 

    “O programa é focado em oportunidades relacionadas aos objetivos ESG do Grupo Fleury, com atenção ao impacto socioambiental significativo, um dos requisitos da iniciativa. Por isso, estamos trabalhando com soluções de financiamento e crédito em saúde, acesso a comunidades mais distantes e redução de desperdícios, de modo alinhado às metas de debêntures – acesso à saúde para classes C, D e E e redução de resíduos biológicos. Essas propostas são boas para a companhia e para a sociedade”, explica Daniel Périgo, gerente sênior de ESG do Grupo Fleury.  

    Para esse primeiro pitch, o Grupo Fleury utilizou a base de dados do Quintessa, com mais de quatro mil negócios de impacto mapeados, e 47 startups que se adequavam aos propósitos da empresa se inscreveram na iniciativa. Destas, 21 foram entrevistadas e 9 participaram da final de seleção, apresentando seu pitch para as pessoas executivas do Grupo Fleury, etapa que apontou Clinical Bank, Fleximedical e Vertown para implantarem seus pilotos. 

    “O programa é um exemplo prático de relação ganha-ganha entre startups e corporações. Os empreendedores recebem suporte técnico para seu desenvolvimento, implementam suas soluções, geram impacto positivo e têm a possibilidade de crescer junto a grandes parceiros. O Grupo Fleury encontra novas soluções para alcançar suas metas ESG e trazer inovação e novos negócios para a companhia. E, ainda, a sociedade também ganha, com a ampliação do acesso à saúde para as classes C, D e E”, comenta Anna Aranha, sócia-diretora do Quintessa. 

    “O pitch aberto foi uma excelente experiência, pois nos possibilitou uma visão bastante favorável e positiva dos participantes. Além do contato com soluções diferenciadas, geramos experiência e aprendizado organizacional, junto ao ecossistema de inovação, que também é um dos objetivos do programa”, ressalta Périgo.  

    A partir de agora, os empreendedores começam a planejar e implantar os pilotos com as áreas internas para testar as soluções em relação às metas ESG e serão acompanhados por quatro meses para avaliar a eficácia dos projetos. A próxima fase do Impacta se chama ‘Acelera’ e irá atuar com startups em desenvolvimento para metas de longo prazo. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 800 mil no Programa Impacta e as empresas terão a chance de se tornarem parceiros futuros do Grupo Fleury. 

  • Case Aceleradora 100+ | Programa de Inovação Aberta Ambev

    Case Aceleradora 100+ | Programa de Inovação Aberta Ambev

    A Ambev é um exemplo de empresa que, ao definir em 2018 suas metas de Sustentabilidade para 2025, criou a Aceleradora 100+.

    Neste material compartilhamos como, em parceria com o Quintessa e a PPA, o programa une sustentabilidade à inovação e busca startups com soluções que possam apoiar a companhia a alcançar essas metas, implementando pilotos que geram resultados para o negócio e impactam positivamente o planeta e a sociedade.

    Faça download.

  • Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias

    Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias

    Os family offices, estruturas que administram o patrimônio de famílias empresárias e pessoas físicas de alta renda, já se aproximaram do ecossistema de empreendedorismo e das startups e são hoje uma alternativa para empreendedores que buscam investimento de venture capital. 

    Agora, começam a se aproximar também do ecossistema de impacto. O report da INEO de 2020 mostrou que as famílias empresárias têm se mostrado cada vez mais engajadas nas temáticas de filantropia, ESG e investimentos de impacto, impulsionadas pelas movimentações do mercado e pela visão das novas gerações que assumem a gestão.

    47% das famílias entrevistadas pretendem alocar entre 1 e 10% de seu portfólio em investimentos de impacto e 12% pretende alocar de 11 a 50%. Além disso, 26% aumentou seu envolvimento com filantropia na pandemia.

    Por outro lado, a pesquisa aponta também os desafios em transformar esse engajamento em prática e investimento de fato: mais de 70% das famílias não conhecem o impacto social e ambiental dos ativos que investem, olhando apenas o retorno financeiro, e 35% dos entrevistados ainda não começaram a estudar o tema.

    O cenário é típico de transição: há intenção de avanço na atuação da temática, mas ainda é o momento de compreender como isso pode acontecer na prática. O lado bom disso é que, não havendo um único caminho correto possível, há diversas maneiras de se engajar e promover esse avanço.

    Enxergamos como essencial o engajamento desse ator dentro do ecossistema de impacto. Nos últimos anos, vimos o engajamento de empresas e governo, mas sabemos que estes segmentos tendem a ser direcionados por metas de curto prazo. As famílias empresárias, com maior autonomia sobre a alocação de seu patrimônio e o olhar para o legado positivo que as gerações têm potencial de gerar, podem trazer um capital estruturante e de longo prazo para compor o setor.

    Além disso, essas famílias costumam poder aportar não apenas recursos, mas apoios não financeiros de alto valor, como conhecimento de negócios (para mentorias) e conexões qualificadas com o mercado, entre outros.

    A publicação “”Venture Philanthropy e Negócios de Impacto: O papel das famílias empresárias” te ajuda a entender mais sobre como a lente de inovação nas ações de filantropia, pode ser uma grande aliada do investimento de risco em negócios de impacto, gerando benefícios para as pessoas e o planeta e traz as experiências práticas e aprendizados do Quintessa em aplicar a filantropia para desenvolver o ecossistema de impacto e apoiar negócios em estágio inicial.

    Faça download do material completo.

  • Tecnologia e inovação aberta são oportunidades e tendência para o setor de saneamento

    Tecnologia e inovação aberta são oportunidades e tendência para o setor de saneamento

    Ao falarmos em saneamento básico, precisamos entender que a água tem impacto em diversos assuntos essenciais para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta e a sua distribuição e qualidade estão diretamente relacionadas à qualidade de vida das pessoas – e à nossa existência. Cuidar da qualidade e do processo de distribuição de água para a população é um dos desafios endereçados pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O ODS número 6 estabelece que os líderes mundiais se comprometam em garantir a disponibilidade e a gestão sustentável de água e saneamento para toda a população.

    Apesar de ser um recurso vital, muitos desafios impedem que a maioria das pessoas, um grande número representado por pessoas em situação de vulnerabilidade social, tenham acesso a água potável e esgoto tratado. Segundo um relatório lançado pelo Instituto Trata Brasil (ITB) em 2021, cerca de 100 milhões de brasileiros não dispunham de rede de coleta de esgoto e 35 milhões não tinham acesso à água tratada. O levantamento mostra que somente 31,78% das pessoas nos 20 piores municípios são abastecidas com coleta de esgoto, enquanto nos 20 melhores o percentual chega a 95,52%.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada dólar investido em água e saneamento, são economizados 4,3 dólares em custos de saúde. No mundo 2,5 bilhões de pessoas ainda sofrem com a falta de acesso a serviços de saneamento básico.

    O Brasil é um país gigantesco e muitas cidades foram construídas sem planejamento urbano. O último diagnóstico divulgado pelo SNIS em dezembro de 2021, referente ao ano de 2020 mostra que, apesar de 93,4% da população urbana ser atendida por rede de abastecimento de água, as perdas desse recurso na distribuição são enormes, chegando a quase 40,1%.

    Quando o assunto é esgoto, a situação é ainda pior. Uma parcela de apenas 59,2% da população urbana é atendida pela rede de esgotos, ou seja, muitos brasileiros ainda não são beneficiados por esse serviço. Esses dados confirmam como a distribuição e o tratamento da água são um problema complexo que depende de vários atores para que as mudanças sejam significativas.

    Mas, quais caminhos são eficientes para que mais pessoas tenham acesso a água de qualidade e tratamento de esgoto?

    Inovação como caminho impulsionador

    Conversando com empresas que atuam no setor, entendemos como a inovação aberta alinhada à tecnologia e outras medidas, como o Marco Legal do Saneamento Básico, trouxeram importantes avanços para o setor.

    Para Ewerton Pereira Garcia, diretor da Tigre Água e Efluentes (TAE), a inovação tem sido um fator determinante para que a transformação aconteça em um setor conservador como o de Saneamento. Ele nos contou sua visão: “Se olharmos pelo ponto de vista técnico/econômico, uma obra de infraestrutura para distribuição de água é cara e lenta. Só por meio da inovação tecnológica vamos conseguir acelerar o processo e reduzir custos de distribuição, e é nesse momento que vamos tirar mais mais de 100 milhões de pessoas do estado de calamidade sanitária”.

    Este é um trecho da coluna de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no Um Só Planeta. Este texto foi escrito em co-autoria com Paula Cayoni Leite.

  • Tecnologia e inovação aberta são oportunidades e tendência para o setor de saneamento

    Tecnologia e inovação aberta são oportunidades e tendência para o setor de saneamento

    Ao falarmos em saneamento básico, precisamos entender que a água tem impacto em diversos assuntos essenciais para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta e a sua distribuição e qualidade estão diretamente relacionadas à qualidade de vida das pessoas – e à nossa existência. Cuidar da qualidade e do processo de distribuição de água para a população é um dos desafios endereçados pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O ODS número 6 estabelece que os líderes mundiais se comprometam em garantir a disponibilidade e a gestão sustentável de água e saneamento para toda a população.

    Apesar de ser um recurso vital, muitos desafios impedem que a maioria das pessoas, um grande número representado por pessoas em situação de vulnerabilidade social, tenham acesso a água potável e esgoto tratado. Segundo um relatório lançado pelo Instituto Trata Brasil (ITB) em 2021, cerca de 100 milhões de brasileiros não dispunham de rede de coleta de esgoto e 35 milhões não tinham acesso à água tratada. O levantamento mostra que somente 31,78% das pessoas nos 20 piores municípios são abastecidas com coleta de esgoto, enquanto nos 20 melhores o percentual chega a 95,52%.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada dólar investido em água e saneamento, são economizados 4,3 dólares em custos de saúde. No mundo 2,5 bilhões de pessoas ainda sofrem com a falta de acesso a serviços de saneamento básico.

    O Brasil é um país gigantesco e muitas cidades foram construídas sem planejamento urbano. O último diagnóstico divulgado pelo SNIS em dezembro de 2021, referente ao ano de 2020 mostra que, apesar de 93,4% da população urbana ser atendida por rede de abastecimento de água, as perdas desse recurso na distribuição são enormes, chegando a quase 40,1%.

    Quando o assunto é esgoto, a situação é ainda pior. Uma parcela de apenas 59,2% da população urbana é atendida pela rede de esgotos, ou seja, muitos brasileiros ainda não são beneficiados por esse serviço. Esses dados confirmam como a distribuição e o tratamento da água são um problema complexo que depende de vários atores para que as mudanças sejam significativas.

    Mas, quais caminhos são eficientes para que mais pessoas tenham acesso a água de qualidade e tratamento de esgoto?

    Inovação como caminho impulsionador

    Conversando com empresas que atuam no setor, entendemos como a inovação aberta alinhada à tecnologia e outras medidas, como o Marco Legal do Saneamento Básico, trouxeram importantes avanços para o setor.

    Para Ewerton Pereira Garcia, diretor da Tigre Água e Efluentes (TAE), a inovação tem sido um fator determinante para que a transformação aconteça em um setor conservador como o de Saneamento. Ele nos contou sua visão: “Se olharmos pelo ponto de vista técnico/econômico, uma obra de infraestrutura para distribuição de água é cara e lenta. Só por meio da inovação tecnológica vamos conseguir acelerar o processo e reduzir custos de distribuição, e é nesse momento que vamos tirar mais mais de 100 milhões de pessoas do estado de calamidade sanitária”.

    Este é um trecho da coluna de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no Um Só Planeta. Este texto foi escrito em co-autoria com Paula Cayoni Leite.

  • Ecco Comunidades, do Instituto BRF, foca em desenvolvimento local e soluções para enfrentar o desperdício de alimentos

    Ecco Comunidades, do Instituto BRF, foca em desenvolvimento local e soluções para enfrentar o desperdício de alimentos

    O Instituto BRF, responsável pelos investimentos sociais da BRF, em parceria com o Quintessa e o Prosas, anuncia os resultados das cinco startups que tiveram projetos pilotos aplicados na primeira edição do Programa Ecco Comunidades.

    O programa tem como objetivo apoiar soluções que atuam na redução de perdas e desperdícios de alimentos, além de promover o desenvolvimento territorial a partir da aceleração e implementação de pilotos em cinco municípios onde a empresa está presente: Dourados (MS), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).  

    As Startups que participaram da fase piloto foram a Já Entendi, que transforma informação em conteúdo acessível a pessoas com baixa escolaridade, a Connecting Food, que redistribui alimentos que seriam desperdiçados para quem necessita, a Whywaste, que promove a gestão de datas de vencimento em estabelecimentos, a Eats For You, que gera renda para cozinheiros amadores e a Lemobs, que promove a gestão da alimentação escolar.

    Elas passaram por três fases: a primeira, o Pitch Day, que partiu de 13 soluções pré-elencadas e seleção de 8 negócios; a segunda, com duração de 4 meses, em que os negócios participaram de workshops para avaliar a aplicabilidade das soluções nos desafios estratégicos apresentados; e a terceira etapa, quando 5 startups tiveram 4 meses para implementar os pilotos com o apoio do Quintessa, Instituto BRF e lideranças de OSCs locais.

    Com a implementação dos pilotos, o Ecco Comunidades gerou 40 conteúdos educativos sobre perda e desperdício de alimentos, distribuiu mais de 3,26 toneladas de alimentos próximos da data de validade, reduziu o desperdício de alimento no prato das crianças em escola pública em mais de 65%,  gerou mais de R$ 34.000 de renda formal para famílias locais, além da aproximação com diversos parceiros externos, entre redes supermercadistas e gestores públicos das localidades, para ações de educação sobre aproveitamento de alimentos e redistribuição para comunidades em situação de vulnerabilidade.

    Abaixo, os resultados de cada Startup:

    Já Entendi

    Município de aplicação: Nova Mutum – MT

    Objetivo do Piloto: Realizar a transposição de conteúdos acadêmicos e das 22 jornadas da plataforma Ecco Comunidades em videoaulas e infográficos utilizando uma linguagem adequada para a base da pirâmide social. As videoaulas ficarão disponíveis para compartilhamento público via whatsapp ou qualquer meio de comunicação e também estarão organizadas no formato de curso online em um aplicativo, com funções online e offline. Nesse aplicativo os cidadãos poderão obter certificado de conclusão dos cursos gratuitamente.

    Público alvo: Consumidores no geral, feirantes, micro e pequenos(as) empreendedores(as), pequenos(as) produtores(as)

    Resultado: O piloto tem 38 conteúdos gravados e mais de 100 receitas de utilização integral de alimentos. O aplicativo está disponível para download nas plataformas Google Play para Android e App Store para iOS.   

    Lemobs

    Município de aplicação: Dourados – MS

    Objetivo do Piloto: Diminuir o desperdício de alimentos  e melhorar a qualidade das refeições nas escolas do município utilizando uma solução freemium (modelo parcialmente reduzido e gratuito do atual sistema) de gestão da alimentação escolar. Nutricionistas e diretoras terão acesso a ferramentas de automação de cardápios e geração de listas de alimentos com prioridade para produtos da agricultura familiar. A escola beneficiária da solução foi a Escola Municipal Indígena Tengatuí Marangatú.

    Público alvo: Escolas públicas.

    Resultados: Foram realizadas 8 capacitações voltadas para as cozinheiras da escola, com implementação de 48 cardápios no sistema e uma redução de mais de 65% no desperdício no prato das crianças dentro de 8 semanas de pesagem.

    Connecting Food

    Município de aplicação: Lucas do Rio Verde – MT

    Objetivo do piloto: Implantar uma rede de redistribuição de alimentos, conectando organizações onde há sobra de alimentos com organizações que distribuem alimentos, visando os seguintes objetivos: (1) articular e organizar uma rede local de redistribuição de alimentos; (2) promover o acesso de alimentos para OSCs, complementando as refeições oferecidas para populações em situação de vulnerabilidade social; (3) organizar um sistema de reporte de dados e promover potenciais melhorias para as políticas públicas locais de segurança alimentar e nutricional.

    Público alvo: Varejistas, indústrias, produção agrícola e distribuidores.

    Resultados: 13 organizações doadoras de alimentos, 7 OSCs receptoras dos alimentos doados, 1.9 tonelada de alimento doados e uma capacidade de doação de 9.6 toneladas para os meses seguintes. Para além disso, houve a reativação de uma política pública, um projeto de lei para regulamentação de bancos de alimentos, estabelecimento de parceria para colheita urbana com a prefeitura e parceria em andamento para implementar um banco de alimentos no mercado produtor com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Agricultura.  

    Why Waste

    Município de aplicação: Rio Verde – GO

    Objetivo do piloto: Implementar o sistema da Why Waste em redes de supermercados e varejo/atacado no geral com o objetivo de reduzir suas perdas com produtos vencidos e viabilizar a estruturação e redistribuição de alimentos próximos ao vencimento dos estabelecimentos para organizações sociais.

    Público alvo: Supermercados, atacado, mercadinhos e varejo no geral.

    Resultados: Implementação do sistema realizada em 2 supermercados locais. O impacto da ferramenta foi uma redução de mais de 80% do tempo dedicado dos funcionários nas checagens de vencimento, eficiência na gestão dos supermercados e identificação de oportunidades de liquidação e doação de produtos próximos a data de validade.

    Eats For You

    Município de aplicação: Uberlândia – MG

    Desafio do piloto: A solução a ser implementada pela Eats For You é a ativação do B2Social, que tem como objetivo transformar produtos próximos a data de vencimento em refeições para população em situação de vulnerabilidade, gerando assim renda formal para as famílias que produzem as refeições (de  aproximadamente 1,5 salário).

    Público alvo: Varejistas, indústrias (como doadores), população em vulnerabilidade (como base empreendedora e para recebimento das doações).

    Resultados: Doação de 9.000 refeições, 360 kg provenientes de doações e mais de 1 tonelada adquirida no atacado com priorização de insumos próximos ao vencimento. Foram gerados mais de R$34.200 mil de renda formal para os cozinheiros envolvidos no período de 3 meses (equivalente R$5.700 por família).

    Desafio: desperdício de alimentos

    De acordo com a FAO (A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), cerca de um terço do alimento no mundo é desperdiçado e 14% é perdido antes mesmo de chegar ao comércio. Entendendo as especificidades da perda e desperdício na cadeia produtiva e de consumo do Brasil e a necessidade de reduzir a perda e desperdício de alimentos, foi criado o programa Ecco Comunidades. 

    “O Instituto BRF trabalha desde 2012 para promover o desenvolvimento e a inclusão nas localidades onde a empresa está presente. Com o Ecco Comunidades, queremos promover impacto social positivo por meio da inovação, ampliando nossos esforços para combater o desperdício de alimentos e promover segurança alimentar em parceria com a sociedade civil. O programa faz parte de uma série de ações do Instituto BRF e da empresa que tiveram início com a plataforma que batizou a iniciativa, o Ecco, Especialista de Consumo Consciente que educa e sensibiliza para esse desafio global”, diz Bárbara Azevedo, gerente do Instituto BRF. 

    Para Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil, a implementação de soluções inovadoras é fundamental para resolver problemas como o desperdício de alimentos. “Programas como o Ecco Comunidades possibilitam colocar em prática a lente da inovação para gerar impacto socioambiental positivo. Em apenas 4 meses já pudemos ver o resultado das soluções implementadas pelas startups, que têm potencial de escala e impacto a longo prazo”, afirma.

    Sobre as Startups: 

    Connecting Food (SP): Implementam um sistema de redistribuição de alimentos excedentes para Organizações da Sociedade Civil auxiliando setores da alimentação a diminuir custos com resíduos e gerar impacto social.

    Eats For You (SP): ESG Foodtech que funciona como um Marketplace de comida caseira – oferecem alimentação de qualidade gerando renda formal por meio da inclusão produtiva e fomento do empreendedorismo.

    Já Entendi (PR): Capacitação profissional online e offline com metodologia especializada para pessoas de baixa escolaridade.

    Lemobs (RJ): Transformação digital das cidades com soluções de impacto. Oferecem gestão da alimentação escolar com foco na saúde nutricional dos alunos, redução de desperdícios e agricultura familiar.

    Whywaste (RJ): Utilizam bigdata e inteligência artificial para ajudar o varejo/atacado a reduzirem suas perdas com produtos próximos ao vencimento.

  • Ecco Comunidades, do Instituto BRF, foca em desenvolvimento local e soluções para enfrentar o desperdício de alimentos

    Ecco Comunidades, do Instituto BRF, foca em desenvolvimento local e soluções para enfrentar o desperdício de alimentos

    O Instituto BRF, responsável pelos investimentos sociais da BRF, em parceria com o Quintessa e o Prosas, anuncia os resultados das cinco startups que tiveram projetos pilotos aplicados na primeira edição do Programa Ecco Comunidades.

    O programa tem como objetivo apoiar soluções que atuam na redução de perdas e desperdícios de alimentos, além de promover o desenvolvimento territorial a partir da aceleração e implementação de pilotos em cinco municípios onde a empresa está presente: Dourados (MS), Lucas do Rio Verde (MT), Nova Mutum (MT), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).  

    As Startups que participaram da fase piloto foram a Já Entendi, que transforma informação em conteúdo acessível a pessoas com baixa escolaridade, a Connecting Food, que redistribui alimentos que seriam desperdiçados para quem necessita, a Whywaste, que promove a gestão de datas de vencimento em estabelecimentos, a Eats For You, que gera renda para cozinheiros amadores e a Lemobs, que promove a gestão da alimentação escolar.

    Elas passaram por três fases: a primeira, o Pitch Day, que partiu de 13 soluções pré-elencadas e seleção de 8 negócios; a segunda, com duração de 4 meses, em que os negócios participaram de workshops para avaliar a aplicabilidade das soluções nos desafios estratégicos apresentados; e a terceira etapa, quando 5 startups tiveram 4 meses para implementar os pilotos com o apoio do Quintessa, Instituto BRF e lideranças de OSCs locais.

    Com a implementação dos pilotos, o Ecco Comunidades gerou 40 conteúdos educativos sobre perda e desperdício de alimentos, distribuiu mais de 3,26 toneladas de alimentos próximos da data de validade, reduziu o desperdício de alimento no prato das crianças em escola pública em mais de 65%,  gerou mais de R$ 34.000 de renda formal para famílias locais, além da aproximação com diversos parceiros externos, entre redes supermercadistas e gestores públicos das localidades, para ações de educação sobre aproveitamento de alimentos e redistribuição para comunidades em situação de vulnerabilidade.

    Abaixo, os resultados de cada Startup:

    Já Entendi

    Município de aplicação: Nova Mutum – MT

    Objetivo do Piloto: Realizar a transposição de conteúdos acadêmicos e das 22 jornadas da plataforma Ecco Comunidades em videoaulas e infográficos utilizando uma linguagem adequada para a base da pirâmide social. As videoaulas ficarão disponíveis para compartilhamento público via whatsapp ou qualquer meio de comunicação e também estarão organizadas no formato de curso online em um aplicativo, com funções online e offline. Nesse aplicativo os cidadãos poderão obter certificado de conclusão dos cursos gratuitamente.

    Público alvo: Consumidores no geral, feirantes, micro e pequenos(as) empreendedores(as), pequenos(as) produtores(as)

    Resultado: O piloto tem 38 conteúdos gravados e mais de 100 receitas de utilização integral de alimentos. O aplicativo está disponível para download nas plataformas Google Play para Android e App Store para iOS.   

    Lemobs

    Município de aplicação: Dourados – MS

    Objetivo do Piloto: Diminuir o desperdício de alimentos  e melhorar a qualidade das refeições nas escolas do município utilizando uma solução freemium (modelo parcialmente reduzido e gratuito do atual sistema) de gestão da alimentação escolar. Nutricionistas e diretoras terão acesso a ferramentas de automação de cardápios e geração de listas de alimentos com prioridade para produtos da agricultura familiar. A escola beneficiária da solução foi a Escola Municipal Indígena Tengatuí Marangatú.

    Público alvo: Escolas públicas.

    Resultados: Foram realizadas 8 capacitações voltadas para as cozinheiras da escola, com implementação de 48 cardápios no sistema e uma redução de mais de 65% no desperdício no prato das crianças dentro de 8 semanas de pesagem.

    Connecting Food

    Município de aplicação: Lucas do Rio Verde – MT

    Objetivo do piloto: Implantar uma rede de redistribuição de alimentos, conectando organizações onde há sobra de alimentos com organizações que distribuem alimentos, visando os seguintes objetivos: (1) articular e organizar uma rede local de redistribuição de alimentos; (2) promover o acesso de alimentos para OSCs, complementando as refeições oferecidas para populações em situação de vulnerabilidade social; (3) organizar um sistema de reporte de dados e promover potenciais melhorias para as políticas públicas locais de segurança alimentar e nutricional.

    Público alvo: Varejistas, indústrias, produção agrícola e distribuidores.

    Resultados: 13 organizações doadoras de alimentos, 7 OSCs receptoras dos alimentos doados, 1.9 tonelada de alimento doados e uma capacidade de doação de 9.6 toneladas para os meses seguintes. Para além disso, houve a reativação de uma política pública, um projeto de lei para regulamentação de bancos de alimentos, estabelecimento de parceria para colheita urbana com a prefeitura e parceria em andamento para implementar um banco de alimentos no mercado produtor com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Agricultura.  

    Why Waste

    Município de aplicação: Rio Verde – GO

    Objetivo do piloto: Implementar o sistema da Why Waste em redes de supermercados e varejo/atacado no geral com o objetivo de reduzir suas perdas com produtos vencidos e viabilizar a estruturação e redistribuição de alimentos próximos ao vencimento dos estabelecimentos para organizações sociais.

    Público alvo: Supermercados, atacado, mercadinhos e varejo no geral.

    Resultados: Implementação do sistema realizada em 2 supermercados locais. O impacto da ferramenta foi uma redução de mais de 80% do tempo dedicado dos funcionários nas checagens de vencimento, eficiência na gestão dos supermercados e identificação de oportunidades de liquidação e doação de produtos próximos a data de validade.

    Eats For You

    Município de aplicação: Uberlândia – MG

    Desafio do piloto: A solução a ser implementada pela Eats For You é a ativação do B2Social, que tem como objetivo transformar produtos próximos a data de vencimento em refeições para população em situação de vulnerabilidade, gerando assim renda formal para as famílias que produzem as refeições (de  aproximadamente 1,5 salário).

    Público alvo: Varejistas, indústrias (como doadores), população em vulnerabilidade (como base empreendedora e para recebimento das doações).

    Resultados: Doação de 9.000 refeições, 360 kg provenientes de doações e mais de 1 tonelada adquirida no atacado com priorização de insumos próximos ao vencimento. Foram gerados mais de R$34.200 mil de renda formal para os cozinheiros envolvidos no período de 3 meses (equivalente R$5.700 por família).

    Desafio: desperdício de alimentos

    De acordo com a FAO (A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), cerca de um terço do alimento no mundo é desperdiçado e 14% é perdido antes mesmo de chegar ao comércio. Entendendo as especificidades da perda e desperdício na cadeia produtiva e de consumo do Brasil e a necessidade de reduzir a perda e desperdício de alimentos, foi criado o programa Ecco Comunidades. 

    “O Instituto BRF trabalha desde 2012 para promover o desenvolvimento e a inclusão nas localidades onde a empresa está presente. Com o Ecco Comunidades, queremos promover impacto social positivo por meio da inovação, ampliando nossos esforços para combater o desperdício de alimentos e promover segurança alimentar em parceria com a sociedade civil. O programa faz parte de uma série de ações do Instituto BRF e da empresa que tiveram início com a plataforma que batizou a iniciativa, o Ecco, Especialista de Consumo Consciente que educa e sensibiliza para esse desafio global”, diz Bárbara Azevedo, gerente do Instituto BRF. 

    Para Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa, aceleradora de impacto referência no Brasil, a implementação de soluções inovadoras é fundamental para resolver problemas como o desperdício de alimentos. “Programas como o Ecco Comunidades possibilitam colocar em prática a lente da inovação para gerar impacto socioambiental positivo. Em apenas 4 meses já pudemos ver o resultado das soluções implementadas pelas startups, que têm potencial de escala e impacto a longo prazo”, afirma.

    Sobre as Startups: 

    Connecting Food (SP): Implementam um sistema de redistribuição de alimentos excedentes para Organizações da Sociedade Civil auxiliando setores da alimentação a diminuir custos com resíduos e gerar impacto social.

    Eats For You (SP): ESG Foodtech que funciona como um Marketplace de comida caseira – oferecem alimentação de qualidade gerando renda formal por meio da inclusão produtiva e fomento do empreendedorismo.

    Já Entendi (PR): Capacitação profissional online e offline com metodologia especializada para pessoas de baixa escolaridade.

    Lemobs (RJ): Transformação digital das cidades com soluções de impacto. Oferecem gestão da alimentação escolar com foco na saúde nutricional dos alunos, redução de desperdícios e agricultura familiar.

    Whywaste (RJ): Utilizam bigdata e inteligência artificial para ajudar o varejo/atacado a reduzirem suas perdas com produtos próximos ao vencimento.

  • Braskem Labs anuncia vinte startups selecionadas para sua oitava edição; duas são chilenas

    Braskem Labs anuncia vinte startups selecionadas para sua oitava edição; duas são chilenas

    A Braskem acaba de anunciar as 20 startups selecionadas para a oitava edição do programa de inovação aberta Braskem Labs, nas modalidades Ignition e Scale. As características comuns entre os negócios que serão acelerados são o seu comprometimento com a sustentabilidade e o propósito de gerar impacto positivo à sociedade a partir da química e do plástico – critério já solidificado no DNA do programa, mas que na edição de 2022 traz a participação de duas startups chilenas e o foco em soluções direcionadas ao desafio de mudanças climáticas.

    Na estratégia da Braskem de expandir o programa, o Chile foi escolhido pela importância de seu ecossistema de inovação na América Latina. “Quando o objetivo é gerar inovação para tornar a cadeia do plástico mais sustentável, queremos ultrapassar as fronteiras”, afirma Karla Censi, gerente de soluções sustentáveis na Braskem e responsável pelo Braskem Labs.

    Nesse ano, as atividades serão realizadas em formato híbrido, sendo majoritariamente remoto e com três encontros presenciais. Além disso, contarão, mais uma vez, com a participação de co-sponsors parceiros da Braskem. O programa é estruturado em duas frentes: 10 projetos que irão participar do Braskem Labs Ignition, focado em startups ainda em fase de validação e refinamento de modelo de negócio; e 10 do Braskem Labs Scale, que oferece suporte para negócios em fase de tração ou escala, impulsionando seu crescimento. A iniciativa conta com a parceria do Quintessa, aceleradora de impacto que está presente em todas as etapas, desde a seleção dos participantes até a apresentação no Demoday, evento que acontece ao final de cada uma das edições.

    O Braskem Labs terá início em 13 de junho, em um evento de kick-off, e terá duração aproximada de 5 meses, contando com mais de 15 encontros em grupo e mais de 15 horas de apoio individual. Essas dinâmicas envolvem capacitação e aplicação de ferramentas em uma metodologia própria customizada para cada programa, apoio personalizado por meio de acompanhamento individual e mentoria de executivos da Braskem e co-sponsors, além do acesso e conexão à diversa rede do Quintessa, da Braskem e dos parceiros estratégicos.

    Já no quarto ano em parceria na realização dos programas, Anna de Souza Aranha, sócia e diretora do Quintessa, conta: “A cada ano nos direcionamos a partir do foco das áreas e metas de sustentabilidade, para garantir que as startups selecionadas, além de gerarem impacto positivo, também tenham potencial de sinergia de negócio com a Braskem.  Neste ano, 30% das soluções selecionadas para a aceleração do Labs são voltadas para mudanças climáticas, 25% para economia circular e 15% para biotecnologia. Além disso, outros setores são foco, como embalagem, química sustentável, agronegócio e infraestrutura e construção civil”.

    “Entendemos que o caminho de mudança em termos da imagem do plástico passa também por esse processo de inovação e colaboração. As conexões geradas pelo Braskem Labs impactam positivamente na sociedade e meio ambiente. Como as ações não terminam no Labs, as conexões dão continuidade ao impacto positivo. Em nossa visão, não existe inovação sem sustentabilidade, e por isso o Braskem Labs conecta pessoas que buscam um objetivo comum: transformar o mundo num lugar mais sustentável”, explica Karla Censi.

    Desde 2015, quando foi criado, mais de 110 startups foram aceleradas pelas duas modalidades do Labs (Scale e Ignition) e cerca de 30% fizeram alguma parceria de negócio com a companhia ou algum dos co-sponsors. No ano passado, 45% das soluções aceleradas pelo Braskem Labs foram voltadas para economia circular e mais 15 parcerias estão em negociação.

    O modelo de atuação do Braskem Labs é inteiramente equity free, ou seja, as empresas apoiadoras não se tornam sócias das startups ao final, o que reforça o posicionamento do programa em prol do ecossistema e dos empreendedores. 

    Confira as empresas selecionadas para participar do Braskem Labs 2022:

    Braskem Labs Ignition 

    StartupDescrição
    BioresetUtilização de resíduos industriais e agrícolas para desenvolver polímero totalmente orgânico.
    P-LastTransformação de plásticos de uso único em plásticos biodegradáveis a partir de uma bactéria do cerrado.
    Reactor ModelSoftware de formulação de composições, que faz o uso de Inteligência Artificial e modelos avançados.
    Astana QuímicaSolução natural para limpeza de máquinas industriais.
    Luft ShoesFabricação de calçados infantis com materiais e embalagens recicladas e/ou recicláveis.
    Água CameloMochila plástica capaz de filtrar instantaneamente a água de qualquer local para ser consumida por pessoas com pouco acesso a água potável.
    NaucoSolução para limpeza de plásticos nos rios por meio de uma tecnologia de cortina de nanobolhas.
    JasmminProjetos para desenvolvimento de materiais de construção com base em rejeitos e resíduos.
    Forest WatchAcompanhamento por solo e por satélite de ações de reflorestamento, realizando coleta de dados no campo e transformação em dados ESG seguros.
    RecicliSistema DeCARB de captura de CO2 em fábricas, com recuperação pura do gás.

    Braskem Labs Scale 

    StartupDescrição
    GreenAntAuxilia os tomadores de decisão a ter visibilidade e insights para gestão inteligente de energia elétrica- desde contratos no mercado livre a detecção de anomalias.
    DorothMonitora e quantifica microrganismos de interesse do agro através de ferramentas de biotecnologia para que o agricultor seja mais preciso no manejo de sua fazenda.
    TRC SustentávelDesenvolve e comercializa projetos e serviços que reduzem significativamente os gastos com água. Entre eles, o Projeto de Gestão da Água (PGA) que consiste na aplicação de dispositivos que evitam desperdícios e geram economia no bolso do cliente.
    Krilltech Nanotecnologia AgroDesenvolve soluções baseadas em nanotecnologia para aumentar a produtividade, qualidade e resistência das culturas agrícolas.
    AterraCria redes de negócios inovadores circulares para a gestão e destinação dos resíduos, favorecendo a sustentabilidade e a geração de benefícios econômicos.
    Destine JáPlataforma web de gestão ambiental que integra logística reversa, economia circular, mix de soluções ambientais, digitalização e rastreabilidade da destinação de resíduos em nuvem e indicadores ESG.
    TeliteProduz telhas com base em plástico reciclado e possui um programa de logística reversa no qual os usuários recebem dinheiro pelo fornecimento de embalagens recicladas.
    Insecta ShoesUtiliza materiais reciclados na produção de produtos veganos e sustentáveis e viabilização do fim de ciclo para os clientes.
    LinusDesenvolve sandálias de PVC ecológico expandido, levando sustentabilidade de uma forma prática e acessível ao dia a dia das pessoas.
    SolubagDesenvolve embalagens plásticas solúveis e biodegradáveis, que não contém plástico ou micro plástico.
  • Braskem Labs anuncia vinte startups selecionadas para sua oitava edição; duas são chilenas

    Braskem Labs anuncia vinte startups selecionadas para sua oitava edição; duas são chilenas

    A Braskem acaba de anunciar as 20 startups selecionadas para a oitava edição do programa de inovação aberta Braskem Labs, nas modalidades Ignition e Scale. As características comuns entre os negócios que serão acelerados são o seu comprometimento com a sustentabilidade e o propósito de gerar impacto positivo à sociedade a partir da química e do plástico – critério já solidificado no DNA do programa, mas que na edição de 2022 traz a participação de duas startups chilenas e o foco em soluções direcionadas ao desafio de mudanças climáticas.

    Na estratégia da Braskem de expandir o programa, o Chile foi escolhido pela importância de seu ecossistema de inovação na América Latina. “Quando o objetivo é gerar inovação para tornar a cadeia do plástico mais sustentável, queremos ultrapassar as fronteiras”, afirma Karla Censi, gerente de soluções sustentáveis na Braskem e responsável pelo Braskem Labs.

    Nesse ano, as atividades serão realizadas em formato híbrido, sendo majoritariamente remoto e com três encontros presenciais. Além disso, contarão, mais uma vez, com a participação de co-sponsors parceiros da Braskem. O programa é estruturado em duas frentes: 10 projetos que irão participar do Braskem Labs Ignition, focado em startups ainda em fase de validação e refinamento de modelo de negócio; e 10 do Braskem Labs Scale, que oferece suporte para negócios em fase de tração ou escala, impulsionando seu crescimento. A iniciativa conta com a parceria do Quintessa, aceleradora de impacto que está presente em todas as etapas, desde a seleção dos participantes até a apresentação no Demoday, evento que acontece ao final de cada uma das edições.

    O Braskem Labs terá início em 13 de junho, em um evento de kick-off, e terá duração aproximada de 5 meses, contando com mais de 15 encontros em grupo e mais de 15 horas de apoio individual. Essas dinâmicas envolvem capacitação e aplicação de ferramentas em uma metodologia própria customizada para cada programa, apoio personalizado por meio de acompanhamento individual e mentoria de executivos da Braskem e co-sponsors, além do acesso e conexão à diversa rede do Quintessa, da Braskem e dos parceiros estratégicos.

    Já no quarto ano em parceria na realização dos programas, Anna de Souza Aranha, sócia e diretora do Quintessa, conta: “A cada ano nos direcionamos a partir do foco das áreas e metas de sustentabilidade, para garantir que as startups selecionadas, além de gerarem impacto positivo, também tenham potencial de sinergia de negócio com a Braskem.  Neste ano, 30% das soluções selecionadas para a aceleração do Labs são voltadas para mudanças climáticas, 25% para economia circular e 15% para biotecnologia. Além disso, outros setores são foco, como embalagem, química sustentável, agronegócio e infraestrutura e construção civil”.

    “Entendemos que o caminho de mudança em termos da imagem do plástico passa também por esse processo de inovação e colaboração. As conexões geradas pelo Braskem Labs impactam positivamente na sociedade e meio ambiente. Como as ações não terminam no Labs, as conexões dão continuidade ao impacto positivo. Em nossa visão, não existe inovação sem sustentabilidade, e por isso o Braskem Labs conecta pessoas que buscam um objetivo comum: transformar o mundo num lugar mais sustentável”, explica Karla Censi.

    Desde 2015, quando foi criado, mais de 110 startups foram aceleradas pelas duas modalidades do Labs (Scale e Ignition) e cerca de 30% fizeram alguma parceria de negócio com a companhia ou algum dos co-sponsors. No ano passado, 45% das soluções aceleradas pelo Braskem Labs foram voltadas para economia circular e mais 15 parcerias estão em negociação.

    O modelo de atuação do Braskem Labs é inteiramente equity free, ou seja, as empresas apoiadoras não se tornam sócias das startups ao final, o que reforça o posicionamento do programa em prol do ecossistema e dos empreendedores. 

    Confira as empresas selecionadas para participar do Braskem Labs 2022:

    Braskem Labs Ignition 

    StartupDescrição
    BioresetUtilização de resíduos industriais e agrícolas para desenvolver polímero totalmente orgânico.
    P-LastTransformação de plásticos de uso único em plásticos biodegradáveis a partir de uma bactéria do cerrado.
    Reactor ModelSoftware de formulação de composições, que faz o uso de Inteligência Artificial e modelos avançados.
    Astana QuímicaSolução natural para limpeza de máquinas industriais.
    Luft ShoesFabricação de calçados infantis com materiais e embalagens recicladas e/ou recicláveis.
    Água CameloMochila plástica capaz de filtrar instantaneamente a água de qualquer local para ser consumida por pessoas com pouco acesso a água potável.
    NaucoSolução para limpeza de plásticos nos rios por meio de uma tecnologia de cortina de nanobolhas.
    JasmminProjetos para desenvolvimento de materiais de construção com base em rejeitos e resíduos.
    Forest WatchAcompanhamento por solo e por satélite de ações de reflorestamento, realizando coleta de dados no campo e transformação em dados ESG seguros.
    RecicliSistema DeCARB de captura de CO2 em fábricas, com recuperação pura do gás.

    Braskem Labs Scale 

    StartupDescrição
    GreenAntAuxilia os tomadores de decisão a ter visibilidade e insights para gestão inteligente de energia elétrica- desde contratos no mercado livre a detecção de anomalias.
    DorothMonitora e quantifica microrganismos de interesse do agro através de ferramentas de biotecnologia para que o agricultor seja mais preciso no manejo de sua fazenda.
    TRC SustentávelDesenvolve e comercializa projetos e serviços que reduzem significativamente os gastos com água. Entre eles, o Projeto de Gestão da Água (PGA) que consiste na aplicação de dispositivos que evitam desperdícios e geram economia no bolso do cliente.
    Krilltech Nanotecnologia AgroDesenvolve soluções baseadas em nanotecnologia para aumentar a produtividade, qualidade e resistência das culturas agrícolas.
    AterraCria redes de negócios inovadores circulares para a gestão e destinação dos resíduos, favorecendo a sustentabilidade e a geração de benefícios econômicos.
    Destine JáPlataforma web de gestão ambiental que integra logística reversa, economia circular, mix de soluções ambientais, digitalização e rastreabilidade da destinação de resíduos em nuvem e indicadores ESG.
    TeliteProduz telhas com base em plástico reciclado e possui um programa de logística reversa no qual os usuários recebem dinheiro pelo fornecimento de embalagens recicladas.
    Insecta ShoesUtiliza materiais reciclados na produção de produtos veganos e sustentáveis e viabilização do fim de ciclo para os clientes.
    LinusDesenvolve sandálias de PVC ecológico expandido, levando sustentabilidade de uma forma prática e acessível ao dia a dia das pessoas.
    SolubagDesenvolve embalagens plásticas solúveis e biodegradáveis, que não contém plástico ou micro plástico.